Há tempos eu não fotografava a vida sem propósito — apenas deixando que ela me olhasse de volta. Nesse gesto simples, percebo o quanto nos perdemos em ritmos que não são nossos, buscando algo que nem sabemos nomear.
Mas nunca esqueço de onde venho, nem quem sou.
O extraordinário, afinal, costuma brotar do mais singelo ordinário.