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Daniel

@dddduque

@acabine.pt e caderno por amor, outras escritas por dinheiro
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Vá, só mais esta. Alinhamento da estreia na @quanticaonline . Difícil ficar (muito) nervoso com a @violetakaviolet como anfitriã, mas ainda me assustei quando reparei que as CDJs não liam praticamente nenhum dos temas que levei. Felizmente havia lá computador para seguir viagem. Thx. Y0N698s6Qxg
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8 days ago
Daniel Duque está no ar durante as próximas duas horas para apresentar o novo programa da @acabine.pt - música do panorama local e nacional, de Alcântara para o mundo 🌍
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9 days ago
Postei uma story a dizer que fazia 10 anos de carreira na escrita e apaguei-a nem cinco minutos depois. Alguma vergonha de passar imagem de convencido. Lol. Esses tempos de vergonha já lá vão. Ou assim queria e quero crer. E se assim o é, aqui segue uma prova para mim mesmo. Tinha esta cara nessa altura e lembrei-me disto porque me bateu que algures em janeiro de 2016 estava a começar estágio na Time Out. Considero que esse foi o início da minha carreira, ainda que fosse estágio não remunerado. Foi, aliás, um dos poucos momentos em que tive oportunidade de aprender com escritores de excelência. Isso não foi o início. Escrevo desde sempre. As primeiras letras de hip-hop datam do ensino básico, escrevi para sites de videojogos com 14, criei blog com 13, as minhas lamúrias e desilusões mancharam folhas desde muito novo e nelas liam-se coisas como “o teu toque é como um colossal murro no estômago. mas é um murro bom porque cicatriza a saudade dos momentos que ininterruptamente recordo” ou “tu és o paradigma da minha utopia!” ahahaha. Nunca quis ser jornalista. Fui para comunicação porque pensei que era o único caminho para alguém que queria escrever. O jornalismo é ganda merda em Portugal e tive de procurar coisas como SEO para viver. Felizmente, convenço-me, faço da escrita vida. Algum alento. Sendo sincero, a paixão está no caderno e n’A Cabine. Propósito. Como todas as vezes em que escrevo, também nesta não sei bem onde quero ir. Sei que, com isto, acabo de me lembrar da minha avó e de quantas vezes peguei na caneta para esconder as dores. Aproveito e faço aquele truque de fechar com uma citação, no caso um poema com o qual consegui acalmar o coração e as lágrimas algures em 2017: "Não me lembro de chorar por ti. Não assim. Nem pelas vezes que não sabes quem sou, nem pelas que afinal sabes tão bem – e como ninguém. Se escrever este bocado me fez conter o sal, então quero dar-te o que for preciso para conteres o rancor que guardas por tudo. Não quero ser egoísta ou invejoso, já te disse que não choro muito. É claro que to disse aqui. Escondido. Na tua tão bela cara, o que mais digo é que sim, sou eu quem dorme naquela cama."
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2 months ago
Fiasco 18/12. Histórico digital + o que me lembro de físico por ordem alfabética 🫂
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4 months ago
até não dar mais
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7 months ago
se parecer que ando a falar mais é porque ando mesmo. amor próprio e tal. coisas dessas
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9 months ago
é para arquivar
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1 year ago
Esquisso Ermesinde-São Bento
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2 years ago
Um mês desde a tua morte. Ao meu lado tenho o gato que tu e a S resgataram. Acho que já consigo sorrir ao pensar em ti. Acho que estou cada vez mais perto de abraçar o humor que pode conviver com a obscuridade da tua morte. Não te importarias que nos ríssemos de tudo isto. Até acho que ficarias incomodado se soubesses o pranto que se viveu na nossa terra. Na tua terra. Os berros, as lágrimas, as palavras que clamaram por ti. Plantámos uma árvore em teu nome. Vimos as tuas cinzas a caírem ao mar e foi nesse ritmo que os nossos joelhos voltaram a bater no chão. Mas levantámo-nos e continuamos a pisar o solo custoso que pisavas todos os dias. Acho que vivemos tudo o que poderíamos ter vivido. Ainda tínhamos muito por viver e fazer, sim, mas percebes a ideia. Pelo menos é a isto que me agarro para não continuar a pensar num futuro sem ti. Aquela noite, por exemplo, em que poderíamos ter ido os dois dançar sozinhos. Eu é que disse que não. Teria sido a última e eu não me lembro da última vez em que dançámos. Permite-me corrigir, nosso e meu sempiterno V: ainda choro ao pensar em ti. Reparei agora ao olhar para a tinta borratada deste texto. Ainda choro ao pensar em ti. Ainda choro ao pensar em ti e estarei para sempre a pensar em ti.
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3 years ago
Bla bla bla dia da poesia bla bla bla 🫂
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4 years ago