BALAIO - duas atrizes dividem o palco pela primeira vez na peça “As Amantes de George Washington” no @teatrobdojaragua Juntas Claudia Ohana e Priscila Fantin tem 70 anos de carreira e nunca contracenaram - a conversa sobre esse encontro inédito foi incrível - @natuzanery antecipou no #ed18 - entrevista completa você confere no #especialdedomingo da @globonews e no @globoplay
Olha quem veio aqui cuidar do cabelo comigo: @priscilafantin .
Cuidar do cabelo da Priscila é sempre um prazer.
A gente conversa, ri, troca ideias e o estúdio fica com aquela energia boa de bastidor, de encontro, de preparação.
Dessa vez, o cuidado veio junto com um momento muito especial: a reta final da peça As Amantes de George Washington, com Priscila Fantin e Claudia Ohana, no @teatrobdojaragua .
Para mim, cabelo também faz parte da presença. Ele acompanha a pessoa, a personagem, o palco e a história que vai ser contada.
Se você ainda não assistiu, aproveita os últimos dias.
Sábado, às 17h e às 20h.
Domingo, às 19h.
No Teatro BDO Jaraguá.
Produção e direção: @darsonribeiro
Visagismo: @claudiogermanovisagista
Priscila, obrigado pela confiança de sempre.
E para quem for assistir: depois me conta.
Vamos?🎭🎟️🤎✨
Depois não vem me falar que não ficou sabendo que eu tava em cartaz…
💣Promo dia das mães - amanhã mãe acompanhada não paga!
💣Preço único de prorrogação - ingressos à R$ 60,00 dias 16 e 17/05
ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES EM SP!
Dia das mães chegando e o @teatrobdojaragua fez uma promoção linda: no dia das mães (domingo), mãe acompanhada não paga!!
Levar sua mãe ao teatro é um presente que tem o que mais importa pra ela: sua presença!
Vcs dois vivendo uma experiência imersiva juntos, será um momento que vai ficar marcado. Para ambos! 💕
Se você não sabia o que fazer de especial, agora já sabe!
-> promoção limitada, corre pro SYMPLA garantir seu ingresso!!
Andar de costas para ver o possível
Em As Amantes de George Washington, Martha e Sylvia parecem disputar a memória de um homem. Mas talvez a questão mais incômoda da peça esteja em outro lugar: o que duas mulheres inteligentes, articuladas e capazes poderiam ter sido se não precisassem existir por meio dele?
A crítica publicada em Os Que Lutam olha para a montagem dirigida por Darson Ribeiro não apenas como uma história de amor, mas como a imagem de uma impossibilidade histórica: mulheres próximas ao centro do poder, mas impedidas de transformar inteligência, desejo e presença em ação pública.
Claudia Ohana e Priscila Fantin sustentam o espetáculo no jogo entre rivalidade, escuta e reconhecimento. Aos poucos, o que aparece não é apenas a disputa amorosa, mas a consciência de uma prisão comum.
O novo mundo nascia. Elas estavam perto. E estar perto, para uma mulher naquele tempo, era também uma forma de permanecer do lado de fora.
Leia a crítica completa em osquelutam.com.br.
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