Mulheres periféricas e arte-educadoras no Hip-Hop: a importância de ocupar esses espaços. A caminhada da mulher no rap já é marginalizada, mas com união e protagonismo, a cena feminina floresce. A cultura salva, e estar aqui é um ato de reconhecimento e resistência. #MulheresNoHipHop #RapFeminino #CulturaPeriferica #ArteEducacao #LugarDeFala #Resistencia #Quebrada #HipHopBrasil #Ceilandia #ProtagonismoFeminino
💦NO LANÇAMENTO DO EDITAL “CULTURAS PESQUEIRAS ARTESANAIS DO BRASIL❄️
As Comunidades da Pesca Artesanal do Brasil são, nas suas universalidades e particularidades, formas de ser, estar, ver, sentir, representar e vivenciar o mundo, que ultrapassam séculos. Por isso, possuem linguagens singulares; são construtoras de técnicas e tecnologias sofisticadas; são criadoras de sociabilidades, sons, gostos, sabores, conhecimentos socioambientais, de religiosidades, de festas, cantos, danças, comidas, procissões, de trabalho, artes e de saber-fazer próprios.
Entendendo e reconhecendo essa riqueza material e imaterial das pescadoras e pescadores artesanais, é que, *pela primeira vez na história, o Governo Federal, através da Secretaria Nacional de Pesca Artesanal (SNPA) do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em parceria com a UFPA, lançará, no próximo dia 11 de fevereiro de 2026, o Edital “Culturas Pesqueiras Artesanais do Brasil”, investindo – nesse primeiro momento – cerca de R$ 2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais)* na valorização e promoção das manifestações culturais - em suas múltiplas dimensões - pertencentes às comunidades pesqueiras artesanais. *O Edital integra o Programa Povos da Pesca Artesanal e já é um dos resultados da construção do 1º. Plano Nacional da Pesca Artesanal (PNPA),* reafirmando o compromisso do Estado brasileiro com o reconhecimento e o fortalecimento das comunidades pesqueiras artesanais e de seus patrimônios socioculturais.
Nosso cortejo na Festa das Águas 2026 foi brincadeira de verdade 💛💙
@festadasaguasdf
Somos Baque Dandalunda, água que acolhe, que movimenta e que sustenta, sustenta o maracatu pesado, sustenta as tradições e expande o território para que futuros rios nasçam, se misturem e nutram de volta a terra
No dia da Rainha, estivemos na Praça dos Orixás nossa prainha, a apadrinhada Praça do Respeito, para celebrar e fortalecer a nossa fé e nossa viva cultura popular.
Veio gente de todo canto pra confluir nesse encontro de baque virado (DF) 🥁
Foi energia atravessando o corpo e o tambor, firmando um cortejo em homenagem a Yemanjá e Oxum
Pra nós, foi uma honra e uma partilha que vai ficar edificar nossa memória e abençoar nosso futuro.
Gratidão, nosso povo 🤲🏾🌊
#dandalunda #festadaságuas #baquenarua #culturapopular #axé
Salve salve batuqueirxs do cerrado!
Te convido para viver essa experiência na oficina de verão Toques de maracatu comigo Camila Dark.
Batuqueira da Mestra Martinha do Coco e
Regente do baque de Maracatu Dandalunda.
🗓️ 13 | 15 | 20 | 22 de janeiro.
📍Galeria dos Estados & Museu Nacional da República
💰 150 - 4 aulas
📳 (61)99337-5981
📸 @darkqueen.dg
Retrospectiva de fotos que não podiam ficar guardadas no baú.
Um ano inteiro pulsando no movimento artístico, cultural e social muitos plantios, muitas colheitas. Seguimos acreditando no que fazemos, com leveza, afeto e responsabilidade.
No primeiro semestre estivemos presentes na 4ª CONAES Conferência de Economia Popular e Solidária do DF. Um encontro potente, cheio de trocas e aprendizados. Foi muito especial pra nós participar, contribuir e caminhar junto, levando nossas vivências, nossas vozes e nosso fazer coletivo.
🌟 E para o encerramento do Sabedoria Preta 2025, vai ter Samba de Coco!!
Com participação de Mestra Martinha 💫
🔝Coco de Quebrada é um grupo formado por jovens que respiram música, em especial a música
nordestina brasileira. Vindo de diversas cidades satélites do DF, eles sentem a mesma
necessidade de fazer o Samba de Coco acontecer não só no centro da cidade, mas também nas
quebradas de onde vivem e assim saudar e ajudar a espalhar a cultura popular, ocupando
espaços por onde passam. Tendo influência direta da mestra Martinha do Coco, que é
Pernambucana mas aplica seus ensinamentos que aprendeu nas fontes do Nordeste aqui no DF
e entorno, o grupo Coco de Quebrada traz em seu repertório também influências de outros
mestres e puxadores de Coco, como Mãe Beth de Oxum, Pandeiro do Mestre, Coco Raízes de
Arcoverde, Jacinto Silva, Ana Lúcia do Coco, dona Glorinha, Zeca do Rolete dentre outros
grandes artistas espalhado por esse Brasil.
@cocodequebrada@darkqueen.dg@_meumundoehoje@eta_mainha_to_indo_sambar