Essa semana eu definitivamente me formei. Foi aquele momento em que se jogam os chapeuzinhos pro alto, sabe? E, junto disso, veio à tona uma história de quatro anos — cheia de surtos, dificuldades e conquistas. Mas aqui, nesse post, venho especificar uma, e digo que é a mais importante e significativa pra mim: meu trabalho de conclusão de curso em Design de Moda.
Foram quatro anos para que eu e a minha dupla realmente fizéssemos algo exatamente do nosso jeito, algo em que acreditássemos, dando o impossível de cada uma, enfrentando o pior obstáculo de qualquer projeto: o medo. Será que conseguiríamos? Queríamos tanto, e tudo. Cada detalhe importava. Seria possível? E sim, foi! Foi porque inúmeras mãos se estenderam a nós, patrocínios que pareciam impossíveis, amigos, familiares… cada um acreditou na cor que queríamos pintar desde o início: a cor do afeto.
Um trabalho que conta a história do nosso país, do trabalho manual, do tingimento natural.
Me emociono escrevendo isso aqui, mas me emociono ainda mais por ter tido pessoas que acreditaram junto com a gente. Por ter a melhor parceira que essa vida poderia ter me dado,
@patybessa_ por ter tido os melhores orientadores ao nosso lado,
@felipegfleury ,
@cacau_claudia_martins e a minha pessoa,
@malusoffner por ter criado a esperança de que tudo daria certo. Agradeço também a cada um que entrou nessa com a gente.
Finalizo assim, afirmando, após muita pesquisa e dedicação: a moda brasileira é ancestral e colorida. 🤍