Fotografado em película no ateliê da artista brasileira Drielly Oliveira, o ensaio nasce de um reencontro com Cris Herrmann, amiga de mais de duas décadas. Sem direção rígida, o trabalho se constrói a partir do que já existia no espaço: tecidos, ceras, argilas e esculturas em processo.
O ateliê deixa de ser cenário e passa a operar como linguagem, enquanto as peças, vindas do acervo pessoal e de garimpos recentes de Cris, se integram ao ambiente, criando uma continuidade sutil entre corpo e espaço. A escolha pela fotografia analógica acompanha esse gesto, preservando uma abordagem mais crua.
Hoje baseada em Paris, Drielly desenvolve uma prática que atravessa escultura, performance e experiências coletivas, como o projeto musical Balancê. Já Cris, inverte os papéis, assumindo a fotografia e o styling de maneira intuitiva. O resultado está aqui.
✍🏼 @viniciusfranciscoalencar