Portugal é um pouco como as drogas. Nunca o deixa ir. Vício. Respira-se o seu ar e não há fuga possível. Talvez pudesse viver noutro lugar, mas porquê? Qualquer pessoa que tenha "provado" este país, mesmo durante uma semana, estará sob a sua influência para sempre. É uma droga que não faz mal, na verdade cura. Uma vez conhecido, não se pode viver sem ele.
Há países mais ricos onde há prosperidade. Em Portugal, o bem-estar é o material da sua vida quotidiana.
Ficarei sempre surpreendido com o oceano. Quando estou em terra, sinto uma calma incrível. Sei que está aqui há milhões de anos e a minha curta vida não é mais do que um grão de areia na praia. Talvez seja assim que aqueles que nasceram aqui se perguntam sobre isso?
Possuir um pedaço de espaço e de tempo que por acaso se tenha enfiado um no outro aqui e agora dentro de si é a própria graça. Penso que sou infinitamente afortunado por ter feito parte dela.
Faz hoje três anos que embarcamos num avião para procurar um apartamento em Lisboa. Já passaram quase trinta anos desde que visitei Portugal pela primeira e última vez na minha vida (apesar de ter saído daqui com a intenção de envelhecer) - o meu amor, que é a razão pela qual vivemos em Lisboa, pisou esta terra pela primeira vez na sua vida.
Tirei mais de 15.000 fotografias da cidade, mas (com a minha moderação incaracterística 😀) só afixei uma fracção disso. Talvez lhe digam algo sobre a atmosfera inimitável de Lisboa, embora fosse preciso um fotógrafo muito mais talentoso do que eu para mostrar como o lugar é fantástico.
Mas o que nenhuma das imagens lhe pode dizer é como o povo português é maravilhoso. Só se pode realmente experimentar isto vivendo entre eles.
Perguntam-me frequentemente se não estou com saudades de casa. Mas eu sinto: sinto-o quando viajamos para a Hungria. Desde o primeiro dia.
Portugal é a minha Terra. 💚❤️
Encontrei a minha terra 💚❤️🇵🇹 - As caras de Lisboa 117.
Hazára találva - Lisszabon arcai
#encontreiaminhaterra
#carasdeLisboa #hazáratalálva
#BoaLisBoa #perdidoemLisboa #lisbonmoves #minhalisboasecreta #aminhalisboa #MyPerspectivePt #mylisbonhistory #perdidoemPortugal #retratosdavida
#coresdelisboa .
Aki egy tenger nélküli országban nőtt fel, annak az óceán nem csupán vízfelület, hanem egy megfoghatatlan, lélegző csoda. Emlékszem, gyerekként a térképen csak egy nagy kék folt volt, de itt állva, a sziklák peremén, a sós permetet az arcomon érezve válik csak valósággá a hatalma.
Márai ír így erről az érzésről:
"A hullámzó óceán színe nem mindenütt egyforma. A szárazföld felől sötét, annál sötétebb, minél alacsonyabbról nézed, és itt-ott világos foltok és fények vándorolnak rajta lassan, mint fehér juhok imbolyognak a nyájban. De kint a nyílt óceánon kék a víz."
Ott, ahol a sziklák és a habok találkoznak, még sötét és vad. Aztán ahogy a tekintetünk elindul a horizont felé, a színek átadják a helyüket annak a mély, tiszta kéknek, ami egyszerre ígér szabadságot és ébreszt tiszteletet.
Néha órákig el tudnám nézni ezt a ritmust – a horgászok türelmét, a hullámok monoton kérlehetetlenségét és azt a végtelen kékséget, ami valahol a világ végén összeér az éggel. És néha meg is teszem. 💙
#ocean
#Márai
Segredos de Lisboa
Ei, uma rua no Alfama onde se pode conduzir? 😮
Por vezes, as aparências iludem. Este pequeno beco tem escadas tanto no início como no fim.
Durante o domínio muçulmano, entre os séculos VIII e XII, a arquitetura urbana não procurava espaços amplos e retangulares, mas sim construções densas e orgânicas.
As ruas estreitas e intransitáveis (chamadas becos) dificultavam a ação dos invasores. Um exército estrangeiro podia facilmente perder-se nas curvas, e os habitantes locais podiam defender a área com facilidade a partir das janelas das suas casas.
As casas altas e as ruas estreitas proporcionavam sombra constante, que funcionava como um sistema de arrefecimento natural nos dias quentes de verão.
Os nomes das ruas também são reveladores. É comum encontrar o termo Beco (beco sem saída/beco estreito), o que reflete claramente que estas vias nunca se destinaram ao transporte rápido, mas sim como espaços de convívio isolados e seguros para as comunidades locais. Embora Alfama seja um destino turístico popular, é interessante notar que poucas pessoas podem ser encontradas nestas pequenas ruas escondidas. Não percebo porquê, porque esta é a alma viva da Lisboa antiga.
A imagem mostra uma antena parabólica da época mourisca.
#alfama
"A munka az élet sója" - így mondja Arany János. Természetesen a túlsózott ételt senki sem szereti. Ha a munkánkat helyesen osztjuk be, mindig elkerülhetjük a hajszát.
Mindenkinek boldog május elsejét, aki ma tartja! ⚒️🏗️
"O trabalho é o sal da vida", diz János Arany. Claro que ninguém gosta de comida demasiado salgada. Se dividirmos o nosso trabalho corretamente, podemos sempre evitar a correria.
Feliz Dia do Trabalhador a todos os que hoje o celebram!
#diadotrabalhador
Szerelem - Amor - Love
Lisboa não é um lugar – é um sentimento 264.
Lisszabon nem egy hely – egy életérzés
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#BoaLisBoa #love #amor
O Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa, é um dos mais importantes edifícios religiosos e históricos de Portugal. O seu nome deriva do facto de ter sido construído fora das muralhas da cidade (fora).
O mosteiro foi fundado por Afonso I (Afonso Henriques), o primeiro rei de Portugal, em 1147. Foi um gesto de gratidão pela reconquista de Lisboa aos mouros. O rei prometeu construir um mosteiro se conseguisse tomar a cidade. São Vicente, o santo padroeiro da cidade, foi escolhido como padroeiro e as suas relíquias foram posteriormente transferidas para lá.
Panteão da Casa de Bragança
No século XIX, a antiga sala de jantar do mosteiro foi convertida no panteão real da dinastia de Bragança.
Quase todos os monarcas portugueses estão aqui sepultados, desde João IV (1640) até ao último rei, Manuel II (1910).
Porquê visitar hoje?
Azulejos: Este local alberga uma das maiores coleções de azulejos barrocos do mundo (mais de 100.000 peças), retratando contos de La Fontaine, entre outros.
Vista: O terraço do último piso oferece uma das mais belas vistas de Lisboa, com vista para o bairro de Alfama e para o rio Tejo.
Pode-se argumentar que o mosteiro não recebe a devida atenção na foto (apenas o topo da cúpula da igreja é visível), mas não é por isso que gosto desta minha foto.
Lisboa não é um lugar – é um sentimento 263.
Destinos - Sorsok
Mulheres vestidas ao Sol e à sombra
A Napba és az árnyékba öltözött asszony
Lisboa não é um lugar – é um sentimento 262.
Lisszabon nem egy hely – egy életérzés
Cores nacionais de Portugal - Portugália nemzeti színei 🇵🇹
Lisboa não é um lugar – é um sentimento 261.
Lisszabon nem egy hely – egy életérzés
#encontreiaminhaterra #minimalphotography #hazáratalálva
#BoaLisBoa #perdidoemLisboa
Depois das últimas semanas, é quase inacreditável, mas às vezes o sol também brilha em Lisboa. ⛅
Az utóbbi hetek után szinte hihetetlen, de néha Lisszabonban is süt a Nap. ☀️
Lisboa não é um lugar – é um sentimento 260.
Lisszabon nem egy hely – egy életérzés
#encontreiaminhaterra #hazáratalálva
#BoaLisBoa #perdidoemLisboa
Luzes e sombras - Fények és árnyak
Lisboa não é um lugar – é um sentimento 259.
Lisszabon nem egy hely – egy életérzés
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