COP DAS BAIXADAS

@copdasbaixadas

As baixadas norteando o debate climático! Projetos: @observatoriodasbaixadas @yellowzones
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FALAR DE CLIMA NÃO PRECISA SER COMPLICADO! 🗣️ A COP pode até parecer cheia de termos difíceis, mas quando a gente traduz tudo para a realidade dos territórios, é possível perceber e nomear os impactos do clima dentro da nossa realidade. E é justamente isso que importa: entender o que esses conceitos significam na vida de quem vive a Amazônia todos os dias. 📌 Descomplicar é trazer o debate climático pra perto da gente. É mostrar que por trás de cada palavra técnica existe algo concreto, que afeta nossas casas, nossas águas, nossas florestas e o nosso futuro. É lembrar que a crise climática não é distante e que a resposta pra ela também nasce da gente. 🌱 A gente acredita que todo mundo tem o direito de compreender, construir e participar desse debate. Porque quando o conhecimento circula, a comunidade se fortalece. E quando a comunidade se fortalece, ninguém consegue apagar nossas vozes. ❌ Segue a COP das Baixadas e vem construir a conferência que queremos! ✊🏽
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6 months ago
PROGRAMAÇÃO COMPLETA! 🗣️ Durante a COP30, nossas orgs estarão espalhadas por Belém e pelos territórios, colocando em evidência que o debate climático não se limita aos espaços oficiais da ONU. Ele acontece também nas periferias, onde a crise ambiental é vivida todos os dias e onde as soluções são construídas de forma coletiva, popular e com afeto. 💚 A COP das Baixadas é a expressão da Amazônia viva, da resistência cotidiana e da potência de quem transforma o cuidado com o clima em prática comunitária. A COP não acontece só no centro. Ela pulsa nas margens, nas águas, nos quintais e nas vozes de quem faz a Amazônia resistir e florescer. 🌱 Confere a agenda completa das nossas programações e vem com a gente construir a conferência que queremos, com o povo, desde os territórios. ✊🏽
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6 months ago
A COP das Baixadas chega à COP30 reafirmando que as soluções também nascem das margens, onde o impacto da crise climática é vivido todos os dias, mas também é onde brotam as respostas e soluções mais potentes. 🗣️ Durante a Conferência, as organizações que compõem a coalizão irão descentralizar as pautas climáticas para os territórios, construindo pontes entre a Amazônia das baixadas e o mundo. 🌳 Porque o clima se transforma com as periferias, comunidades tradicionais e dentro dos territórios. ✊🏽
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6 months ago
A COP 30 terminou, mas o que pulsa nos territórios continua. O Ato pela Vida e Defesa do Território mostrou que a COP das Baixadas não é um evento, é um movimento vivo, coletivo, ancestral. ✨ Entre cortejos, tambores, vozes, crianças brincando e a força das nossas comunidades, a gente reafirmou: somos nós que seguramos o futuro com as próprias mãos. ✊🏽 Seguimos plantando sementes de esperança, cuidado e resistência. Seguimos defendendo nossos rios, nossos saberes, nossos afetos. 🌱 Viva quem veio antes, abrindo caminhos! Viva quem está aqui agora, fazendo a luta acontecer! Viva quem ainda vem, sonhando com um amanhã possível! A conferência acaba. A gente fica. 💚
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5 months ago
Hoje, as periferias da Amazônia mostraram mais uma vez a potência que carregam. O ato reuniu gente que acredita no território, que caminha junto e que segue fortalecendo o movimento da COP das Baixadas com coragem, memória e presença. 💛 Cada pessoa que chegou, cantou, puxou palavra, celebrou e reivindicou ajudou a transformar a rua em um grande chamado coletivo por justiça climática e permanência. Foi a prova viva de que a luta não se encerra com a COP 30, porque quem vive o território segue fazendo o rio correr, apesar das tentativas de silenciar e canalizar essas vozes. 🌊 O movimento continua. A conferência passa. A gente fica! ✊🏽
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5 months ago
A gente separou 3 motivos para tu colar com a gente hoje e cada um deles nasce das próprias baixadas, da força de quem vive, cria e resiste nos territórios amazônicos. 🌿 Mas esse carrossel é só um lembrete do que já pulsa há muito tempo: nossas comunidades são fonte de solução, de cultura e de futuro. Quando a gente se junta, a voz do território cresce e é isso que vamos afirmar mais uma vez na rua. 🗣️ Então te organiza aí porque daqui a pouquinho a gente se encontra pra fazer esse chamado ecoar ainda mais longe. ✨ 📍 Gueto Hub – Jurunas 🕓 A partir das 16h
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5 months ago
É HOJE É HOJE É HOJE! 📢 O território chama e hoje a gente responde junto, do jeito que as periferias da Amazônia sempre fizeram: com memória, com presença e com a força coletiva que move o nosso rio, mesmo quando tentam canalizar. 🫵🏽 O Ato pela Vida e Defesa do Território acontece hoje pra reafirmar que a COP passa, mas a gente fica. E que as soluções climáticas já existem aqui, nas baixadas, nas comunidades, nas pessoas que nunca pararam de cuidar da Amazônia. 🌱 Chega junto e faz parte dessa corrente. 📅 06 de dezembro 🕓 A partir das 16h 📍 Gueto Hub – Tv. Quintino Bocaiúva, 3729, Jurunas – Belém/PA
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5 months ago
PROGRAMAÇÃO COMPLETA 🌿🔥 Amanhã, a gente ocupa a rua com tudo aquilo que mantém nossas periferias vivas: memória, cultura, música, corpo e comunidade. 🪘 Uma programação com cortejo, apresentações culturais, DJ, manisfestos, carimbó e muito mais, tudo guiado pela energia de quem constrói a COP das Baixadas no dia a dia, muito antes e muito depois da COP 30. 💚 Porque quando a gente celebra, a gente reivindica. Quando a gente dança, a gente defende. Quando a gente junta, a gente transforma. É hoje: vem viver esse movimento com a gente. ✊🏽 📍 Gueto Hub – Tv. Quintino Bocaiúva, 3729, Jurunas 🕓 A partir das 16h
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5 months ago
É AMANHÃ! 🗣️ Amanhã a gente volta pra rua pra reafirmar que a luta das periferias da Amazônia não depende de conferência: ela nasce do território e permanece com quem vive os impactos todos os dias. O rio que corre na nossa memória segue chamando e é juntes que respondemos. 🌊 O Ato pela Vida e Defesa do Território é o momento de ecoar o que sempre foi nosso: a voz, a força e o futuro construído desde as baixadas. ✊🏽 📅 06 de dezembro 🕓 A partir das 16h 📍 Gueto Hub – Tv. Quintino Bocaiúva, 3729, Jurunas – Belém/PA
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5 months ago
UM CHAMADO! 📢 Crescer nas baixadas de Belém é aprender que nossa luta começa na memória de um rio, um rio que segue correndo, mesmo canalizado, e que sofre as mesmas violências que atingem quem vive ao redor dele. A crise climática é atravessada por desigualdades sociais, econômicas e raciais. E, nas periferias amazônicas, esses impactos sempre chegam primeiro. 🌱 Durante a COP 30, nossa mensagem foi reforçada: as soluções já existem nos nossos territórios. Mas o poder ainda é desigual. E foi assim que a Coalizão COP das Baixadas nasceu, um movimento de base coletivo e periférico, que hoje luta não só por direitos básicos, mas também por cultura, memória e futuro. ✊🏽 As respostas já existem e estão baseadas na natureza, na cultura e no saber ancestral, que inspiram o mundo. 🗣️ O ato é o nosso chamado pra mostrar que a Amazônia fala por si, a partir de quem vive aqui. 📅 O Ato pela Vida e Defesa do Território acontece dia 06 de dezembro, a partir das 16h, no Gueto Hub, no Jurunas.
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5 months ago
Registros do nosso II Festival Yellow Zones, realizado no dia 17/10/2025. Mais uma vez, a beira do rio da Baía do Guajará, sendo protegida com educação, arte e cultura. Atividades pensadas, realizadas para dialogar com os nossos, ocupando o território. Bora pra cima. 🚀 📚 ⛵️ 💙 Realização: @csviladabarca @barcaliteraria Apoio: @fundacaoabrinq @gpbr.belem 🎥 @butter.films
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5 months ago
Exposição “Sabências, Movimentos e Pulsões” Com curadoria de Emerson Caldas, a exposição “Sabências, Movimentos e Pulsões” reúne 13 artistas — em sua maioria paraenses — negros, indígenas, quilombolas e periféricos. A mostra integrou o Culture x Climate Forum da SB62, evento internacional que discute as relações entre cultura e mudanças climáticas. Realizada em parceria entre @entertainmentculturepavilion , @copdasbaixadas e o Gueto HUB, a exposição revela a vitalidade da arte contemporânea da região amazônica, que pulsa no movimento dos passos das pessoas nas ruas, no balançar das águas e nas sonoridades da cidade e dos ventos nas árvores. As obras dialogam com a memória ancestral, a resistência urbana e os gestos cotidianos de cuidado e sobrevivência. A mostra evidencia uma pulsão que atravessa tempo, espaço e território, manifestando-se em cores, corpos em movimento, conceitos e formas de se relacionar com o mundo, numa criação artística que conecta o corpo que trabalha carregando o paneiro de açaí àquele que adentra as matas com passos de dança, pedindo licença para pisar em territórios sagrados, entre o artificial e o natural, o tecnológico e o ancestral. Utilizando linguagens diversas — fotografia, colagem, arte digital, documentações e aparições — os artistas denunciam as violências socioambientais da Amazônia, celebram a vida e imaginam novas formas de proteção ao território, à memória e ao futuro. A exposição também resgata as belezas, afetos e memórias negras das avós, assim como o cotidiano das infâncias quilombolas e as encantarias e histórias que habitam os quintais urbanos. Este cenário plural reforça a potência, sensibilidade e profundidade de um campo artístico contemporâneo negro, indígena, periférico e quilombola, produzindo arte em constante processo de recriação e resistência. Participam da mostra os artistas: O Afrontoso (PA), Júlia Margalho (PA), Murilo Savage (PA), Glenda Beatriz (PA), Potira (PA), Elias Alencar (PA), Dinho Araújo (MA), Fierce (PA), Cíntia Matos (PA), Amarilis Marisa (PA), TAI (PA), Helô Rodrigues (PA) e Rogério Folha (PA).
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5 months ago