Conectedance

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@conectedance Canal de difusão da dança na internet São Paulo, Brasil #conectedance
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Wagner Moura se importa com a dança! Em 2011, Wagner Moura dirigiu o videoclipe “Te Amo”, da cantora e compositora Vanessa da Mata. Marilena Ansaldi, uma das artistas mais importantes da dança brasileira, protagonizou este vídeo lindo e inspirador, que também marcou a estreia de Wagner na direção. Ronaldo Fraga assinou figurinos e cenografia. Foi um encontro de suprassumos da arte brasileira. A música “Te Amo” faz parte do álbum “Bicicletas, bolos e outras alegorias”, lançado por Vanessa da Mata em 2010. No making of do clipe (também disponível no perfil de Vanessa da Mata no YouTube), Marilena fala sobre sua sintonia com Wagner Moura e todos os envolvidos nesta produção. Acesse o link da bio para ver o clipe “Te Amo”. _________________________________________ Marilena Ansaldi (1934-2021) era filha de um cantor de ópera e de uma corista. Cresceu nos bastidores do Theatro Municipal de São Paulo, onde depois tornou-se primeira bailarina. Foi a primeira bailarina brasileira a dançar no Teatro Bolshoi, em Moscou, templo mundial da dança clássica. Em 1975, Marilena promoveu uma grande virada em sua carreira ao estrear o espetáculo “Isso ou Aquilo”, com direção de Iacov Hillel, no Teatro da Dança (que funcionou no então Teatro Galpão de Ruth Escobar, em São Paulo). A partir de então, explorou uma linguagem arrojada, contemporânea, com forte carga teatral. Diretores como José Possi Neto, Marcio Aurelio, Cibele Forjaz e Antonio Araújo foram alguns de seus principais parceiros artísticos. Após um período de afastamento, em 2005, a convite de Ana Francisca Ponzio, voltou aos palcos em “Desassossego”, roteiro de sua autoria a partir do “Livro do Desassossego”, de Fernando Pessoa. Sob direção de Marcio Aurelio, o espetáculo marcou a programação da mostra Dança em Pauta, no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo. Nos últimos anos de vida, a partir de 2016, Marilena participou de espetáculos importantes da Studio3 Cia. de Dança, dirigida por Vera Lafer e Anselmo Zolla. #marilenaansaldi #dançabrasileira #ballet #opera #cinemabrasileiro #musicabrasileira #vanessadamata #wagnermoura @vanessadamata @fragaronaldo @sandradelgado1976 kleber_mendonca_filho
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2 months ago
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1 year ago
O falecimento de Steve Paxton na última quarta-feira, 21 de fevereiro/2024, causou comoção no mundo da dança. No site Conectedance (link na bio) está disponível uma entrevista concedida por Paxton a Ana Francisca Ponzio, publicado pelo jornal Folha de S.Paulo em 2000, quando ele veio pela primeira vez ao Brasil, a convite do Estúdio Nova Dança e do Sesc São Paulo. No acervo do Conectedance também há dois vídeos exclusivos, com entrevistas com Lisa Nelson, parceira artística de Paxton, com informações importantes sobre o trabalho dos dois. Um dos vídeos mostra trechos de uma gravação histórica do dueto “PA RT’, apresentado em 1983 em Nova York, por Lisa e Paxton. Personalidade do pós-modernismo americano, Steve Paxton tornou-se conhecido como o inventor da improvisação de contato, técnica que promove um diálogo corporal por meio de toque, peso e pressão, entre duas ou mais pessoas. Entre dançarinos e coreógrafos contemporâneos, a improvisação de contato tornou-se um instrumento referencial de técnica e linguagem. Steve Paxton era admirado e amado em todo o mundo. Com generosidade e uma simplicidade cativante, disseminou conhecimentos luminosos entre gerações da dança contemporânea.
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2 years ago
A temática delicada e complexa do corpo em processo de transição de gênero é o foco de “Encarnación”, que o ator e dançarino Flow Kountouriotis apresenta até 18 de fevereiro no Sesc Pompeia (rua Cleia, 93 – São Paulo, SP). Quinta a sábado às 21h30. Domingo às 18h30. A obra investiga a produção de novas identidades possíveis através de tecnologias diversas, softwares, próteses acionadas no corpo do bailarino. O espetáculo é definido, pelo autor e intérprete, como uma “fábula especulativa” – “uma insistente reflexão sobre as manifestações de ficção de gênero que trazemos em nossos corpos”. Saiba mais no site Conectedance (conectedance.com.br / link na bio). @flowkountouriotis @sescpompeia
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2 years ago
Em 1977 surgiu em São Paulo uma companhia de dança – a Cisne Negro – que colocou em foco não só um grupo que se tornaria um dos principais do Brasil, como também uma personalidade que faria história: Hulda Bittencourt (1934-2021). Para celebrar a trajetória e a importância de Hulda, que em 2024 completaria 90 anos, a Oficina Cultural Oswald de Andrade está inaugurando a Ocupação Hulda Bittencourt: uma História com a Dança. De 25 de janeiro a 2 de março, esta exposição que ocupa o cineclube, o vão central da área de convivência, a galeria e o hall da Oficina, exibirá mais de 100 peças – entre vídeos, fotos, figurinos e partes de cenários. É um acervo que proporciona uma compreensão sobre a história e o trabalho de Hulda e que também reflete um percurso da dança brasileira ao longo de quase cinco décadas. Hulda já dirigia em São Paulo sua respeitada escola, quando fundou, em 1977, a companhia de dança. O nome Cisne Negro remetia a um dos personagens do balé O Lago dos Cisnes, um ícone da dança clássica. Meramente um gosto pessoal, que ela sempre citava sem se importar com os que estranhavam o fato de uma companhia de dança de repertório contemporâneo ter um título associado ao balé clássico. Com sua personalidade desbravadora, perseverante e resiliente, Hulda levou adiante a companhia de dança, que logo se firmou pelas qualidades técnicas e artísticas. Agora, com a Ocupação na Oficina Cultural Oswald de Andrade, a dimensão do trabalho de Hulda Bittencourt ganha uma perspectiva histórica. Saiba mais no site Conectedance (conectedance.com.br; link na bio) Foto: acervo pessoal @cisnenegrocia @estudioballetcisnenegro @balletjovemcisnenegro @danybittencourt_turzi @
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2 years ago
Renan Martins, coreógrafo e performer brasileiro que vive entre Porto (Portugal) e Heidelberg (Alemanha), apresenta no Sesc Vila Mariana (SP) o espetáculo “Hélio”. Nesta sexta e sábado – 19 e 20 de janeiro/2024. A criação é uma ode à vida de Hélio Martins de Souza, avô materno do coreógrafo. Explorando os temas de autenticidade, originalidade e apropriação, Renan Martins lança o desafio de trabalhar com a peça "Drumming", concebida há 50 anos pelo compositor norte-americano Steve Reich. Como numa expedição interior, ele percorre um arquivo pessoal de danças folclóricas, sociais e populares, enquanto dialoga com sua própria experiência como bailarino na Europa, nos últimos 15 anos. Hélio Martins de Souza foi professor de dança de salão e um apaixonado pelo samba carioca e pela cultura de rua. Sua história acabou influenciando o percurso artístico de Renan Martins. Saiba mais no site Conectedance – conectedance.com.br (link na bio). Foto: Pedro Sardinha @renanmartinsworks
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2 years ago
“Tríade Tour Fábrica”, passeio lúdico, poético, sonoro e dançante no Sesc Pompeia, marca o início da programação de dança de 2024. Este “audiotour coreográfico interativo site-specific” é realizado pelo Núcleo Tríade, grupo de São Paulo fundado por Adriana Macul e Mariana Vaz, que desenvolve pesquisa em dança, performance e arte urbana. Segundo o Núcleo Tríade, a ação busca valorizar e difundir a história da idealização revolucionária do Sesc Pompeia, “fábrica de sonho e esperança, ode à liberdade e ao encontro, plasmada e erigida durante a ditadura civil-militar”. Ao mesmo tempo que traça um passeio pela história, lança um olhar para a atualidade, diante do crescimento das grandes cidades e os fenômenos socioespaciais urbanos. “Tríade Tour Fábrica” tem duração de 60 minutos e fica em cartaz no Sesc Pompeia de 9 a 19 de janeiro/2024, de terça a domingo, com sessões às 11h e 14h. Saiba mais no site Conectedance (link na bio) – conectedance.com.br @nucleotriade
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2 years ago
O balé “O Quebra-Nozes”, uma tradição mundial da época de Natal, é encenado no Brasil, há 40 anos, pela Cisne Negro Cia. de Dança. Neste final de 2023, a companhia paulistana fundada por Hulda Bittencourt, apresenta “O Quebra-Nozes” no Auditório Ibirapuera (anteriormente era apresentado no Teatro Alfa, que inacreditavelmente fechou suas portas neste ano). A versão do grupo Cisne Negro para o “O Quebra-Nozes” tornou-se referência brasileira por ser a única a encenar o balé com regularidade nos finais de ano. Mas, neste ano, o Balé Teatro Guaíra, sediado em Curitiba (PR), também apresenta uma grande produção de “O Quebra-Nozes” (foto), que reúne, pela primeira vez, todos os corpos artísticos do Centro Cultural Teatro Guaíra. Além da companhia de balé, o espetáculo envolve a Escola de Dança Teatro Guaíra, G2 Cia de Dança Teatro Guaíra e a Orquestra Sinfônica do Paraná. Ao todo, participam mais de 150 artistas. Desde o final da década de 1960, o balé “O Quebra-Nozes” é dançado por inúmeras companhias de balé em todo o mundo nos finais de ano, em temporadas que se estendem de dezembro a janeiro. As principais companhias americanas de dança geram cerca de 40% das suas receitas anuais de bilheteria com as apresentações de “O Quebra-Nozes”. A música é de Tchaikovsky e tornou-se uma das mais famosas composições tanto do universo do balé quanto do próprio compositor. É também conhecida pela utilização da celesta, instrumento musical que Tchaikovsky descobriu em Paris. O som luminoso da celesta, semelhante a sinos, serviu perfeitamente ao ambiente de conto de fadas de “O Quebra-Nozes”, intensificando a magia da dança da Fada Açucarada, um dos grandes momentos do espetáculo. São Paulo: “O Quebra-Nozes” da Cisne Negro Companhia de Dança, dirigido por Dany Bittencourt, fica no Auditório Ibirapuera até segunda-feira (19/12), com apresentações às 20h. Curitiba: “O Quebra-Nozes” do Balé Teatro Guaíra, dirigido por Luiz Fernando Bongiovanni, está sendo apresentado no Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto, o Guairão, até dia 20/12, às 20h. No domingo, 17/12,, o espetáculo começa às 17h. Saiba mais no site Conectedance. Foto: Maringas Maciel
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2 years ago
O evento Ensaios Perversos, dirigido por Ricardo Gali em São Paulo, comemora 10 anos com festa neste domingo (10/12) e programação que inclui conversa, performance e DJ. Ensaios Perversos sempre acontece em um local especial da cidade de São Paulo, promovendo bate-papos, provocações, apresentações de performances em processo ou prestes a estrear, além de festas com DJ. Na comemoração de seus 10 anos, acontecerá no Greta Galpão, um espaço multidisciplinar, acolhedor, situado próximo ao metrô Vila Madalena. A casa abrirá às 15h para receber os participantes do Conversa sem Fim, marcado para as 16h. Será um bate-papo com Alejandro Ahmed e Ana Teixeira, sobre o tema “Irreversibilidade e vida: o tempo nos corpos que dançam”. Às 18h, o programa Preliminares começa com apresentação de Célia Gouvêa em “Nada”, uma obra em processo que emerge do desejo de despertar os sentidos e experimentar estados de esvaziamento, buscando conexão com o âmago do ser. Às 19h, Rebeca Tadiello (foto) apresenta Estudos sobre mover, um solo em desenvolvimento que explora como imagens relacionadas à “segmentação” se transformam em movimento. A partir das 20h, o DJ Orum comanda o Dance Floor, levando o público a uma viagem musical atemporal e repleta de ritmos envolventes, como música afro-brasileira, house, pop e disco. A festa segue até às 22h. Greta Galpão: Rua Pedro Soares de Almeida, 104, Vila Anglo Brasileira – São Paulo (SP). @ciaperversospolimorfos @rebecatadiello
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2 years ago
Uma preciosidade cênica está em cartaz até 14 de dezembro, sempre às quartas e quintas-feiras às 20h, no Centro de Pesquisa Teatral do Sesc São Paulo (CPT-SESC). O espetáculo de teatro-dança “O Poço da Mulher-Falcão” contém todo o refinamento estético que marca o trabalho de Emilie Sugai (@emilie.sugai ). Inspirado na obra do poeta, dramaturgo e místico irlandês William Butler Yeats (1865-1939), “O Poço da Mulher Falcão” conta com participação especial de Toshi Tanaka. Emilie divide autoria e direção com Fabio Mazzoni. As sonoridades das vozes, que pontuam a trilha sonora, somam magia ao espetáculo. Além dos personagens da peça, a encenação dá vida a seres imaginários, numa referência à obra de Jorge Luis Borges. “O Poço da Mulher-Falcão” aborda a eterna busca da natureza humana pela imortalidade e a procura pelo inacessível. Um espetáculo muito especial! Saiba mais no site Conectedance: link na bio (conectedance.com.br). Foto: Danilo Cava
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2 years ago
Artista plástico e diretor de dança, o japonês Takao Kusuno (1945-2001) chegou ao Brasil em 1977. Embora não chamasse sua produção de butô, ele teve papel importante na introdução, difusão e atualização de referências desse conceito de dança no Brasil. Takao estabeleceu-se em São Paulo, formou e influenciou muitos artistas brasileiros da dança, entre eles Key Sawao e Ricardo Iazetta que, agora, junto de sua companhia – a key zetta – estreiam hoje o espetáculo “Coisa que move - Danças para Takao”, no Sesc Pinheiros. O elenco que interpreta este tributo a Takao Kusuno reúne, além de Key Sawao e Ricardo Iazetta, Beatriz Sano, Carolina Minozzi, Marco Xavier, Mauricio Flórez e Pedro Galiza. Hideki Matsuka soma refinamento à concepção do espaço cênico. “Coisa que move – Danças para Takao” fica em cartaz na Sala de Oficinas (2º andar) do Sesc Pinheiros até 13 de dezembro (terças e quartas às 20h). Foto: Ethel Braga
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2 years ago
“O maravilhoso, segundo o historiador Jacques Le Goff, ‘é um contrapeso à banalidade e à regularidade do cotidiano’. E é no contrapeso da escuridão, decorrente de um eclipse solar, que emerge das sombras a iluminada criação do Laboratório Siameses, um circo do dia que virou noite.” Em resenha crítica sobre o espetáculo “Circo da Meia-Noite”, Solange Argon taz seu olhar muito especial sobre esta criação do Laboratório Siameses, companhia de dança dirigida por Mauricio de Oliveira. Em cartaz até 26 de novembro no Galpão de Folias (rua Ana Cintra, 213 – Santa Cecília – São Paulo, SP), “Circo da Meia-Noite” tem apresentações de quinta a sábado às 20h e aos domingos às 19h. Saiba mais no site Conectedance: link na bio (conectedance.com.br) Foto: Willian Aguiar (@wcmaguiar )
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2 years ago