Neste Dia do Trabalhador, reforçamos um debate urgente: o fim da escala 6x1!
E quando a gente fala em justiça social e climática, também estamos falando disso, não existe equilíbrio com a natureza em um sistema que exige produtividade infinita. A escala 6x1 mantém um sistema que concentra riqueza e distribui exaustão, enquanto poucos lucram, milhões vivem sem tempo, sem saúde, sem direito ao bem-estar e ao DESCANSO.
Descansar é um direito, não um privilégio, pelo fim da escala 6x1! ✊🏾✨
#DiadoTrabalhador #FIMDAESCALA6X1
A transição climática no Brasil está sendo pensada para quem? A ocupação do porto da Cargill, em Santarém, mostrou as contradições de um modelo que se apresenta como “sustentável”, mas segue avançando sobre rios, territórios e modos de vida na Amazônia.
A revogação do Decreto nº 12.600/2025 foi fruto da resistência indígena, ao mesmo tempo em que revela os limites de uma política que ainda prioriza interesses do agronegócio.
“A chamada transição verde pode estar apenas atualizando, com nova linguagem, velhas formas de destruição.”
Que modelo de desenvolvimento está em jogo, e até que ponto essa transição é, de fato, justa?
📲 Confira o artigo completo no site do Comitê COP30.
Artigo | Em um cenário de instabilidade global, com conflitos no Oriente Médio, alta nos combustíveis fósseis e impactos da guerra na economia, a cooperação multilateral se mostra ainda mais essencial para viabilizar o afastamento dos combustíveis fósseis.
Muito se fala em uma transição “lenta e ordenada” para garantir estabilidade econômica. Mas que estabilidade é essa? Não é possível proteger algo que não existe.
A transição que precisamos exige mais do que ajustes: demanda compromisso real com justiça.
Porque, no fim, Transição Justa é sobre pessoas: proteção social, trabalho digno e diálogo social.
🔗 Leia o artigo completo em: comitecop30.org 📱
O Dia Mundial da Água, celebrado hoje em 22 de março, nos lembra que esse recurso essencial à vida não é infinito.
Criada pela ONU, a data chama atenção para o uso responsável, o acesso como direito e os impactos das mudanças climáticas.
Mas, enquanto esse debate acontece, rios estão sendo contaminados, explorados e disputados em diferentes partes do Brasil.
A água sustenta a vida, mas também está no centro de conflitos.
Cuidar da água hoje é entender essas conexões e defender o que ainda mantém nossos territórios vivos.
A cultura da floresta é tecnologia social. É o conhecimento acumulado por gerações que atravessa cidades e ensina a cuidar da terra sem destruir a vida. É o saber que permitiu que povos indígenas e seringueiros mantivessem este território vivo até hoje.
Valorizar a cultura da floresta é defender territórios, fortalecer comunidades e imaginar futuros onde a vida continue possível.
O Comitê Chico Mendes te convida a se reconectar com a cultura de floresta que vive aí, dentro de você. Vem cultivar essa ideia com a gente? 🌳💡
#CulturadeFloresta #CaminhodeFuturo
O que mudou, de fato, do pau de arara para o transporte coletivo de hoje? 🚌
Apesar das diferenças visuais, muitos problemas seguem os mesmos, desconforto, superlotação e pouca prioridade para quem depende do sistema.
Discutir ônibus elétricos também exige enfrentar essa lógica e pensar em mobilidade com qualidade, segurança e menos impacto ambiental.
Dia de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas, João Leão propõe olhar para a crise climática a partir da Amazônia e das juventudes que vivem na região.
Os impactos do desmatamento, das queimadas e dos eventos climáticos extremos já fazem parte do cotidiano amazônico e alerta para a urgência de colocar os territórios e seus povos no centro do debate climático global. Leia o artigo completo em comitecop30.org
🌎 16 de março, Dia Nacional da Conscientização sobre as Mudanças Climáticas
As mudanças climáticas não estão apenas nos grandes debates globais. Elas também aparecem no cotidiano das cidades da Amazônia. No Norte do Brasil, muitas capitais estão entre as piores nos índices de arborização, o que agrava problemas como ilhas de calor, enchentes e aumento das temperaturas.
Estudos indicam que Belém pode se tornar a segunda cidade mais quente do mundo até 2050, com cerca de 222 dias de calor extremo por ano. Isso é umas das consequências das mudanças climáticas.
Com a urbanização desordenada, árvores foram substituídas por asfalto e concreto, reduzindo sombra, impermeabilizando o solo e piorando a qualidade do ar.
Repensar a forma como nossas cidades são planejadas também é uma forma de enfrentar a crise climática.
E na tua cidade, o que tu percebes que contribui para as mudanças climáticas? Conta aí
Algumas produções que passaram pela maior premiação do cinema e trazem reflexões sobre meio ambiente, clima e relação com a natureza.
Confira também onde assistir:
📍Uma Verdade Inconveniente – Netflix
📍 Professor Polvo – Netflix
📍Lixo Extraordinário – MUBI ou YouTube (aluguel)
📍A Forma da Água – Disney+
📍WALL-E – Disney+
📍Snow Bear – YouTube, canal The Art of Aaron Blaise
💡 Salva essa lista para maratonar e conta pra gente: qual desses você já viu?
No Dia das Mulheres, a pesquisadora Thamyres Costa nos lembra que o afeto também é uma tecnologia de sobrevivência.
Entre racismo, mudanças climáticas e transformações nos territórios, mulheres amazônidas seguem produzindo ciência, registrando memórias e construindo futuros possíveis.
Cuidar do mundo também passa por cuidar umas das outras. Feliz Dia das Mulheres 💜🌿
Você sabe quem segura o mundo quando ele desaba? As mulheres. São elas que mantêm a família em pé na guerra, que buscam água na seca, que reconstroem tudo depois da tempestade. Mas a ONU, em 80 anos, nunca teve uma mulher como Secretária-Geral.
Mais do que representatividade, ter uma mulher nesse cargo significa trazer para o centro do poder quem entende de recomeçar, proteger e resistir. As crises têm rosto de mulher. As soluções também deveriam ter. Você concorda?
#ComiteCop30 #onu #mulheres #poder
Carnaval é só brilho e fantasia? Ou também é território e disputa de narrativa?
Quando Bad Bunny misturou política e espetáculo no Super Bowl, ele mostrou ao mundo a potência da arte como mensagem. Aqui no Brasil, as escolas de samba também transformam a avenida nesse mesmo espaço de expressão há décadas.
Em 2026, Dragões da Real, Acadêmicos do Tatuapé, Gaviões da Fiel, Acadêmicos do Grande Rio e Estação Primeira de Mangueira colocam Amazônia, povos indígenas, terra e água no centro do desfile, ampliando vozes e histórias.
Não é coincidência. É escolha artística e política.
Quando o samba canta floresta, fala de lutas reais.
Quando canta rio, ecoa a vida de quem depende dele.
A avenida é festa, celebração e também memória, resistência e mensagem viva, no mesmo espírito de artistas que usam o palco para provocar reflexão.