Gabriel Aires Peixoto

@clemen.te

artista visual ◦ arquiteto ◦ doutorando bordado ◦ desenho ◦ fotografia ✉️ [email protected]
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Foi ao ar a entrevista que dei à @tvufg sobre os resultados da minha pesquisa de mestrado! 🌿✨ No quadro Pesquisa em Destaque, do programa Mundo UFG, pude compartilhar os métodos e registros que compõem minha investigação, além de algumas pistas reunidas durante a pesquisa de campo em Goiânia, materiais que pertencem a esses fluxos de resistência e cura na nossa cidade. Minha dissertação investigou como os saberes com plantas medicinais resistem e se transformam no espaço urbano. Nesse percurso, foram elaborados desenhos, registros fotográficos e mapas, além da coleta de remédios naturais, cartões, folhetos, sementes, ervas desidratadas, receitas, dentre outros. DISSERTAÇÃO: Apagamentos, resistências e transformações dos saberes medicinais com plantas em Goiânia Orientação: Profa. Dra. Adriana Mara Vaz de Oliveira PPG PROCIDADE @ppg_projeto_e_cidade , FAV @fav_ufg , UFG @ufg_oficial Um agradecimento especial à Ana Júlia, Letícia e Fernando da TV UFG pelo espaço e visibilidade à um tema tão caro para mim; ao Marcos pela assistência de produção; e a todos os interlocutores que tornaram este trabalho possível. Confira o vídeo completo no canal da TV UFG! Viva a faculdade pública e a ciência brasileira! 🇧🇷 Apoio financeiro: @cnpq_oficial #UFG #arquiteturaeurbanismo #plantasmedicinais #mestrado #pesquisacientifica
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3 months ago
registros da experimentação com “mandi” no Rio Vermelho, na cidade de Goiás, proximo à um local de coleta de plantas medicinais pelas raizeiras da Pastoral da Saúde Regional Rio Vermelho. primeira obra da série “presságio”, mandi (9,5x4,5cm, bordado sobre algodão cru, 2022) entrelaça as memórias da minha família materna crescendo junto ao Rio Araguaia, em Aragarças/GO e as de Dona Maria ao Rio Vermelho, no município de Goiás. fotografia: @wadsonleles @lewastudioo captação de vídeo e assistente de produção: @victoriarfb #bordado #feitoamao #embroideryart #handmade
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1 year ago
carrinho de milho verde para misci 🩵🌽🤎 O desenho do carrinho de milho, parte das estampas que desenvolvi para coleção de verão 27 da @misci__ , ganhou vida através da parceira junto às bordadeiras de Timbaúba (@casadasbordadeiras ) e @riachuelo , transformando o risco em linha. Fiquei emocionado de ver meu trabalho assim 🤍💐 Obrigado pela confiança e olhar sensível para com a minha arte @aironmartin @lelezanotto 💐🤎🤍 vídeo dos talentosos @serzi.o @rodrigoocampo__ @recruts_
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17 days ago
É com enorme alegria que apresento as obras “Rezar os remédios” e “Garrafadas #2”, criadas para a Casa de Amélia, no Pavilhão de Goiás na @bienaldearquiteturabrasileira . 🌿✨ Representando o estado de Goiás nesta 1ª BAB, o ambiente assinado pelo escritório @arq.benditotraco , das arquitetas @paramaraa e @luyarag , é um manifesto sobre o habitar goiano. Entre tons terrosos e referências ao Cerrado, minhas obras buscam conectar essa arquitetura aos rituais e gestos cotidianos que moldam a identidade goiana. Em Rezar os remédios trago bordada a oração da mestra raizeira Maria Luíza Oliveira, um gesto de sacralidade proferido antes do preparo de cada remédio natural. O desenho Garrafadas #2 evoca uma prática etnobotânica das mulheres do Cerrado que, embora em processo de desaparecimento, resiste como cura e memória. Uma honra ver os saberes do Cerrado e a força das nossas raizeiras ocupando espaços e fazendo refletir sobre uma arquitetura que não apenas abriga funções, mas preserva biomas e identidades. Muito obrigado pelo espaço e pela confiança @arq.benditotraco 💐🤍 📷 @luyarag
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29 days ago
Garrafadas #2, 15x21cm, lápis aquarelável Caran D’Ache sobre papel Hahnemühle 130 g/m², 2026. A obra integra uma série de desenhos em andamento na qual investigo as garrafadas artesanais como tecnologias ancestrais de resistência popular. Diante do risco de apagamento dessas práticas, o desenho atua como suporte de memória para um saber-fazer que se reinventa constantemente no cotidiano.
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1 month ago
Rezar os remédios, 20x36cm, bordado sobre linho cru, 2026. “Rezar os remédios” é uma das obras exclusivas que produzi para a Casa de Amélia, projeto do escritório @arq.benditotraco que representa o estado de Goiás na 1ª BAB. A obra traz bordada a oração da mestra raizeira Maria Luíza Oliveira, proferida antes do preparo dos remédios naturais. Rezar os remédios representa o cuidado, a sacralidade e o respeito no trato com as plantas, um saber-fazer popular profundamente imbricado na casa brasileira. Conheci essa oração em 2021, durante a preparação da oficina “Plantas medicinais do Cerrado e benzimento”, em Goiás/GO. A atividade, que integrou a programação do evento “Goyaz 2001 + 20”, foi ministrado por Maria Luíza Oliveira, Adelbiane Campos, Derci Felipe e Gabriel Aires Peixoto. No carrossel, trago alguns registros desse processo, da coleta no Cerrado à manipulação das plantas e ao fazer compartilhado dos remédios durante a oficina. A manutenção do patrimônio imaterial ocorre quando ele é reiterado no cotidiano. Mais do que a simples repetição de um gesto, sua preservação depende da transmissão de saberes e da capacidade dessas práticas de continuarem atribuindo sentido à vida social. No caso dos saberes com as plantas, essa salvaguarda se materializa quando os rituais deixam de ser apenas memória para voltarem a ocupar o espaço da casa e o cuidado com o corpo.
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1 month ago
Fragmentos de um saber-fazer de cura. série. 12 desenhos. A série de desenhos é um conjunto de fragmentos visuais, derivada da minha pesquisa de mestrado que buscou compreender como os saberes ancestrais com plantas se difundem e se espacializam na paisagem urbana de Goiânia. O conjunto representa materiais e elementos presentes no cotidiano dessas práticas na cidade, como arquiteturas, espécies vegetais e instrumentos. Lápis aquarelável Caran D’Ache sobre papel pólen 80g/m².
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1 month ago
bordo peixes para não esquecer que sou feito da mesma matéria que as águas. o peixe é fio, o tecido é rio e eu sou a correnteza. Dourado, 20x27cm, bordado sobre linho cru, 2025. #bordadomanual #handembroidery #embroidery
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4 months ago
se as águas estão comigo eu não me abalo
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4 months ago
A forma como os saberes populares sobre plantas medicinais sobrevivem em meio ao imediatismo de uma capital é o tema central de uma pesquisa de mestrado realizada no @ppg_projeto_e_cidade da UFG. O estudo buscou entender como a "farmácia do povo", baseada em plantas medicinais, resiste às pressões da modernidade. A dissertação de Gabriel Aires Peixoto de Lima (@clemen.te ), que foi orientado pela professora Adriana Mara Vaz de Oliveira, revela como o conhecimento tradicional se adapta, enfrenta a mercantilização e resiste em espaços que vão de quintais domésticos a mercados públicos. A metodologia etnográfica combinou observação e entrevistas semiestruturadas com raizeiros, comerciantes e consumidores. A pesquisa identificou uma tensão entre um saber integrado, vivido nos quintais – espaços de cultivo –, e um saber fragmentado, encontrado nos espaços de comércio. Em uma cidade que suprime cada vez mais o contato com a natureza, o mercado se torna o principal ponto de acesso às plantas, mas esse processo acelera a descontextualização do saber. 👉 Saiba mais sobre a pesquisa em jornal.ufg.br (link na bio!). 📸 Gabriel Aires Peixoto #JornalUFG #UFG #DivulgaçãoCientífica #etnografia #plantasmedicinais
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6 months ago
coisas naturais
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8 months ago
Título: O jardim etnobotânico medicinal como possibilidade de entrelaçamentos na paisagem de Goiás Resumo: O trabalho proposto investiga de que maneira as paisagens acolhem ou suprimem saberes ancestrais de determinados grupos com especial interesse na fitoterapia, conhecimento acerca das plantas medicinais, como importante ferramenta de resistência política, socioambiental e cultural dos povos originários da terra. Neste contexto, o estudo da etnobotânica busca compreender a relação subjetiva dos sujeitos com a paisagem dinâmica, para assim, documentar as tradições culturais e suas dinâmicas próprias. Compreende-se assim, o jardim como um espaço desenhado e produzido a partir de uma “ecologia de saberes”, em constante construção e ressignificação, fomentando assim a conscientização ambiental e sociocultural da paisagem decolonial. Dessa forma, com a troca de conhecimentos entre pesquisador e sujeitos locais no que se refere ao uso de plantas medicinais, é proposto um jardim etnobotânico medicinal na Casa Coralinas, sede da associação de artesãs goianas Mulheres Coralinas (@mulherescoralinas ). Este jardim chamado de Jardim da Memória se constrói a partir das reminiscências do antigo Jardim da Transfiguração, procurando entender as diferentes dimensões das paisagens de cura, no caso da cidade de Goiás. Com o jardim de uso público resultante do entrelaçamento de conhecimentos, sujeitos e paisagens busca-se que o diálogo e a interação entre os saberes científicos e outros saberes contribuam para a preservação da diversidade ambiental e cultural do Cerrado, fortalecendo a relação sujeito/plantas/saberes e discutindo diferentes noções de saúde, direito à paisagem decolonial e biodiversidade. Palavras-Chave: Cerrado; paisagem decolonial; patrimônio; plantas medicinais; saberes. Autoria: Gabriel Aires Peixoto de Lima Orientação: Profa. Dra. Camila Gomes Sant’Anna (@santannacamilag ) Ano: 2022 Softwares: AutoCAD, SketchUp, Lumion, Photoshop. Trabalho de conclusão de curso, arquitetura e urbanismo, UFG.
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10 months ago