Sexta do Filme Amador - Coleção Cinelimite - Cuenca, Brasil, Indianópolis, Yuncler (1978)
Hoje retomamos a série dedicada aos filmes amadores raros da Coleção Cinelimite com Cuenca, Brasil, Indianópolis, Yuncler (1978), um filme doméstico que documenta a viagem de uma família pelo Equador, Brasil, Estados Unidos e Espanha.
Filmado em 1978, o material inclui imagens raras do Rio de Janeiro e de Brasília, registrando o cotidiano da viagem e a experiência de circular por múltiplos continentes.
Neste trecho, acompanhamos a passagem da família por Brasília, com registros da Esplanada dos Ministérios, da Catedral Metropolitana, vista por fora e por dentro, da Torre de TV, do Congresso Nacional, do Itamaraty, do Palácio do Planalto, do Palácio da Alvorada e do Santuário Dom Bosco.
Disponível para assistir no canal YouTube da Cinelimite.
Todos os filmes amadores da Coleção Cinelimite são preservados pelo @ctavcinema , a quem expressamos nossa enorme gratidão por esse trabalho.
Introdução à Restauração Digital de Filmes: Estudos de Caso em Múltiplos Formatos! 🎞️✨
Já pensou em descobrir, na prática, como funciona a magia da restauração de filmes?
Nesta terça-feira, dia 19, a Galeria Letícia Parente recebe uma oficina imperdível com mediação de William Plotnick e Glênis Cardoso. Vamos mergulhar nos estudos de caso da Cinelimite (desde 2023), cobrindo a pós-produção de películas 35mm, 16mm e 8mm.
O que você vai ver na prática: 🎬 Tipos de arquivos e fundamentos do filme analógico; 🎨 Uso do DaVinci Resolve e leitura de scopes de cor; 🔊 Soluções reais para os desafios do som analógico.
💡 Classificação: Indicada para iniciantes e nível intermediário.
🎟️ Ingressos: Disponíveis via bilheteria Outgo. Garanta logo o seu!
⏰ Atenção à pontualidade: Recomendamos chegar um pouquinho antes. A tolerância para atrasos é de apenas 5 minutos, após isso, a fila de espera assume a prioridade. Não vai ficar de fora, né? ⏳🏃♀️
📌PROGRAME-SE
Introdução à Restauração Digital de Filmes: Estudos de Caso em Múltiplos Formatos
19 de maio, terça-feira, às 13h
Galeria Letícia Parente Banco do Nordeste Cultural Fortaleza
Rua Conde d’Eu, 560, Centro (Acessibilidade: Rua General Bezerril, 237, Centro)
Classificação: livre
Entrada gratuita
Ingressos: Outgo
PraTodosVerem: Este post possui texto alternativo
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Esta semana, publicamos um novo texto do crítico e pesquisador Igor Nolasco (@igornolascorm ) sobre o cinema brasileiro em 1968 e sobre Câncer, filme radical realizado por Glauber Rocha naquele mesmo ano.
No texto, intitulado “Não Era Mesmo Uma Revolução”, Igor parte do monólogo de abertura do próprio Glauber para pensar o filme em diálogo com as tensões políticas, estéticas e sociais daquele período, situando Câncer entre o Cinema Novo, o Cinema Marginal e as experiências de invenção que marcaram a virada do cinema brasileiro no fim dos anos 1960.
A partir de suas contradições, improvisos, disputas e parcerias, sobretudo com Hélio Oiticica, o texto propõe uma leitura de Câncer como uma obra atravessada pela violência social, política, de gênero e de classe, mas também como um dos trabalhos mais complexos, provocadores e menos comentados de Glauber Rocha.
O texto completo já está disponível em Cinelimite.com.
Você arrancaria o coração da própria mãe para entregá-lo a uma amante?
Essa é a história de Coração Materno, filme dentro do filme e obra autorreflexiva de Haroldo Barradas. Realizado em 1974, o filme é um marco do cinema piauiense.
Disponível agora em cinelimite.com, como parte da mostra Cinema Marginal Piauiense parte 01: Um Sonho Piauiense.
CINELIMITE E INDETERMINAÇÕES APRESENTAM: ‘INVENTÁRIO DE UM FEUDALISMO CULTURAL NORDESTINO OU FRICÇÃO HISTÓRICO-EXISTENCIAL’ (JOMARD MUNIZ DE BRITTO, 1978)
🔥 Com muita alegria que anunciamos o projeto de restauração digital em 2K realizado numa parceria entre Cinelimite e INDETERMINAÇÕES, por ocasião do programa ‘Tudo aquilo que ferve’, da Sessão INDETERMINAÇÕES, faixa de programação de cinema realizada pela plataforma homônima, desde 2024, no Instituto Moreira Salles.
🎞️ O curta-metragem faz parte das mais de 30 obras em Super-8 localizadas recentemente no apartamento de JMB através do projeto ‘Jomard Muniz de Britto: Preservação, Pesquisa e Difusão’, numa colaboração entre a equipe da Cinelimite e o pesquisador pernambucano Paulo Cunha.
🎞️ Buscando colaborar com a preservação do patrimônio audiovisual brasileiro, ambas instituições somaram forças para reacender as imagens transgressoras e poéticas elaboradas por Jomard Muniz de Britto em criação, neste filme, com o Grupo de Teatro Vivencial.
📌 Com realização da Cinelimite e Plataforma INDETERMINAÇÕES, este projeto conta com apoio da Fundação Itaú e do Itaú Cultural e apoio cultural da Mnemosine Serviços Audiovisuais e Miracéu Audiovisual. A produção executiva foi realizada por Jyan França, com colaboração de Gabriel Coêlho.
📍 O processo de restauração em 2K ocorreu na cidade de Brasília, entre abril e maio de 2026, no Laboratório Digital Cinelimite, sob coordenação técnica de William Plotnick e consultoria da preservadora audiovisual Débora Butruce, a partir de materiais em Super-8 e VHS digitalizados pela Cinelimite com o projeto ‘Jomard Muniz de Britto: Preservação, Pesquisa e Difusão’. A restauração de som é assinada por José Luiz Sasso.
🎬 O lançamento da cópia inédita acontecerá nesta quinta-feira, 07 de maio, às 19h, no Cinema do IMS (Av. Paulista), de forma gratuita. A reprise será no dia 30 de maio, sábado, às 16h, com ingressos a R$10 (inteira) e 5 (meia).
📲 Confira mais informações sobre o projeto de restauração nos sites oficiais da Cinelimite e da INDETERMINAÇÕES.
#preservaçãoaudiovisual #cinemabrasileiro #sessãoindeterminacoes
Filmamos uma entrevista com o multiartista piauiense Durvalino Couto, ator em diversos filmes marginais e diretor de David Aguiar (1975). Neste trecho, ele fala sobre sua abordagem na realização do filme.
David Aguiar segue disponível gratuitamente em cinelimite.com, e a entrevista com Durvalino Couto pode ser assistida na íntegra no canal da Cinelimite no YouTube.
Durvalino Couto Filho flerta com uma estrutura narrativa em David Aguiar (1975), mas o filme acaba se revelando, acima de tudo, uma sinfonia urbana de Teresina e um retrato da jovem contracultura que circulava pela cidade naquele momento no Piauí.
O filme está disponível agora na Parte 01 da mostra Cinema Marginal Piauiense, em cinelimite.com.
Neste clip, Edmar Oliveira comenta o processo de criação de Miss Dora (1974), uma obra fundamental do primeiro ciclo de cinema piauiense.
O filme segue disponível em cinelimite.com, e a entrevista completa pode ser assistido no nosso canal do YouTube.
Você já cruzou com Miss Dora pelas ruas de Teresina, liderando uma revolta de trabalhadores contra a repressão da ditadura militar no Brasil?
Miss Dora (1974), de Edmar Oliveira, já está em exibição na Cinelimite.com como parte da Parte 01 da mostra Cinema Marginal Piauiense!
🩸🥤Entrevistamos Edilberto Costa, ator de Um Sonho Americano (1973), de Arnaldo Albuquerque, e Francisco Araújo, que acompanhou as filmagens. Também conversamos com Bruno Baker e Fabrício Castro, dois curadores do acervo de Arnaldo Albuquerque, sobre suas impressões a respeito do filme. 🧛🏻♂️
A Parte 01 da mostra Cinema Marginal Piauiense já está disponível no Cinelimite.com. Essas entrevistas, junto com muitas outras, podem ser assistidas no canal da Cinelimite no YouTube.
Você já cruzou com os vampiros que vagam por Teresina, no Piauí?
Dizem por aí que bastou uma garrafa de Coca-Cola para criar os monstros…
Um Sonho Americano (1973), de Arnaldo Albuquerque, já está disponível para assistir gratuitamente no cinelimite.com.
Entrevistamos diversos participantes de O Terror da Vermelha (1972) de Torquato Neto.
Nestes vídeos, Edmar Oliveira fala sobre como se tornou o ator principal do filme e comenta as origens da obra; Conceição Machado relembra sua experiência como atriz; Carlos Galvão fala sobre uma exibição especial do filme para Odete Lara e Antônio Carlos da Fontoura; e PJ Cunha, primo de Torquato, oferece uma perspectiva sobre sua atuação e sobre o contexto de criação do filme.