CETY SOLEDAD

@cetysoledad

Crio a partir das conexões entre humano, espiritual, ancestral e tecnológico.🥽🔌⚡
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A VISÃO NUNCA MAIS SERÁ A MESMA! 🥽🔌⚡
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19 days ago
⚡ O MANIPULADOR DE ENERGIA ⚡ Ter consciência da energia e saber manipulá-la é um ato de poder e transformação. Quando entendemos seu fluxo, aprendemos a direcioná-la de forma equilibrada, permitindo que ela nos fortaleça em momentos de decisão e crescimento. O axé, quando bem canalizado, harmoniza tudo ao nosso redor, conectando-nos à nossa essência e ao universo. Nesse estado, nossa força interior brilha como um farol, guiando nossos passos e iluminando o caminho. 📸 @lissahnigra Modelo: @marcosribeiro76
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1 year ago
SANKOFA ELÉTRICA “Para ir adiante é preciso retornar ao passado” COLLAB com a stylist e fotógrafa @lissahnigra . #sankofa #adinkra #afrofuturism #afrofuturismo #mascara #Retomada #arte #art #blackartist #blackart
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3 years ago
Na sexta, dia 15, a residência artística do projeto UPLOAD com o Laboratório 2050 de Artes e Tecnologia ocupa duas galerias do Futuros - Arte e Tecnologia com instalações imersivas, pinturas, impressão 3D e fotografias, além de manifestações políticas e poéticas de 23 artistas. A mostra nasce de vivências, pesquisas e experimentações coletivas, conectando arte, tecnologia e território. Artistas crias do Rio de Janeiro e de outras vivências confluem ideias e investigam a tecnologia para além da ferramenta: como memória, invenção cotidiana e possibilidade de futuro. Á partir das 18h, as portas se abrem para você percorrer a exposição com calma, conversar com os artistas e mergulhar nos processos que atravessam a mostra. Depois, a noite ganha outro pulso com DJ Dabren e B2B Baile do Santo Amaro! 📆 Abertura: 15 de maio 🕑 A partir das 18h 📍 Futuros - Arte e Tecnologia (Rua Dois de Dezembro, 63 - Flamengo) Entrada gratuita
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3 days ago
A cidade que a gente vive hoje não é só física; ela também é digital. O livro “Tecnopolíticas Urbanas: (in)justiças sociais na cidade datificada” chama atenção para um ponto importante: quando a cidade passa a ser organizada por dados e tecnologias, nem todo mundo é tratado da mesma forma. Esses sistemas são criados por empresas, governos e grupos que têm poder de decisão. E isso influencia diretamente quem é visto, quem é atendido e quem é ignorado. A chamada “cidade inteligente” muitas vezes funciona bem para quem já está incluído. Mas, para muitas pessoas, principalmente nas periferias, ela pode significar mais vigilância, mais controle e menos escuta. Algoritmos decidem prioridades. Sistemas automatizados filtram demandas. E, nesse processo, muita gente simplesmente deixa de existir dentro dessas lógicas. Mas essas pessoas não desaparecem, elas resistem. Se organizam, criam suas próprias redes, produzem suas próprias narrativas, e usam a tecnologia como ferramenta para não serem silenciadas. A cidade, então, vira um campo de disputa: entre controle e autonomia, entre invisibilização e presença. Tive a honra de ser convidado pelo grupo @rastroufrj , através dos organizadores do livro @lalitakraus e @tomasdonadio , em projeto financiado pela @faperjoficial , para ilustrar a capa com o Mascarado “O Manipulador de Energia”. Fiquei muito feliz de poder contribuir com a minha arte em um projeto que traz uma discussão tão urgente. No fim, a pergunta continua: Quem está sendo incluído no futuro da cidade, e quem está sendo deixado de fora? ⚡FOTO: @lissahnigra ⚡MODELO (MASCARADO):@marcosribeiro76
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15 days ago
A VISÃO NUNCA MAIS SERÁ A MESMA. Um caminho sem volta, uma vez que você compreende como foi silenciado e passa a enxergar a riqueza da sua ancestralidade, torna-se impossível aceitar a visão limitada de antes. A descolonização traz uma libertação cognitiva, permitindo uma conexão mais profunda, orgânica e honesta com o mundo e com a própria essência. É, acima de tudo, um convite para desaprender o que foi imposto e reaprender a ver a vida com a sabedoria dos ancestrais.
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18 days ago
O Kumpo é o espírito central das celebrações do povo Diola, na região de Casamance, no sul do Senegal, e em partes da Gâmbia, na África Ocidental. Uma figura mística da floresta que carrega sabedoria ancestral, proteção e a conexão entre o mundo dos vivos e o espiritual. Surge nos festivais como uma presença que não pertence totalmente a este plano, move-se com graça e intensidade e fala apenas por meio de um tradutor, preservando o mistério. Ao seu redor, máscaras como Essamaye, Ngomola e Waissa formam um ecossistema simbólico onde cada presença cumpre uma função dentro dessa coreografia espiritual e comunitária. Esses mascarados podem ser compreendidos como tecnologias ancestrais. dispositivos vivos que articulam passado, presente e futuro. A ancestralidade é ativada, o invisível ganha corpo e o espiritual se torna experiência concreta. O Kumpo, coberto por folhas de palmeira, incorpora um espírito da floresta. Sua dança giratória, com tambores e o coletivo, atua como um mecanismo de limpeza e reorganização energética, restaurando o equilíbrio da comunidade. É um portal em movimento. Essamaye, com máscara branca, chifres e vestimenta de sacos de batata reciclados, rompe com a forma humana para afirmar sua natureza espiritual. Seus gestos de disciplina são códigos ancestrais em ação. Ngomola, o “gorila preto”, feito de fios de sacos de arroz tingidos, encarna força e correção. Waissa, em forma de pássaro, representa liberdade, vigilância e conexão com os céus. Juntos, são sistemas vivos de comunicação entre o visível e o invisível, tecnologias ancestrais que seguem atualizando o presente e projetando o futuro. 🇸🇳🥽🔌⚡🇬🇲
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1 month ago
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1 month ago
Mural Afetivo da Zona Oeste. Parte 2. Artista: @cetysoledad Local: Caixa D'Água. Padre Miguel. Rio de Janeiro. Projeto realizado através do edital Fluxos Fluminenses da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro. @sececrj ____________________ . #muralafetivodazo #arteurbana #padremiguelrj #muralismo #afeto
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3 months ago
Cety @cetysoledad se tornou meu irmão. Posso contar com ele pra tudo — do sonho ao surto kkk Sempre acompanhei e admirei o trabalho dele como artista. Mesmo cada um em uma ponta do RJ, a gente se encontrou e se conectou pra se fortalecer. E foi assim que viemos parar na Cidade Tiradentes/SP. Sou muito grato por essa parceria! Captação e edição Belltrame (@bellltramatopeia ) . FICHA TÉCNICA Artista: Ramon Lid (@ramonlid ) Assistência: Cety Soledad (@cetysoledad ), Rasmok (@rafael_rasmok ) e Rote (@rotebc ) Audiovisual: Belltrame (@bellltramatopeia )  e Thomas Nasto (@thomasnasto ) Fotografia: Sueliton Lima (@suelitonlimaphoto ) Produção Executiva e Geral: Juliane Barreto (@ju_barreto ) e Acervo das Anjas (@acervodasanjas ) Assessoria de Imprensa: Bea Mazzei (@beamazzei_ ) Apoio: Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes (@cfcct_ ) Este projeto foi realizado com recursos financeiros do Projeto MAR – Museu de Arte de Rua – Edital nº 13/2025/SMC/CPROG – Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa – SP. #graffiti #graffitisp #graffiti_art #art #cidadetiradentes #errejota
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5 months ago
Esse mural se chama “O Abraço que Guarda”. Ele nasceu do desejo de falar sobre o cuidado, o afeto e o que é construir um lar não só dentro das casas, mas também entre elas. Nas comunidades, o cuidado muitas vezes nasce da necessidade e com tantas mães solo trabalhando e lutando pra sustentar suas famílias, é comum que o papel de cuidar acabe caindo nos ombros do irmão ou da irmã mais velha. E o que me toca é que, na maioria das vezes, esse mais velho ainda é uma criança, mas que já entende, no corpo e no gesto, o que é proteger, acolher e amar. Foi a partir desse sentimento que veio a imagem dessas duas irmãs se abraçando. Elas representam essa rede de afeto que se forma no cotidiano, quando o amor vira responsabilidade e presença. A inspiração vem do símbolo adinkra Eban, da cultura Akan de Gana, que fala sobre o lar, a segurança e a proteção. Pra mim, esse abraço é mais do que um gesto, é a forma mais simples e mais bonita de construir abrigo um no outro. Esse mural afirma que o cuidado não vive só dentro das casas, mas também nos vínculos, nos gestos, nos encontros e na forma como a comunidade se sustenta e se ampara todos os dias. O mural foi realizado no conjunto da Caixa d’Água, em Padre Miguel, através do projeto @muralafetivozo , que promove arte, memória e identidade local, fortalecendo os vínculos com o território. A iniciativa foi contemplada pelo edital Fluxos Fluminenses, da @sececrj . A construção desse mural não seria possível sem o apoio de @iogs81 , na manipulação do maquinário e na pintura, da @Lissahnigra , na pintura e nos registros, a @2050oficial pela disponibilidade do oculos VR e do @f12stencil e família, que colaboraram com o stencil e auxílios. Gratidão enorme a todos os amigos e artistas que foram prestigiar e fortalecer essa ação!
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6 months ago
O ABRAÇO QUE GUARDA ! No meu mais novo quadro, vou mostra o processo e pesquisa de artistas que gosto demais ! A estreia vem com @cetysoledad que parti-la do projeto @muralafetivozo retratando o afeto e cuidado entre família.
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7 months ago