Na semana passada, vivi o dia 23 celebrando São Jorge , mas também pude comemorar São Pixinguinha.
O IV Festival Internacional do Choro de Niterói
@choroniteroi , que aconteceu de 23 a 26 de abril, me deu alguns presentes. Um deles foi poder realizar toda a produção artística: do primeiro contato aos cronogramas de palco e camarim. Outro presente foi levar o choro pra reencontrar os sons que nascem na rua. Entregamos pra Niterói uma programação linda: Teve piano de cauda nas Barcas no horário de pico, Amaro Freitas no teatro lotado, a grandiosa Eliana Pittman dividindo o palco com o Jazz das Minas fazendo o coração acelerar, teve criança tocando flauta feito gente grande e velhinhos dançando feito criança.
Com uma equipe muito disposta e cheia de sorriso, a gente atravessou esses quatro dias (que começaram muito antes) de forma intensa. A arte e a cultura ainda me arrebatam na possibilidade de me surpreender na curva. Agradeço ao sagrado e a Exu por me permitirem ainda me encantar.
E agradeço, principalmente, ao time que fez tudo isso acontecer comigo. Porque é juntinho, com afeto, respeito e cuidado, que a gente constrói as produções mais incríveis.
E a nossa excelência e dedicação pode ser vista e sentida por quem cruza o nosso caminho ✨❤️