Celso Filho
Peça de Escuta, 2025
Impressão digital em papel cartão 350g,
acondicionada em caixa de acrílico transparente
Objeto em vidro acondicionado em caixa de
acrílico transparente
25x25 cm
Celso Filho
Peça de Escuta, 2025
Impressão digital em papel cartão 350g,
acondicionada em caixa de acrílico transparente
Objeto em vidro acondicionado em caixa de
acrílico transparente
25x25 cm
Celso Filho
Peça de Escuta, 2025
Impressão digital em papel cartão 350g,
acondicionada em caixa de acrílico transparente
Objeto em vidro acondicionado em caixa de
acrílico transparente
25x25 cm
Neste sábado e domingo participo da mostra pra onde vou quando não estou aqui?, no Canteiro.
apresento Peça de Escuta, trabalho que integra a pesquisa Instruções para sobreviver até o fim do mundo, desenvolvida em diálogo com Grapefruit, de Yoko Ono.
instruções poéticas que também são gestos, pensamentos, sobrevivências. o que ainda é possível fazer quando o mundo, ou o sentido dele, termina?
o trabalho reflete sobre o lugar da performance e do performer quando o corpo já não está necessariamente em cena quando o ato de escutar, observar e existir se tornam ações performativas em si, e como gestos mínimos podem carregar camadas simbólicas de escuta, relação e persistência.
algumas performances deixam fragmentos materiais, vestígios de uma ação que já aconteceu ou talvez nunca tenha acontecido. esses fragmentos são mais do que restos: quando guardados, deslocados ou exibidos, tornam-se obras em si, testemunhos da passagem do tempo, da persistência do gesto e da impossibilidade de repetir o instante.
as instruções propõem pequenas ações de observação e delicadeza, feitas no mundo e com o mundo. uma tentativa de permanecer em meio ao desmoronamento das coisas.
📍 Canteiro — Rua Purpurina, 434, São Paulo 🗓 Abertura sábado e domingo
Participam da mostra: Araís Bernardo Beatriz Hinkelmann Celso Soares Felipe Pessoa Joana de Fátima Milu Almeida Ricardo Libertino Sonoridades Macaco Fantasma Ultra Martini
As obras foram criadas a partir do repertório de cada participante em diálogo com práticas e discussões sobre a relação da performance com diferentes mídias, tempos, dissidências, rituais e mercados, durante esses três meses de intensa troca.
A mostra reúne ações, imagens, instruções, gestos e sonoridades que investigam o corpo como território de passagem entre matéria e espírito, orgânico e inorgânico, íntimo e político, gesto e pensamento.
Expografia: Beatriz Hinkelmann Orientação: Fabiana Faleiros e Giovanna Langone