ando pensando o quão parecida eu sou com cada um que carrego na mente e no coração.
tudo o que eu faço ao longo desses anos é um esforço para chegar perto da pessoa firmeza que meu pai é para mim. em muito nessa vida, nas correrias, nas brincadeirinhas e nas neuroses, percebo o quão me assemelho a minha mãe (me olho no espelho ou me pego cantando uma música e vejo ela). eu gosto de apreciar as fotos dela novinha, penso na juventude dela e imagino que seríamos amigas.
manter minha cabeça nessas ideias ao longo que meu aniversário veio se aproximando me fez voltar para o lugar que eu jamais deveria ter saído, mesmo acessando outros lugares e ainda com fome de desbravar o mundo.
fora de casa, todo acolhimento que recebi dos meus iguais também me potencializou costurar esses pensamentos, firmar essas memórias.
de coração para coração.
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