É com enorme alegria que anunciamos que a obra “Look Mom I Can Fly” (2024), do artista representado Bruno Lyfe, foi adquirida pelo Pérez Art Museum Miami para o seu acervo, durante a ArtRio, como destaca a coluna de Ancelmo Goes, de hoje, no jornal O Globo.
Em suas pinturas, Bruno Lyfe constrói narrativas que retratam o subúrbio pela perspectiva afetuosa de alguém que vive na região, visando desconstruir estereótipos e destacar a essência, a visualidade e a identidade daquele lugar. Seu trabalho estimula a reflexão sobre o cotidiano em bairros que muitas vezes são excluídos ou repletos de preconceitos, mas que são centrais nas experiências de vida de uma grande parte da população. A partir de fotografias que capturam cenas do dia a dia no bairro Ramos, na Zona Norte do Rio, o artista explora diferentes recortes e composições, incorporando cores intensas, sobreposições e justaposições de elementos, criando um efeito semelhante a uma colagem, onde figura e fundo se misturam. Suas composições são pensadas de forma consciente, editadas e fragmentadas, construídas através de camadas, enquadramentos e acumulação.
Mais informações: [email protected]
Um pouco (de muito) o que rolou nessas 72h de @bruno.lyfe em Lisboa!
Um misto de história, vivência cultural e arte contemporânea. E são só os primeiros momentos!
📷 Pelo olhar do artista
Vêde o fim de quem se expôs pela pátria, imitai-me.
Acrílica e óleo sobre tela
Acrylic and oil on canvas
182 x 196 cm
2026
Trabalho que apresento na @sp_arte desse ano, aprofundando a pesquisa sobre esse monumento emblemático.
Registros analógicos da fotógrafa @figueirogio no meu ateliê para registrar o processo de produção dos trabalhos que estarão na SP–Arte, que abre amanhã em São Paulo, onde participo junto à galeria Galeria Anita Schwartz. @galeria_anitaschwartz
Participo da exposição coletiva “Imaginação Radical: 100 anos de Frantz Fanon”, em cartaz no Museu das Favelas @museudasfavelas em Sao Paulo, de 25 de novembro de 2025 a 7 de junho de 2026.
Com curadoria de Thais de Menezes @thais_demenezes e Jairo Malta @jairomalta , a mostra celebra o centenário de Frantz Fanon, referência fundamental para as lutas anticoloniais e para a radicalização do pensamento crítico no Brasil e na diáspora negra.
A exposição parte da frase “Ó meu corpo, faz de mim um homem que questiona” para criar um campo sensível e político onde o pensamento fanoniano reverbera sobre corpos, linguagens e territórios.
Apresento a obra Estamos aqui como quem guarda o que ainda resta (2025), selecionada pela equipe curatorial do museu.
A Anita Schwartz Galeria de Arte apresenta o catálogo digital de Ventar o tempo, primeira exposição individual de Bruno Lyfe na galeria. Realizada em maio de 2025, a mostra reuniu 12 pinturas inéditas nas quais o artista revisita a memória como campo simbólico e político, reescrevendo histórias e reposicionando corpos e referências silenciadas ao longo do tempo.
Entre o imaginário do subúrbio carioca, a pintura equestre e a azulejaria barroca portuguesa, Lyfe constrói uma visualidade que desloca símbolos de poder e amplia o debate sobre representatividade na história da arte.
📖 O catálogo completo está disponível no link da bio e traz, além de imagens das obras e da exposição, o texto crítico de Lorraine Mendes @vidamaiorqueolattes .
Muito feliz em participar da exposição que inaugura a Casa Brasil, nova fase da antiga Casa França-Brasil, um dos espaços culturais mais importantes do Rio de Janeiro.
A mostra marca o início do novo programa da Fundação Casa Brasil, que reposiciona o prédio histórico com foco em arte brasileira, diversidade e memória.
É uma honra ver meu trabalho compondo esse momento simbólico de reabertura do espaço, agora com uma identidade renovada e voltada para as múltiplas narrativas do Brasil.
CENÁRIO, PRESENÇA E VOZ,
2025 Acrílica e óleo sobre tela
Acrylic and oilon canvas 212 x 138 cm
83.46 x 54.33 in
📍 Casa Brasil – Rua Visconde de Itaboraí, 78, Centro, RJ
🗓️ Visitação de terça a domingo, 10h às 17h
19 de novembro- 15 de março
Feliz em compartilhar que estou participando com a obra “Poder” da exposição “Complexo Brasil”, em cartaz na Fundação Calouste Gulbenkian @fcgulbenkian , em Lisboa.
Com curadoria de José Miguel Wisnik @josemiguelwisnik , Milena Britto @milenabrittoaround e Guilherme Wisnik @guile_wisnik , a mostra propõe um mergulho nas múltiplas camadas que formam os “Brasis”, suas tensões, memórias, afetos e contradições, num diálogo profundo entre passado e presente, entre Brasil e Portugal.
É uma honra integrar esse projeto e ver meu trabalho inserido nessa reflexão ampliada sobre cultura, história e imaginação.
A exposição fica aberta até 17 de fevereiro de 2026.
A cena de hoje não é um desvio: é a continuidade de um projeto de gestão da morte sobre os mesmos corpos, nas mesmas geografias, pela mesma herança de poder. Não é passado, é o método ainda em operação.
-Iconografia do poder, da soberania e da glória.
-Colonialidade e reapropriação crítica.
-Releitura contemporânea.
Dois corpos do rei, 2025
Acrílica e óleo sobre tela
Acrylic and oil on canvas
138 x 136 cm