Estamos trabalhando há alguns meses, junto com o pessoal lindo da @areascentraisbr , para fazer de Porto Alegre o palco de um grande encontro sobre o futuro dos centros urbanos, reunindo gestores públicos, urbanistas, arquitetos, investidores, pesquisadores e especialistas em patrimônio, inovação, sustentabilidade e economia criativa de diferentes lugares do Brasil e do mundo.
Serão quatro dias de trocas, debates, experiências e conexões sobre como tornar os centros urbanos mais vivos, humanos, resilientes e atrativos para as pessoas.
E o time de convidados está incrível: teremos Jan Gehl, online diretamente da Dinamarca; o urbanista brasileiro Carlos Leite; Ayah Mahgoub, do Banco Mundial; além de representantes de mais de 20 cidades brasileiras e internacionais compartilhando experiências e projetos que estão transformando territórios.
Tudo isso em uma programação técnica, cultural e estratégica pensada para quem acredita no poder das cidades e na transformação dos centros através das pessoas. 💛
📅 19 a 22 de maio
📍 Usina do Gasômetro
🔗 Inscrições gratuitas: .br/encontro
Ainda restam algumas vagas. Bora?
Para finalizar o sábado, e ainda sobre o que falei no @gramadosummit , a pergunta que mais ouvi foi:
“Como é que tu tiras tanta coisa do papel?”A resposta é simples: Leitura de Poder. Muita gente vê o resultado final. Poucos enxergam a engrenagem invisível por trás. Hoje, na Prefeitura de Porto Alegre, meu “pé no barro” é ajudar a gerenciar os 5 pilares do Centro+: Recuperação Urbana, Economia e Inovação, Turismo e Eventos, Cultura e Patrimônio e Cuidados Integrais.
E integrar tudo isso não é apenas “conversar com secretarias”. É fazer convergir poder público, iniciativa privada, academia, sociedade civil e patrimônio histórico para o mesmo objetivo. É operar rede. Gerar confiança. Transformar resistência em movimento.
Distritos criativos de sucesso, como Bilbao e Barcelona não nasceram apenas de grandes ideias. Nasceram de conexão, coordenação, engajamento e coragem para executar. E eu aprendi isso da forma mais dura.
Aos 35 anos, enfrentei dois tumores durante uma pandemia e fui demitida no meio do tratamento.Precisei executar um projeto para chegar à minha própria cura.
Ali eu entendi: quem enfrenta a possibilidade da morte desaprende a frase “não consigo”.
Também entendi que velocidade depende de confiança. Quando as pessoas acreditam, tudo acelera. E antes de qualquer coisa, nós precisamos acreditar em nós mesmos.
Talvez por isso eu me conecte tanto com o propósito do Centro+ e com a ideia de “acreditar e viver”.
Porque recuperar um Centro Histórico exige técnica, estratégia e precisão. Mas, acima de tudo, exige vontade inabalável de viver.
Tu não cura um território ignorando a dor. Tu cura trazendo vida: comércio, cultura, inovação, pertencimento e gente ocupando a cidade.
Por isso, a gente não espera o cenário ideal. A gente entrega. Mostra resultado e constrói em movimento.
Porque quem realiza entende: o perfeito não vem antes da ação.E como falei lá: o maior desafio é transformar resistência em resultado, para que ninguém desista.
Bora?
#cancerdemamatemcura🎀 #centrohistórico #boraviver
Apresentar um conteúdo novo é sempre um desafio, principalmente quando ele nasce da prática, das vivências e das experiências que construímos no dia a dia.
A leitura de poder impacta qualquer projeto, iniciativa ou transformação. E talvez a parte mais complexa seja entender que não estamos apenas lendo os movimentos, mas também sendo lidos.
Ser firme nas decisões, sustentar posicionamentos e defender os interesses do órgão que represento muitas vezes significa viver em constante desconforto.
Porque entender pessoas, interesses, contextos e movimentos não serve apenas para conquistar “sins”. Serve também para sustentar muitos “nãos”. E isso muda completamente a forma como conduzimos relações, projetos e decisões.
Por isso, não importa se estamos falando para 2, 20 ou milhares de pessoas. Toda vez que alguém compartilha uma experiência, abre espaço para reflexão, troca e crescimento. Para quem fala e para quem escuta.
É por isso que gosto tanto de estar no @gramadosummit . Já estou no meu quinto ano consecutivo e sempre me agrega, encontro pessoas inquietas, que enxergam possibilidades, falam a língua com a qual me identifico e acreditam que é possível transformar realidades através das conexões e da coragem de se movimentar.
Sou grata ao Share e ao Rafa, que conheci como fornecedor e hoje é amigo, por me fazer enxergar valor no que construo e por abrir espaço para que eu possa compartilhar isso com outras pessoas. E obviamente a todos que aqui estiveram e estão oferecendo ao mundo o que tem.
E fica a reflexão: quantas vezes deixamos de ocupar espaços, compartilhar experiências e reconhecer o valor da nossa própria trajetória sem perceber o impacto que isso pode gerar na nossa vida e na dos outros? Bora?
Bora pro textão?
Ser gestora de território no Centro Histórico mudou a forma como eu enxergo trabalho, impacto e escolha.
Aqui, nada é isolado. E isso também é uma decisão. Uma escolha de governo de olhar para o Centro Histórico, o coração da cidade, priorizar esse território e sustentar uma agenda contínua de transformação foi o que me trouxe para esse programa, o Centro+.
Essas fotos não são só registros bonitos, de diferentes fontes. São pedaços de um sistema inteiro funcionando.
Muita gente ainda olha para esse bairro e vê obra, prédio antigo e bagunça. Eu vejo articulação. Vejo conexão entre o público e o privado, decisões que destravam investimentos e estratégias que reposicionam um território inteiro. Pode parecer discurso para alguns, mas a verdade é que quase nada disso aparece pronto.
O trabalho acontece antes. Nas reuniões, nos alinhamentos desafiadores, na construção de consensos e na organização da governança para fazer as coisas acontecerem. Com muita gente comprometida todos os dias. E é muita gente mesmo. Ainda bem.
Às vezes parece que as tarefas não acabam, quase como uma gincana sem fim. Mas isso também diz muito sobre o tanto de pessoas que acreditam nesse território.
Existe uma parte invisível em tudo isso. E é ela que faz o visível existir. Quando o território responde, com mais vida acontecendo, fica claro que não é sobre um ponto específico. É sobre reconectar um sistema inteiro.
É cansativo, sim. Mas quando a mudança aparece, mesmo que aos poucos, tudo ganha sentido.
Porque, no fim, não é sobre o quanto falta. É sobre tudo o que já está acontecendo e sobre o tanto de gente fazendo isso acontecer.
E isso serve para o território, mas serve muito para a vida da gente também, né?
Por isso, eu escrevo.
No fim, o aprendizado é o que fica. E, por mais complexo que seja, a gente precisa se apaixonar pela jornada para que as metas sejam alcançadas. Bora viver? 💕💪🏻
O termo “stakeholder” pode ter surgido nos anos 60 e se consolidado com R. Edward Freeman nos anos 80, mas a premissa segue imutável: não se toma decisão olhando para um lado só. Óbvio, né?
Então, por que tantos projetos bons, com investimento, planejamento e time, morrem na praia?
Porque travam na hora mais importante: quando precisam lidar com quem realmente decide.
A verdade é que a gestão de stakeholders vai muito além da teoria. Ela envolve leitura de poder, conflitos de interesse, influência, gestão e posicionamento sob pressão. E isso não se resolve com diagrama bonito, com o famoso mapeamento. Se resolve com leitura correta e ação no tempo certo.
É exatamente isso que eu quero levar para Gramado, uma mentoria mais “pé no barro”, focada nos desafios reais do dia a dia:
“Leitura de Poder: a habilidade que separa quem planeja de quem realiza"
O que vamos dominar em 1 hora?
✅ Leitura de poder
Identificar quem realmente destrava o seu acesso e acelera decisões.
✅ Engrenagem da influência
Saber como se comunicar com cada ator para alinhar interesses e avançar.
✅ Posicionamento sob pressão
Comunicar com segurança, sustentar decisões e não perder o projeto no meio do caminho.
E qual é o Brasil que que a gente quer?
Menos desgaste, mais clareza e mais velocidade na execução.
Bora transformar resistência em resultado?
📅 06/05 | 14h 📍 Sala GS Premium — Gramado Summit
Vai estar no @gramadosummit ? Te espero lá.
Bora? Tem tanta vida para ser vivida ainda nesse Viaduto da nossa Portinho gente, são tantas mãos, tantas vontades de colocar isso funcionando como um espaço vibrante, ai ai… 💪🏻💕🌻
Um grande #ᴛʙᴛ do dia que chamei a @averimaquiadora , com seu talento milagroso, para realçar os meus traços e me deixar na régua para falar de Centro Histórico no @southsummitbrazil 💕
Neste lugar que abre espaço pra tanta troca, conexão e novas possibilidades e o melhor: aberto ao público e gratuito!
Bora falar sobre desafios, Centro Histórico, inovação e impacto real? Só o que gostamos.
Vai ser um encontro cheio de propósito, boas conversas e construção coletiva. Não é, @marcelovib ? 😊
Obrigada pelo convite e pelo apoio ao nosso Centro, sempre tão importante contar com instituições que acreditam e constroem junto. @unisenacrs
Eu, tu e tantas outras mulheres tentando dar conta de tudo… mas, no meio disso, quantas vezes a gente deixa de cuidar de nós mesmas?
A verdade é simples: existe um compromisso que não pode ser adiado. A nossa saúde.
A prevenção ao câncer de mama salva vidas. Quando descoberto cedo, as chances de cura são muito maiores. Não é só sobre números é sobre histórias, famílias, futuros…
Se cuida. Se prioriza. Te olha com carinho.
Prevenção é um ato de autocuidado 💪🏻💕
Bora viver?
Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?
Hoje eu resolvi participar da Corrida do South Summit, pela primeira vez 💪🏻😅
Teve cansaço, teve dúvida, teve gargalhadas mas também teve apoio. Meu time querido me esperou para a largada. A Ray minha fiel escudeira me guiou e motivou no caminho e ter esses queridos perto fez toda a diferença.
No fim, é sobre isso: a gente acorda cansada, corre atrás, insiste… e não desiste. Todo dia é uma chance de tentar de novo, de melhorar um pouquinho, de se superar.
Hoje eu tô feliz. Feliz pela experiência, pelo esforço e pelo resultado. 💛 bora fazer isso com tudo na nossa vida!?
Ps: um abracinho de gratidão para a @gabirosa1307 , musinha que tirou as fotos 🫰