não faço arte, sou arte.
o ser arte na minha visão é:
saber enxergar o mundo com sensibilidade e beleza
observar a vida sem julgamentos
transmutar-se
manter a criança interna viva
sair do óbvio
contradizer-se
estar aberto ao novo
encontrar poesia no comum
buscar sua verdade
saber sentir suas emoções sejam elas boas e ruins
ser honesto consigo e com o outro
saber enxergar o outro e a vida além do visível
aceitar o caos interno
arrisca-se
ser livre
...
e o mais importante: transformar todo caos e dor em expressão.
que saibamos viver de forma artística ✨
Privilégio sonhar, e viver esse sonho.
Sonhava com esse momento:
Minha primeira viagem internacional.
A organização dessa viagem, veio com muitos processos internos, mudanças, desapegos, muito medo, ansiedades, decisões, mortes e renascimentos.
Antes da viagem tinha uma sensação de despedida, não sabia se iria e não voltaria, ou voltaria e se eu voltasse quanto tempo exato ficaria fora do Brasil. Fui livre para não ter essa resposta. Fui livre pra buscá-la.
Mas voltando, entendo que o sentimento de despedida era algo mais sutil, era interno. Foi uma despedida de uma Marina, e o encontro com uma nova. Eu já sabia que ela existia, mas ainda não tinha encontrado. (Estava perdida por ai andando sem gps haha)
Que de tempos em tempos eu posso ter novas despedidas e encontros comigo mesmo.
Que tenhamos mais boas perguntas sobre a nossa vida do que respostas. São as perguntas que nos deixam em movimento e na direção certa, e que nos fazem olhar para dentro, e é só dentro da gente que a gente encontra a resposta.
Sigo com muitas perguntas e poucas respostas.
Ps: Amando conhecer essa nova Marina, mais madura, adulta, porém ainda muito sonhadora, e querendo viver tudo aquilo que faça seu coração bater mais forte. Que seja verdadeiro e leve.