"(...) O Galpão perdeu uma de suas vigas mestras. Assim como havia perdido com a partida de Wanda. A pergunta que fica é como recolher os cacos e continuar. Porque é preciso seguir em frente. Mais do que tudo, para celebrar a memória dessa mulher extraordinária que sempre rompeu limites, tabus, preconceitos, uma mulher guerreira que segurou a barra da vida, criando dois filhos e ajudando a família, fazendo dignamente um teatro em que acreditava e queria, mais que tudo, continuar fazendo. Sua dignidade e integridade como criatura humana e no exercício de seu ofício, junto com uma desconcertante capacidade de acreditar na vida e de superar obstáculos, é um legado definitivo, não só para o coletivo do Galpão, como para todos nós."
Hoje é aniversário de Teuda – para sempre celebrada.
Sua alegria nos mantém firmes, gatinha! 💙
Trecho do artigo escrito por Eduardo Moreira e publicado hoje, 1° de janeiro de 2026, no Jornal Estado de Minas. Vídeo criado por @felipelespou .
É com imenso pesar que o Grupo Galpão comunica o falecimento de nossa querida Teuda Bara, atriz e fundadora do grupo, aos 84 anos. Teuda faria 85 anos no próximo dia 1º de janeiro.
O velório de Teuda Bara será realizado no foyer do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, a partir das 10h do dia 26 de dezembro. Teuda deixa os filhos André e Admar.
A partida de Teuda representa uma perda imensurável para o Grupo Galpão, o teatro brasileiro e todos que tiveram o privilégio de conviver com ela.
Ao mesmo tempo, fica a profunda gratidão pela alegria, pela força e pela luz raríssima que Teuda espalhou ao longo de tantos anos de vida e criação. Dividir o caminho com ela foi um presente — um exercício diário de amor, generosidade e coragem artística.
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Créditos: Matheus Lustosa, Guto Muniz, Ítallo Vieira, Fernando Lara, Elisa Mendes, Elenize Dezgeniski, Nereu Jr, Dinho Lacerda, Alexandre Rezende
É com grande orgulho e profundo respeito que entrego o Grande Colar do Mérito Legislativo à Teuda Bara, ícone do teatro mineiro e cofundadora do Grupo Galpão.
Teuda tem uma trajetória que se confunde com a própria identidade cultural de Belo Horizonte. Sua presença cênica ímpar, alegria contagiante e engajamento social constante, fazem da arte um instrumento político de reflexão, crítica e celebração coletiva.
A honraria, máxima concedida pela Câmara Municipal de Belo Horizonte, reconhece personalidades notáveis para a história de BH e que, como Teuda, contribuem para a construção de uma cidade mais inclusiva, humana e culturalmente viva.
Obrigada, Teuda, por ser essa figura combativa e de resistência - e por ajudar a fazer de Belo Horizonte a cidade do Bem Viver! 🎖️🎭
#TeudaBara #Teatro #GrandeColar #CamaraMunicipalBH #VereadoraLuizaDulci #ld
O #GalpãoeaPoesia de hoje é com dona Teuda Bara 💙
Poema de Daniella Guimarães de Araújo com imagens do espetáculo “Nós”, com direção de Marcio Abreu.
Curadoria: Antonio Edson
Concepção: Grupo Galpão
Direção e edição: Luiz Felipe Fernandes
Colaboração: Letícia Leiva
Fotografia: Luiz Felipe Fernandes
Som: Daniel Ayer Quintela
Comunicação: Fernanda Lara e Lucy Ribeiro
Assistência de Produção: Fernanda Lara, Letícia Leiva e Zazá Cypriano
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Esta ação é realizada por meio da Lei Rouanet, com patrocínio da @petrobras , @valenobrasil e @cemig
#grupogalpão #grupogalpao #teatrobrasileiro #PetrobrasCultural #culturagovbr #energiadacultura #institutoculturalvale
Neste mês, a gente passou por Betim e Caeté com os espetáculos “Cabaré Coragem” e “De Tempo Somos”!
Foram duas noites quentes, recheadas de belos encontros. Já estamos com saudade! 💙 Alguém aí esteve lá?
Créditos: @poly.acerbi
Esta ação é realizada por meio da Lei Rouanet, com patrocínio exclusivo da @valenobrasil
#grupogalpão #caeté #betim #valenobrasil #teatromineiro
Em 2025 celebramos os 10 anos da estreia de "Doida", espetáculo com Teuda Bara e Admar Fernandes. A peça é uma visita do espírito de Minas, livremente inspirado no conto de Carlos Drummond de Andrade. Com direção de Inês Peixoto e dramaturgia de João Santos, "Doida" já cumpriu temporadas em diferentes cidades do Brasil.
Celebrando uma década de apresentações, o espetáculo está sendo remontado para duas apresentações especiais no mesmo espaço onde estreou: o Teatro de Bolso do Sesc Palladium. Aos 84 anos de idade, Teuda Bara retorna ao papel que revelou sutilezas de seu trabalho como atriz. Pela primeira vez, em "Doida", ela divide a cena com o filho, Admar Fernandes, que também executa ao vivo a trilha sonora.
📆 Serão apenas duas apresentações, dias 13 e 14 de dezembro, e o teatro tem poucos lugares.
🎟️ Garanta já seus ingressos no link da bio.
Será um bonito reencontro ❤️
Fotos: Fernanda Abdo e Adalberto Lima
É com muita alegria que compartilhamos que “Quem Ficou Fui Eu” faz parte da seleção oficial do Festival de Cinema de Marília (@festivalcinemamarilia ).
Reconhecido como um dos primeiros festivais de cinema do Brasil, o evento acontece entre os dias 5 e 13 de setembro, na cidade de Marília (SP).
É uma honra ter nosso filme dentro dessa seleção, ao lado de obras tão potentes do nosso cinema nacional. 🤍
#curtametragem #curta #cinema #cinemabrasileiro #cinemauniversitario #bastidores #curtauniversitario #tcc #espm #alzheimer #quemficoufuieu #teudabara #georgettefadel #cleidequeiroz #doençadealzheimer #demências #festivaldemarilia #mariliasp #festcinemarilia #festivaldecinemademarilia
Teuda Bara e Georgette Fadel no curta-metragem “Quem Ficou Fui Eu”.
Direção de Luiza Pace e Maria Garé
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✏️Viagem pela noite de Minas
09 de julho de 1971.
DOPS, Belo Horizonte.
🌄Um mergulho pelos diários de Judith Malina (@thelivingtheatre ), escritos durante sua prisão em Belo Horizonte, no contexto da ditadura militar brasileira.
Este projeto é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte (N°0047/2024)
🌄Um mergulho pelos diários de Judith Malina (@thelivingtheatre ), escritos durante sua prisão em Belo Horizonte, no contexto da ditadura militar brasileira.
Este projeto é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte (N°0047/2024)
Georgette Fadel e Teuda Bara no curta-metragem “Quem Ficou Fui Eu”.
Direção de Maria Garé e Luiza Pace
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