A animação da mulher que vira bicho ganhou vida e foi pra cidade, em forma de vídeo mapping, que conta com 120 frames, exposto no Festival Amazônia Mapping 2024, no Museu do Estado do Pará.
Há anos atrás eu conheci o festival, em uma das primeiras edições e fiquei encantada com o prédio ganhando vida, parecia algo gigante, bonito e até difícil de alcançar, mas lembro de falar pra minha mãe: “Olha mãe, um dia vai ser eu aí” e nessa edição de 2024 tive o prazer de ver a palavra se concretizar, a potirinha la de tras ficaria muito orgulhosa. Foi emocionante ver a obra ganhar vida e crescer, ainda mais essa específica, que veio como um vômito de tanta coisa entalada. Sigo vendo a menina que vira bicho, a potira encantada, aquela que anseia ser gente, cada dia mais humana e grandona. Muito obrigada @amazoniamapping e todo mundo que esteve junto assistindo e tbm vibrando! ✨🐆
Animação: Potira
VideoMapping e edição de vídeo: Potira
Trilha sonora: Potira
#videomapping #amazoniamapping
Meu anseio mesmo, é escrever do lugar do lugar de gente.
De uns anos pra cá fui acumulando escritas, e como uma boa curiosa tentando descobrir o mundo e a mim mesma, coloquei todas juntas e percebi que o ser bicho é uma das palavras que mais se repete. Porque? 🐆
Parte da exposição coletiva “Sou mulher, sou pessoa, sou corpo. Da mesma forma a chuva não está agradecida por ser pedra” que estive presente com outras quatro artistas de trabalhos incríveis, todas as obras expostas estão disponíveis para venda.
A exposição ficará até o dia 11/04
Aproveitem pra dar uma passadinha!🌟
Um pouquinho do processo de pesquisa e produção da obra Estrela-Guia, que venho trabalhando há alguns meses.
Ela é a materialização da minha raiva, do meu silêncio e de tantos sapos engolidos. É o meu direito de ser uma pessoa completa, que também sente raiva, que sai da perfomance de passividade que sorri pro que me afasta da minha humanidade. Talvez uma vingança que nunca veio. Um feitiço. Mas eu quero deixar pra falar mais sobre ela quando ela estiver de fato acabada.
*Produção livre de moralidade cristã
Passando para convidar todos vocês para a abertura da exposição coletiva “Sou mulher, sou pessoa, sou corpo. Da mesa forma, a chuva não está agradecida por ser pedra”.
Onde vou estar expondo alguns trabalhos inéditos e originais, além de estar muito feliz em participar ao lado de grandes mulheres artistas. ✨
É dia 11/03, amanhã, na @nafigueredo
Av. Gentil Bittencourt, 449 - Nazaré
Todas estaremos com obras disponíveis para venda
Hoje completam 3 dias que desautorizo uma obra de ser divulgada e comercializada após modificações com IA sem consulta prévia e minha decisão não é respeitada, mesmo eu estando totalmente protegida pela lei de direitos autorais.
Onde fui desrespeitada no processo. Na divulgação. Na comunicação da minha oposição. E continuo sendo desrespeitada já que a imagem continua em circulação.
Até quando vão desrespeitar o “não” de mulheres?
Até quando vão desrespeitar mulheres artistas?
Até quando a luta de mulheres negras artistas será tratada de forma secundária e pequena?
Até quando vamos ter que gritar pra ter nossos direitos atendidos?
Sempre agi com compromisso e profissionalismo e assim espero ser tratada. Agradeço a admiração de demais pessoas envolvidas mas reitero aqui que isso é meu trabalho, não é bacanagem, nem troca de favores.
Nesse dia internacional da mulher gostaria de dizer que a minha produção e o meu sucesso não dependem de terceiros. Vocês não conhecem minha trajetória e não tem noção do tamanho da minha garra pra ainda estar aqui fazendo arte, por isso eu não vou ficar calada, não vão me adoecer e eu não passo mais um dia sem dormir por conta disso. Exijo respeito.
Nesta coletiva, cinco artistas mulheres de Belém e Ananindeua expressam, em outras palavras, seu trabalho, sua criação e sua arte como quem ainda precisa ir às ruas em defesa dos direitos das mulheres. Não se trata apenas de uma celebração. A arte das mulheres é, acima de tudo, um ato de coragem, luta e resistência. Ora é chuva, ora é pedra. Desdobrável e múltipla.
.
.
.
SOU MULHER, SOU PESSOA, SOU CORPO. DA MESMA FORMA, A CHUVA NÃO ESTÁ AGRADECIDA POR SER PEDRA
Artistas participantes:
AMANDA MODESTO, ITATIANE MORAES, POTIRA, KA MIRANDA, THAY PETIT
Abertura: QUARTA-FEIRA 11 de março às 20h
Local: Núcleo de Conexões Na Figueredo
Endereço: Av. Gentil Bittencourt, 449 Nazaré
Entrada franca
.
.
.
08 de março Feliz Dia Internacional de Luta da Mulher!
@nafigueredo@mandy_modesto_@itatianemoraes@apotiraa@kamirandarte@thay_pti
“Quero falar de amor ainda” na exposição “transbordária: nenhuma de nós cabe na margem” do @motinspsica 💫
Veleu dmsssss @festivalpsica 🌟
No audiovisual: @tainalealdesign 💛
Dessa vez com microfone na mão pra falar de amor, não pra falar de dor.
.
“Quero falar de amor ainda” exposta na exposição coletiva de mulheres “Transbordária: Nenhuma de nós cabe na margem”
.
A exposição ficará até o dia 7 de março, na Casa Dourada, Rua Dr. Malcher, 15, na Cidade Velha.
Obrigada pela noite mais que especial @motinspsica@festivalpsica@m4m4cyt4 e a minha família e amigos presentes!