Obrigado Porto. 🙏🏻 Um evento como Esta Língua que Nos Une não nasce apenas de uma ideia. Nasce de uma rede de confiança, de cumplicidade e de trabalho. Nasce de pessoas e instituições que acreditam que a língua portuguesa não é apenas um património comum, mas uma força viva de aproximação, criação, cidadania e futuro.
Em nome da APBRA — Associação Portugal Brasil 200 anos, quero agradecer a todos os parceiros que tornaram possível este encontro: à UCCLA, pela visão de uma comunidade lusófona plural e em movimento; ao Instituto Guimarães Rosa, pela presença essencial do Brasil nesta conversa; ao Centro Português de Fotografia, que nos acolheu neste espaço tão simbólico; e a todos os apoios institucionais, culturais, técnicos e humanos que ajudaram a transformar esta celebração numa experiência concreta.
Agradeço também aos convidados, escritores, professores, artistas, mediadores, equipas de produção, comunicação, som, imagem, acolhimento e bastidores. Muitas vezes, aquilo que o público vê é apenas a parte luminosa do evento. Mas por trás dela há horas de trabalho invisível, decisões difíceis, generosidade, paciência e entrega.
E agradeço, de modo muito especial, ao público. Porque uma língua só existe verdadeiramente quando há quem a escute, quem a fale, quem a questione, quem a celebre e quem a leve adiante.
Hoje não celebrámos uma língua imóvel. Celebrámos uma língua em travessia. Uma língua feita de Portugal e Brasil, mas também de África, de Ásia, das diásporas, dos sotaques, das literaturas, das ruas, das memórias e dos futuros que ainda não sabemos nomear.
Que este encontro seja apenas mais um passo na construção de uma verdadeira Cidadania da Língua: aberta, democrática, criativa e capaz de nos reunir sem apagar as nossas diferenças.
Muito obrigado a todos.
José Manuel Diogo | Presidente da Direcção
Antes de encerrarmos, quero deixar uma palavra de gratidão muito sincera.
Um evento como Esta Língua que Nos Une não nasce apenas de uma ideia. Nasce de uma rede de confiança, de cumplicidade e de trabalho. Nasce de pessoas e instituições que acreditam que a língua portuguesa não é apenas um património comum, mas uma força viva de aproximação, criação, cidadania e futuro.
Em nome da APBRA — Associação Portugal Brasil 200 anos, quero agradecer a todos os parceiros que tornaram possível este encontro: à UCCLA, pela visão de uma comunidade lusófona plural e em movimento; ao Instituto Guimarães Rosa, pela presença essencial do Brasil nesta conversa; ao Centro Português de Fotografia, que nos acolheu neste espaço tão simbólico; e a todos os apoios institucionais, culturais, técnicos e humanos que ajudaram a transformar esta celebração numa experiência concreta.
Agradeço também aos convidados, escritores, professores, artistas, mediadores, equipas de produção, comunicação, som, imagem, acolhimento e bastidores. Muitas vezes, aquilo que o público vê é apenas a parte luminosa do evento. Mas por trás dela há horas de trabalho invisível, decisões difíceis, generosidade, paciência e entrega.
E agradeço, de modo muito especial, ao público. Porque uma língua só existe verdadeiramente quando há quem a escute, quem a fale, quem a questione, quem a celebre e quem a leve adiante.
Hoje não celebrámos uma língua imóvel. Celebrámos uma língua em travessia. Uma língua feita de Portugal e Brasil, mas também de África, de Ásia, das diásporas, dos sotaques, das literaturas, das ruas, das memórias e dos futuros que ainda não sabemos nomear.
Que este encontro seja apenas mais um passo na construção de uma verdadeira Cidadania da Língua: aberta, democrática, criativa e capaz de nos reunir sem apagar as nossas diferenças.
Muito obrigado a todos.
Antes de encerrarmos, quero deixar uma palavra de gratidão muito sincera.
Um evento como Esta Língua que Nos Une não nasce apenas de uma ideia. Nasce de uma rede de confiança, de cumplicidade e de trabalho. Nasce de pessoas e instituições que acreditam que a língua portuguesa não é apenas um património comum, mas uma força viva de aproximação, criação, cidadania e futuro.
Em nome da APBRA — Associação Portugal Brasil 200 anos, quero agradecer a todos os parceiros que tornaram possível este encontro: à UCCLA, pela visão de uma comunidade lusófona plural e em movimento; ao Instituto Guimarães Rosa, pela presença essencial do Brasil nesta conversa; ao Centro Português de Fotografia, que nos acolheu neste espaço tão simbólico; e a todos os apoios institucionais, culturais, técnicos e humanos que ajudaram a transformar esta celebração numa experiência concreta.
Agradeço também aos convidados, escritores, professores, artistas, mediadores, equipas de produção, comunicação, som, imagem, acolhimento e bastidores. Muitas vezes, aquilo que o público vê é apenas a parte luminosa do evento. Mas por trás dela há horas de trabalho invisível, decisões difíceis, generosidade, paciência e entrega.
E agradeço, de modo muito especial, ao público. Porque uma língua só existe verdadeiramente quando há quem a escute, quem a fale, quem a questione, quem a celebre e quem a leve adiante.
Hoje não celebrámos uma língua imóvel. Celebrámos uma língua em travessia. Uma língua feita de Portugal e Brasil, mas também de África, de Ásia, das diásporas, dos sotaques, das literaturas, das ruas, das memórias e dos futuros que ainda não sabemos nomear.
Que este encontro seja apenas mais um passo na construção de uma verdadeira Cidadania da Língua: aberta, democrática, criativa e capaz de nos reunir sem apagar as nossas diferenças.
Muito obrigado a todos.
Há sabores que contam histórias. E há histórias que ajudam a aproximar países, culturas e pessoas.
No próximo dia 16 de maio, Lisboa recebe o Soft Opening & Diplomacia Cultural do Cachaça Fest 2026, encontro que celebra a cachaça como patrimônio cultural brasileiro e símbolo de memória, identidade e convivência.
A programação inclui a abertura da exposição “Cachaças do Rio – Destilando Sabor e Cultura, Ontem, Hoje e Sempre”, além de cocktail de inauguração e degustação de cachaças brasileiras na ApexBrasil Lisboa.
Uma celebração do Brasil contemporâneo, da economia criativa e da força cultural da língua portuguesa como território comum de encontros.
📍 ApexBrasil Lisboa
📅 16 de maio
🕒 15h às 18h
#CachacaFest #Lisboa #Brasil #Portugal #Cachaça DiplomaciaCultural CulturaBrasileira Lusofonia EconomiaCriativa RioDeJaneiro APEXBrasil CulturaLusofona BrasilEmLisboa
São Tomé e Príncipe chega a Lisboa através do olhar da RTP África 🌍
No próximo dia 14 de maio, a UCCLA recebe a apresentação da série documental “Africanko São Tomé e Príncipe”, uma viagem por paisagens, histórias, tradições e pela riqueza humana do arquipélago santomense.
Mais do que uma série documental, trata-se de um encontro com uma parte essencial da lusofonia — onde a língua portuguesa continua a construir pontes de cultura, memória e futuro comum.
📍 Auditório da UCCLA — Lisboa
🗓 14 de maio
🕠 17h30
🎟 Entrada livre
A iniciativa reforça a importância da circulação de narrativas entre os países de língua portuguesa e do reconhecimento da diversidade que habita este território cultural partilhado.
#APBRA200 #UCCLA #SaoTomeEPrincipe #Lusofonia #CidadaniaDaLingua RTPAfrica CulturaLusofona LinguaPortuguesa PortugalBrasil200Anos AfricaLusofona
Sobre a presença transnacional da língua portuguesa. Ontem, no fórum Unesp 50, no memorial da América Latina em São Paulo.
@feiradolivrodaunesp@unespeditora
Há uma crise silenciosa acontecendo diante dos nossos olhos: estamos perdendo a capacidade de escutar quem pensa.
Num tempo dominado por notificações, vídeos curtos e indignações instantâneas, a atenção tornou-se o bem mais raro do século XXI. A nova análise de José Manuel Diogo na CNN Brasil toma o Fórum Unesp 50 anos como ponto de partida para refletir sobre a economia da distração, o valor do pensamento profundo e a urgência de recuperar espaço para ideias que não cabem em quinze segundos.
Porque uma sociedade que deixa de ouvir os seus pensadores começa, lentamente, a perder a capacidade de imaginar o futuro.
Leia a análise completa na CNN Brasil.
#CNNBrasil #JoséManuelDiogo #EconomiaDaAtenção
A Unesp celebra 50 anos como se deve celebrar uma grande universidade pública: abrindo as portas ao mundo.
Entre 13 e 15 de maio, o Memorial da América Latina recebe o Fórum Unesp 50 Anos, com Mo Yan, Ailton Krenak, Ana Maria Machado, Lilia Schwarcz, José Eduardo Agualusa, Odete Semedo, Milton Hatoum e muitos outros nomes essenciais do pensamento contemporâneo.
Literatura, cultura, energia, economia, geopolítica e língua portuguesa estarão no centro de uma programação que pensa o futuro a partir do conhecimento.
📍 Memorial da América Latina — São Paulo
📅 13 a 15 de maio de 2026
🔗 Programação: forum50anosunesp.com.br/programacao
#Unesp50Anos #FórumUnesp #Literatura #LínguaPortuguesa #Cultura APBRA BrasilPortugal Lusofonia MemorialDaAméricaLatina
Vou fazer 9 mil km para estar na UNESP — e faço isso com alegria, gratidão e sentido de missão.
A UNESP já é, para mim, uma casa intelectual e afetiva. Uma universidade pública que pensa o Brasil, forma gerações, produz conhecimento e ajuda São Paulo a ser uma das grandes forças científicas, culturais e humanas do país.
Nos dias 13, 14 e 15 de maio, o Fórum Unesp 50 Anos reúne nomes extraordinários da literatura, da cultura, da economia, da política e do pensamento contemporâneo, no Memorial da América Latina. No dia 13, terei a honra de participar de mesas sobre a presença transnacional da língua portuguesa e sobre os futuros possíveis entre Brasil e Europa.
A língua portuguesa não é apenas memória. É território, ponte, economia, cultura e futuro.
Veja a programação, inscreva-se e venha celebrar os 50 anos da UNESP.
Nos encontramos em São Paulo.
#UNESP50Anos #ForumUNESP50Anos #LinguaPortuguesa #Lusofonia #josémanueldiogo