Andy Ayọ̀ Reis

@andyayoreis

⠀⠀ ọmọ órìṣà òṣùmàrè. ⠀݁𝖠𝖱𝖳𝖨𝖲𝖳𝖠-PESQUISADORA & 𝖣𝖨𝖱𝖤𝖳𝖮𝖱𝖠 𝖠𝖱𝖳Í𝖲𝖳𝖨𝖢𝖠 ⠀ 𝘤𝘶𝘳𝘢𝘥𝘰𝘳𝘢 • 𝘩𝘪𝘴𝘵𝘰𝘳𝘪𝘢𝘥𝘰𝘳𝘢 𝘥𝘢 𝘢𝘳𝘵𝘦 • 𝘢𝘯𝘵𝘳𝘰𝘱𝘰́𝘭𝘰𝘨𝘢 𝘷𝘪𝘴𝘶𝘢𝘭
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“𝙤𝙙𝙚 𝙖𝙤 𝙧𝙚𝙚𝙣𝙘𝙖𝙣𝙩𝙖𝙢𝙚𝙣𝙩𝙤” para afirmar o olhar no que é sutil & aprender a ler o mundo com a ponta dos dedos.
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5 days ago
eu tô me sentindo radiante com as coisas que eu venho criando, parece que eu engoli estrelas, me sinto inteira, me vejo como uma alquimista das cores e que há um sol nascendo da minha ori, venho me reconectando a minha melhor versão & que mesmo que eu me perca no caminnho tenha a paciência necessária em acertar o passo novamente.
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4 days ago
ver beleza na sutileza!
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5 days ago
“o cotidiano é uma extensão do sonho. eu só posso viver de um jeito possível se eu conseguir sonhar.” foto 8: “a vida não é útil” de ailton krenak, livro que estou lendo pro clube de leitura “intelectualidades marginais”.
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14 days ago
“eu sou a energia que crio com encantaria, equilíbrio e movimento, meu caminho se transforma.”
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14 days ago
tenho a canção dos pescadores.
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17 days ago
amba werá “altar brilhante” busquem pelo coral amba werá, é um coral indígena da aldeia tekoa pyau no território do jaraguá, são paulo, formado pela etnia guarani mbya, tendo mais de 20 anos de atuação é conhecido por entoar cantos ancestrais!
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20 days ago
uma artista é uma criança que insistiu.
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29 days ago
encantar o ordinário!
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2 months ago
estudos para a minha próxima tela: paleta de cores central, elemento principal sendo o ar representados pelo arquétipo da borboleta & o leque.
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3 months ago
dormir na esteira representa o retorno ao princípio da vida, o reencontro com a sua ancestralidade, para ter contato com o elemento que lhe deu vida: a terra! a esteira é sagrada pra gente que é de candomblé, não se pode nem pisar de sapato nela em muitas casas, antes de se sentar ou deitar em uma a gente pede licença e nunca em hipótese alguma durma de barriga pra cima quando estiver nela, é nos ensinado desde o abianato que se deve ter muito respeito pela a mesma, mas o mais sagrado pra mim é saber que a produção da “eni” feita de palha de taboa foi o que colocou comida na mesa dos meus pais, minhas avós tanto materna quanto paterna produziam coincidentemente elas para vender no interior do estado da bahia, para além dos mistérios do candomblé a esteira de palha foi o que permitiu que eu estivesse aqui hoje.
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3 months ago
pequeno compilado do que tenho visto, lido e vivido, atravessado pelos saberes orais, cosmologias, memória coletiva e pela imaginação radical, a partir da pesquisa em encantarias narrativas, com o corpo-terreiro e a autoetnografia como método.
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3 months ago