Rodrigo Andreolli

@andreolli

actor, performer, dancer, choreographer, producer, fênix na alegria guerreira
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The Brotherhood TRILOGIA CADELA FORÇA – Capítulo II Theatremaker, writer, and performer Carolina Bianchi is internationally acclaimed for her powerful stage presence and brutal eloquence. With The Brotherhood—the second part of her Cadela Força trilogy - Bianchi explores masculinity as a brotherhood that renders men untouchable, part of a system that perpetuates violence against women, yet still provokes admiration in art history. She uses the theatre world as subject, language, and apparatus, exposing the faux progressivism that gives intellectual masculinity free rein as an exclusionary mechanism. Bianchi and her Cara de Cavalo collective create dialogues between theatre phantasmagoria and trauma, personal writing and radical poetry, the origins of misogyny and the consequences of rape, and tie them to sexuality, representation and performance Concept, text and direction: Carolina Bianchi | With: Chico Lima, Flow Kountouriotis, José Artur, Kai Wido Meyer, Lucas Delfino, Rafael Limongelli, Rodrigo Andreolli, Tomás Decina and Carolina Bianchi | Dramaturgy and research partner: Carolina Mendonça | Dialogue on theory and dramaturgy: Silvia Bottiroli | Translation to English: Marina Matheus | Translation to French: Thomas Resendes | Technical direction, sound design and original music: Miguel Caldas | Assistant direction: Murilo Basso | Set concept: Carolina Bianchi, Luisa Callegari | Art direction and costumes: Luisa Callegari | Light design: Jo Rios | Videos and screenings: Montserrat Fonseca Llach | Choreographic resurrection of prologue and movement advisor: Jimena Pérez Salerno | Live camera and artistic support: Larissa Ballarotti | Photography: Mayra Azzi | Internship: Fernanda Libman | Stage manager and production support: AnaCris Medina | Production assistant: Zuzanna Kubiak | Production direction, tour management and communication: Carla Estefan | International relations, production and diffusion: Metro Gestão Cultural Production: Metro Gestão Cultural, Carolina Bianchi Y Cara de Cavalo | Coproduction: KVS, Theater Utrecht, La Villette, Festival d’Automne à Paris, Comédie de Genève, Internationales Sommer Festival Kampnagel, Les Célestins - Théâtre
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21 days ago
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21 days ago
BORI - DIA 12/04 às 18:00 Tá chegando ! Mar agitado ! Catarse ! Apresentação Única Rito pra ancestralidade e atualidade teatral preta e nordestina no Terreyro Eletrôniko BORI é um espetáculo-rito que celebra a chegada e atuação de artistas e culturas pretas e nordestinas na radicalização da linguagem coral e ritual da companhia. O rito canta uma encruzilhada da biografia do Teat(r)o Oficina com cenas da tragédia colonial desmassacradas com a imaginação coral dos cantos de trabalho, da partilha da comida, do namoro com o público, da sagração do terreyro, da festa e da comunhão da alegria como feitiçaria teatral. em 2026, ancestralidade e atualidade se cruzam, acendem a criação de um coro de artistas pretas/os, nordestinas/os, caboclas/os que encarnam e presentificam as caravanas dos anos 70 e 80, mas também atualizam a importância das presenças, subjetividades e perspectivas pretas do aqui e agora na companhia mais antiga em atividade no Brasil. é parte dessa biografia que evocamos como ciência de feitiçaria teatral pra contracenar com o aqui e agora da nossa luta pela criação do Parque do Rio Bixiga, num rito de retomada e oferenda à essa ancestralidade. Direção e concepção @mariliapiraju @frtaddei @andreolli Atuadores @_odasilva @joelcarlos__ @mathunsi @sellpaiva @pazalexandre @_g.rosa @vivianiganga @ayomidomenica @_odasilva @alexpoesiadocorpo @fefecamilo @renatopascoal @julhava @c.a.n.t.a.n.h.e.d.e @angeltaize @afloraeu @purezempla @mariabitarello @leticiacoura @luziarosa.atriz @campellokelly @cyroula @lucassanddrade @jhonnnnnes @abmael_el @gii.lisboa @dansalas__ @moitamattos criaturadeconteudo @robsonnoir_akikanju Imagens @fotosdooficio @umoutroditoalguem @jendoca @st.pedromartins @oficinauzynauzona
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1 month ago
PARASIGHT PARASIGHT: a little tease. So grateful to craft yet another darkness together with @emxi_maux @andreolli @annalublina and @aminaszecsody Credits Concept, choreography, objects, lights: @grytingskog Developed collaboratively with the team Performed by: @emxi_maux @andreolli @grytingskog Dramaturg: @annalublina Sound: @aminaszecsody Administration: Interim Kultur Supported by: @vgrkultur and Göteborgs stad PRONTO Developed in residency at @mdtsthlm @riksteatern and @balettakademiensthlm Performed at @atalantegbg and @scenstudiongerlesborg in December
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3 months ago
It’s been a 2-year affair, on and off and on again but we’re finally making it public. parasight was born out of a faded faith in the future asking what happens to it if we can’t imagine it. parasight was intended to be an exploration of how things end but became a study in how to make things continue. Together held by the soft touch and strong imagination of dream-team Emil Ertl, Rodrigo Andreolli, Amina Szecsödy and Anna Lublina, made possible by the support from the accommodating team at Atalante. Come celebrate (what used to be) the darkest night of the year with us, on December 13 + 14 at Atalante Göteborg, December 15 at Scenstudion Gerlesborg. Link in bio! Developed collaboratively with the team This time performed by: @andreolli @emxi_maux @grytingskog Sound: @aminaszecsody Dramaturg: @annalublina Concept, objects and programming: @grytingskog Supported by Västra Götalandsregionen and Göteborg PRONTO. Developed through residencies at @riksteatern (produktionsresidens i dans 2024), @mdtsthlm and @balettakademiensthlm . Administrated by Interim Kultur. Thank yous and shout-outs to Rebecka Berchtold for our time in the studio, @heddatingskog for the pictures and @k3.tanzplan.hamburg for this video.
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5 months ago
Aqui se concretizam os pontos escolhidos em meio ao emaranhado do tempo, nas tantas voltas dessa espiral, puxando os fios sem fim do nosso cordão dourado além dos mares. Tocamos nosso barco pra Maputo. Exatos 50 anos depois de sua revolução de independência, quando Moçambique assumiu em festa seu destino, então filmada pelos olhos livres de Zé Celso e Celso Luccas, voltamos em busca de reencontros: com os materiais originais das películas de 16mm e 35mm, deixadas nos arquivos do Instituto Nacional de Cinema, das raízes do corpo de coro tragycomycorgyástico, do dityrambo africano que viajou nas nossas linhas e segue baixando nas possessões teatrais na rua Jaceguay Este Te-ato foi resultado de 10 dias intensivos de trabalho com artistas profissionais e estudantes, conduzido por Marília Piraju e Rodrigo Andreolli, artistas do Teat(r)o Oficina. Celebramos este elenco de artistas de Maputo que se deu à criação relâmpago de um embrião de teatro de grupo com apetite e urgência extraordinária pela descoberta teatral que nos ofertou, 50 anos depois, o PHODER de um TIME com todos os sentidos dos COROS no DNA atiçados pela linguagem que foi compartilhada possuídos do estado da PRESENÇA Bravo!: Alfredo David Dzimba @alfredodaviddzimb Américo Flávio Howana @americo_flavio_ Angelina R. Chavango @chavangoangelina Buarte @paulinomaune Estreanty Langa @estreanty Fernando Macamo @makhalla_performing Fernando Maholele @fernando_maholele Isabel Jorge @mixuana_jorge Ivone Da Graça Bata @ivonedagra çabata Jorge Xavier @jorge.xavier.58555 Luyzinho @artes_luyzynho_teatro Jusceline Nhantumbo @juscy204 Lénia da Silva Jaime @leniadasilvajaime Lúdia Sérgio Dique Maria Libombo @maria_libombo Mombira @mathunsi Muasisa Idriss Balamade Mussa Morais Victor @mussamoraisvictor Pércia Anuário @perciaanuario Rita Couto @rita.couto90 Samuel MAGAIA @magaia_samuel Zulfa Chibebe 📸 @ildefonsocolaco - Ildefonso Colaço Esta iniciativa é uma produção da Fundação Fernando Leite Couto, com o apoio da @fcgulbekian e em parceria com o @ccfmoz , @projectoutopia , @mafalalamuseu
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6 months ago
Mafalala, Maputo, Moçambique, 2025 teatralidades corais o teatro antes do edifício teatral a pulsão do encontro, o DNA do coro alegria como ferramenta política na precariedade radical, a vida se disputa na rua ✴ Mostra “Tragycomediaorgya e as Teatralidades Corais” No dia 24 de Outubro, pelas 16h30 no📍Projecto Utopia Mafalala, a Fundação Fernando Leite Couto convida o público a assistir à mostra final da oficina. Será uma caminhada que dara inicio no *Utopia* terminando no *Museu da Mafalala*. O resultado de 10 dias intensivos, onde artistas profissionais e estudantes exploraram técnicas de dramaturgia, direção e experimentação cênica, tendo como base a linguagem do Teatro Oficina. Um processo conduzido por Marília Piraju e Rodrigo Andreolli, artistas da companhia, que orientaram um trabalho de criação colectiva e coral. Esta iniciativa é uma produção da Fundação Fernando Leite Couto, com o apoio da @fcgulbekian e em parceria com o @ccfmoz , @projectoutopia , @mafalalamuseu . 📸 @ildefonsocolaco - Ildefonso Colaço 📍local: Projecto UTOPIA Mafalala (Rua Eusébio da Silva Ferreira, nr 252, Mafalala) 📆sexta feira 24 de outubro ⏱️16h30 🎫entradas Free/Mahala.
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6 months ago
41 completos, em Maputo, só melhorando.
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6 months ago
'nós somos aqueles que só na revolta encontram refúgio. Que se deixam possuir, ébrios, pelo feitiço dos tambores nos batuques nocturnos da vingança somos aqueles que modelam sua dor de braços torcidos no pau preto do Norte a dor deformadora que mais tarde despertará o desprezo e a incompreensão nas prateleiras dos museus da civilização (....) Despojados, ficámos nus e trémulos nus na abjecta escravidão dos séculos. Mas com o calor da chama eterna das nossas fogueiras acesas crepitando, rubras, sobre os dias e as noites, com vaga-lumes de protesto, de gritos, de esperança! Agora, que sabes quem somos, não nos exijas mais a ignomínia do "passe" das vossas leis!' 1950, PASSE, Noémia de Sousa, matriarca da poesia moçambicana 2025, Coro Tragycomediaorgya e as Teatralidades Corais Mafalala, Maputo, Moçambique Mostra “Tragycomediaorgya e as Teatralidades Corais” No dia 24 de Outubro, pelas 16h30 no📍Projecto Utopia Mafalala, a Fundação Fernando Leite Couto convida o público a assistir à mostra final da oficina. Será uma caminhada que dara inicio no *Utopia* terminando no *Museu da Mafalala*. O resultado de 10 dias intensivos, onde artistas profissionais e estudantes exploraram técnicas de dramaturgia, direção e experimentação cênica, tendo como base a linguagem do Teatro Oficina. Um processo conduzido por Marília Piraju e Rodrigo Andreolli, artistas da companhia, que orientaram um trabalho de criação colectiva e coral. Esta iniciativa é uma produção da Fundação Fernando Leite Couto, com o apoio da @fcgulbekian e em parceria com o @ccfmoz , @projectoutopia , @mafalalamuseu . 📸 @ildefonsocolaco - Ildefonso Colaço 📍local: Projecto UTOPIA Mafalala (Rua Eusébio da Silva Ferreira, nr 252, Mafalala) 📆sexta feira 24 de outubro ⏱️16h30 🎫entradas Free/Mahala.
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6 months ago
Zé Celso e Celso Luccas produziram um dos mais atômicos filmes da insurreição e independência moçambicana: o “25” Parte das filmagens realizadas neste período e o filme original estavam desaparecidos desde o final deste exílio em 1977 Em uma parceria com o Instituto Nacional de Cinema (INAC), nos lançamos num garimpo das cópias e negativos na profusão do arquivo do INAC. A precarização da memória é uma arma colonial eficaz e muito dolorosa, que precisa ser desarmada. Na intenção de ativar este arquivo-manifesto, épico contra-colonial criado por Zé e Celso Luccas, nos ethernos retornos da criação, nossa confluência relâmpago em Maputo propiciou esta noite emocionante exibindo o filme “25” em Moçambique, 50 anos depois da estreia no Cine Teatro Scala, na presença do extraordinário cineasta moçambicano Gabriel Mondlane, e Marílio Wane, investigador do ARPAC (Patrimônio Histórico de Moçambique), e no público, Licínio Azevedo, um dos mais atuantes cineastas do país desde a criação da república moçambicana. Seguimos no 2° ATO desta arqueologia e encruzilhada do Teat(r)o Oficina no enredo Moçambicano. Há muito por vir! 📸 2 a 9 - INAC arquivo audiovisual de Maputo/Moçambique 10 e 11 - Cine Teatro SCALA (estréia internacional do “25” em 1976) 13 - com o cineasta Sol de Carvalho, atual diretor do Cine Teatro Scala 14, 16, 17 - exibição do “25” na Fundação Fernando Leite Couto 18 - cineasta Gabriel Mondlane 19 - Gabriel Mondlane e Maurílio Wane 20 - mandala 5 tempo / roteiro 25
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6 months ago
In the past couple of years I have been coming back to Sydhavnstippen, in Copenhagen, to work in collaboration with humans and ghosts, birds and goats, pieces of cement, bricks and iron, old branches and glass, plastic and rubber, shit and soil; to compose what was a parade of objects and peoples walking in a sort of celebration - at times melancholic, at times magical - filled with layers of thoughts, images, sensations and woven through hummed melodies, horns and words. How beautiful it is do what we do sometimes!  Thanks to all the forces and presences involved, The Rites of Wreckage and Waste managed to somehow summon a community of empathic beings, hard working artists who embodied a ritual of multiple temporalities and materialities. It all lingers on.... Photos by Adam Amsinck and Jan Føns / Nos últimos dois anos estive em Sydhavnstippen (Copenhagen) trabalhando em colaboração com humanos e fantasmas, pássaros e cabras, pedaços de cimento, tijolos e ferro, galhos e vidro, plástico e borracha, merda e solo, para compor um desfile de objetos e povos andando em uma espécie de celebração - às vezes melancólica, às vezes mágica- cheia de camadas de pensamentos, imagens, sensações e tecida através de melodias, sopros e palavras cantadas. Como é lindo poder fazer o que fazemos às vezes! Graças a todas as forças e presenças envolvidas, The Rites of Wreckage and Waste conseguiu de alguma forma convocar uma comunidade de seres empáticos, artistas que trabalharam com afinco para realizar um ritual de múltiplas temporalidades e materialidades. Tudo segue...
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7 months ago
aterrando em Moçambique!
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7 months ago