Mais do que apenas uma aula: este é o início de um novo capítulo na sua trajetória.
A psicanálise contemporânea exige pessoas preparados para lidar com as angústias reais do nosso tempo. Se você deseja dominar essa teoria e transformar a sua visão sobre a alma humana, a noite terapêutica Psicanálise Desvendada é o seu próximo passo.
Nosso encontro online e gratuito será no dia 25 de maio, às 20h.
Será uma noite divisora de águas. E para que ninguém fique de fora da próxima turma da Formação, revelarei ao vivo uma condição de pagamento histórica: a liberação do parcelamento via Boleto e PIX.
É a chance que você esperava para investir na sua carreira sem comprometer o seu limite.
Comente EU QUERO aqui embaixo agora mesmo e receba todas as instruções para participar no seu Direct!
Muitas vezes, os conceitos psicanalíticos parecem distantes da realidade, mas na nossa Noite Terapêutica Psicanálise Desvendada nós vamos mergulhar fundo e traduzir essa complexidade em ferramentas reais.
Anote na agenda: nosso evento online e gratuito acontece no dia 25 de maio, às 20h.
Além de uma aula densa e transformadora, preparei uma surpresa para quem estiver ao vivo. Pela primeira vez, abriremos uma janela de oportunidade com condições inéditas de parcelamento no Boleto e no PIX para a nossa Formação.
As portas estão se abrindo para você.
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Tem pais que confundem amor com controle.
Querem continuar no volante mesmo quando o filho já cresceu.
Mas criar um filho também é aprender a mudar de lugar ao longo da vida.
Primeiro, ele depende de você para tudo.
Depois, começa a sentar ao seu lado.
Até chegar o dia em que ele assume o próprio caminho.
E talvez uma das partes mais difíceis da maternidade e da paternidade seja aceitar que você não foi feito para ser o destino.
Você foi feito para preparar alguém para seguir sem você.
Muitos conflitos entre pais e filhos começam justamente quando os papéis mudam… mas ninguém percebe.
No dia 25 de maio, às 20h, eu vou fazer uma noite terapêutica gratuita sobre relações, emoções, dores invisíveis e os impactos que carregamos dentro da família.
Se você quer participar, comenta: “EU QUERO” que eu vou te mandar o acesso.
Seu filho não precisa que você ceda o tempo todo.
Ele precisa sentir que existe alguém firme o suficiente…
pra ajudá-lo a crescer.
Porque limite não é falta de amor.
É cuidado.
E criança que nunca ouve “não”…
cresce sem saber lidar com a vida quando ela frustra.
A notícia de que a família de Bruce Willis se prepara para a despedida final nos confronta com o “luto em vida”. Ver a demência apagar progressivamente as memórias de quem amamos é enfrentar o trauma de olhar para o corpo físico e não encontrar mais o sujeito que conheciam. É lidar com um “estranho familiar”.
Para a psicanálise, o nosso “Eu” é tecido pela linguagem e pelas lembranças. Quando a doença rompe esses fios, o cuidado passa a ser um ato puro de amor: onde a memória do outro falha, a nossa presença sustenta a dignidade dele. A decisão da família de doar o cérebro do ator para a ciência mostra a força de transformar esse desamparo em um legado para a humanidade.
Aprender a elaborar as perdas, as finitudes e o impacto dos laços em nossa estrutura psíquica é o que nos permite acolher a dor sem nos esvaziarmos de nós mesmos.
Se você deseja compreender os labirintos da mente humana e quer investir no seu desenvolvimento pessoal e profissional, no dia 25/05, às 20h, teremos um encontro online e gratuito que será um divisor de águas.
✨ Comente EU QUERO aqui embaixo para receber as instruções e o link de acesso direto no seu Direct. Olhe para o seu desejo.
A crueldade nas relações frequentemente não se manifesta por agressões evidentes, mas pela exploração cirúrgica e silenciosa das fragilidades emocionais.
Quando um indivíduo identifica a carência estrutural do outro e se aproveita dessa vulnerabilidade para exercer controle e chantagem, o vínculo torna-se um cativeiro. O uso da dor alheia como ferramenta de dominação revela um funcionamento psíquico adoecido.
A verdadeira maturidade estabelece que conhecer o ponto fraco de alguém é um chamado ao respeito, e jamais um convite à manipulação.
Chegou a hora de transformar a forma como você enxerga as relações.
Digite "EU QUERO" nos comentários e receba no seu direct o link para o nosso aulão gratuito no dia 25 de maio, às 20h!
Tem gente que passa a vida inteira dizendo que tem um sonho.
Mas, olhando de perto… não é sonho.
É anestesia.
Porque sonho de verdade provoca movimento.
Incomoda.
Desorganiza.
Faz você sair do lugar onde estava confortável demais para continuar vivo por dentro.
O delírio, não.
O delírio é diferente.
Ele cria uma fantasia emocional onde a pessoa sente prazer em imaginar… mas pavor em agir.
E aqui existe uma armadilha psíquica muito sofisticada.
Tem gente que confunde desejar com construir.
Confunde imaginar com atravessar.
Confunde vontade com compromisso.
Fala do livro que vai escrever.
Do corpo que vai cuidar.
Da relação que vai terminar.
Da empresa que vai abrir.
Da vida que “um dia” vai viver.
Mas o “um dia” vira moradia emocional.
E a vida vai sendo adiada com uma elegância perigosa.
Freud explica, mas eu traduzo:
o ser humano também se apega ao sofrimento conhecido.
Porque realizar um sonho exige morrer para versões antigas de si mesmo.
E isso dá medo.
Agir tira a fantasia do lugar perfeito e coloca no campo da realidade — onde existe falha, crítica, frustração, cansaço e risco de não dar certo.
Por isso muita gente prefere permanecer no discurso do potencial.
Porque o potencial preserva a ilusão de grandeza sem exigir a responsabilidade da construção.
Só que existe um preço silencioso nisso.
Toda vez que você trai repetidamente aquilo que diz querer viver… algo dentro de você começa a perder confiança em si mesmo.
O corpo sente.
A autoestima sente.
A alma sente.
Porque existe um luto profundo em assistir a própria vida virar apenas uma coleção de intenções bonitas.
Sonho não é aquilo que você sente quando fecha os olhos.
É aquilo que continua existindo mesmo quando o medo aparece.
E às vezes o primeiro passo não vem acompanhado de coragem.
Vem acompanhado de tremor mesmo.
Mas ainda assim… vem.
Porque no fim, entre quem transforma a vida e quem apenas fantasia sobre ela, existe uma diferença brutal:
Um decidiu sentir medo em movimento.
O outro transformou o medo em residência fixa.
QUANDO EU MORRER
Quando eu morrer,
o trânsito vai continuar intenso.
alguém ainda vai buzinar atrasado num dia útil qualquer.
qdo eu morrer,
o samba vai continuar fazendo gente feliz.
alguém vai rir de corpo cheio num bar,
cantando meus refrões preferidos.
qdo eu morrer,
o mar nem vai sentir minha falta.
o vento vai seguir bagunçando cabelos
de quem eu nunca vou conhecer.
qdo eu morrer
o pão francês que eu adoro ainda vai sair quentinho da padaria.
os cachorros ainda vão correr atrás de bicicletas
alguém vai se apaixonar no metrô
alguém vai chorar escondido no banheiro do trabalho
o mundo não não vai parar nem um mísero segundo pela minha ausência
parece que sinto alguma tristeza nisso.
mas sinto uma liberdade enorme tbm.
pq se tudo simplesmente continua,
então viver nunca foi sobre controlar o mundo
ou alguma fantasia de permanecer nele pra sempre.
viver talvez seja
atravessar o tempo deixando meu calor nas coisas
fazer alguém rir no meio do caos.
mandar msg qdo sente saudade.
mergulhar no mar enquanto ainda existe um corpo são.
escutar música alta voltando pra casa.
talvez viver seja
AMAR sem economia.
já que o mundo continua sem mim,
talvez a grande epifania seja justamente esse pequeno intervalo
em que ele acontece comigo dentro dele.
honestamente?
isso já faz valer a pena estar vivA.
TEXTO DA FANTÁSTICA @renatanicurgo
O caminho do autoconhecimento não é uma estrada linear feita apenas de vitórias e "good vibes", é um mergulho profundo e, às vezes, turbulento nas nossas dinâmicas mais íntimas e sombrias. É sobre acolher a subjetividade e todas as contradições que nos tornam humanos, sem a pressa de encontrar uma resposta definitiva.
Olhar para si mesmo exige honestidade para ver o que preferíamos ignorar. Mas é só através desse encontro com o real que a verdadeira mudança acontece. O que você descobriu sobre si mesma ultimamente?
E que tal tirar uma noite para cuidar de si?
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A grandiosidade narcisista é uma das maiores ilusões do comportamento humano. O que aparenta ser um excesso de amor-próprio é, na realidade, a manifestação de um vazio emocional insuportável.
A máscara da arrogância atua apenas como uma defesa desesperada contra a própria fragilidade. O sujeito constrói uma fachada de superioridade absoluta porque depende da validação externa para existir, transformando qualquer relação em um mero instrumento de sobrevivência para uma mente profundamente insegura.
Chegou a hora de transformar a forma como você enxerga as relações.
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Reduzir o conceito de saúde à simples ausência de sintomas clínicos é o atalho mais rápido para a estagnação. A mente humana necessita de uma estrutura biológica rigorosamente cuidada para conseguir suportar o peso e as exigências do ambiente moderno.
Conformar-se em operar com a energia mínima, aceitando as falhas na cognição e no desempenho como naturais, revela um grave descaso com a própria existência. A verdadeira capacidade de agir no mundo é uma conquista intencional.
O amadurecimento exige a recusa em apenas sobreviver, impondo a decisão inadiável de otimizar a própria saúde para alcançar o mais alto nível de funcionamento físico e emocional.