Mais atrações confirmadas no Festival AKWAABA. 🔥
Confira alguns dos nomes de peso que já estão confirmados nesse encontro especial da diáspora africana, que acontecerá no CCSP:
Rappin’ Hood - @rappinhoodoficial
Danilo Pérez - @daniloperezjazz
Coletivo Amazonizando - Tambores do Mestre Ivamar - @amazonizando
Pastoras do Rosário - @pastorasdorosario
Vozes de Ébano - @vozesdebano
E isso é só parte da programação. Ainda tem muita novidade vindo por aí.
📍 Centro Cultural São Paulo
📅 22 a 28 de maio
🎟️ Entrada gratuita
Acompanhe as redes da Fundação Palmares e fique por dentro da programação completa do Festival AKWAABA.
O dia 20 de Novembro de 2025 foi um dia memorável, o Coletivo Amazonizando abriu a Marcha do dia da Consciência Negra.
A passos nem lentos e nem rápidos de mais, mas na batida perfeita em que o ritmo da resistência deve tocar, a multidão foi levada no grave da caixa e no canto do Marabaixo com a regência do @mestreivamar
Após a celebração do dia que não representa só a luta, mas também a festa, o amor e o afeto do povo negro, estivemos tocando no @aparelhaluzia , fechando o dia com um toque que ressoa na boca, no corpo e com certeza vai permanecer na essência de todos que fizeram daquela noite histórica.
#ritmo #marabaixo #afeto #consciencianegra #20november
Tambores da Amazônia: do Carimbó ao Marabaixo
Priscila Cobra há 10 anos canta, toca, compõe e atua como protagonista mobilizadora da Comunidade do Carimbó 'Pau & Corda' do Pará. Já lançou “Carimbó Cobra Venenosa” (2019) e o vinil "Nova Era" (2022) e vivencia a manifestação nos territórios da região metropolitana de Belém, bem como já esteve na Ilha do Marajó, Marapanim, Maiandeua, Santarém Novo, Salinópolis; Alter do Chão e Cametá. Também já levou ‘a palavra do carimbó’ para outros estados, realizando rodas e vivências em Manaus (AM), Rio de Janeiro, Paraty, Nitéroi (RJ), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Natal (RN) e Foz do Iguaçu (PR).
Nessa trajetória, a multiartista se aliou a Mestre Jaci e seu conjunto “Os Caçulas da Vila”. A poética de Jaci é uma viagem pela Baía do Guajará e seus braços de rios que lhe abastecem. Um olhar sensível à realidade de um pescador urbano que passou a vida entre o rio e o asfalto.
Da baía do Guajará, Priscila conheceu na baía da Guanabara o também multiartista Ton Rodrigues. Nascido na terra do Marabaixo, no Amapá, no RJ ele ajudou a fundar grupos de carimbó precursores da manifestação na capital fluminense, os quais Bandalheira Paidégua e Paideguara, também compondo o Carimbó do Altos e seguindo musicalmente carreira solo. Possui dois discos lançados com composições que misturam as raízes sonoras e percussivas da Amazônia com a MPB brasileira.
Na conexão ancestral amazônica, os convidados Suane Brazão, amapaense e quilombola, artista do Marabaixo, também é produtora cultural, poetisa e escritora, contadora de histórias, pesquisadora, com atuação focada na identidade cultural da mulher negra amazônica, fundadora do coletivo Amazonizando; e Mestre Ivamar é ativista atuante no Movimento Negro desde os anos 1970. Vive há mais de 20 anos no Amapá, apaixonado pelo marabaixo, dedicou-se ao estudo percussionista, atuando no ensino da história da África, da música e da cultura dos quilombos.
SERVIÇO:
OFICINA DE MARABAIXO COM SUANE BRAZÃO E MESTRE IVAMAR
HORA: 18h às 20h
sugestão de valor por pessoa: R$ 80,0
RODA DE CARIMBÓ E MARABAIXO: a partir das 20h
entrada antecipada (lista pix R$ 10,0 até às 19h), na hora R$ 20,0
Neste sábado (08), às 16h, o Coletivo Amazonizando encerra a oficina Mergulhando nos Sotaques do Marabaixo com um show especial que reúne música, memória e ancestralidade.
Após dias intensos de imersão nos toques do marabaixo, o grupo convida Ton Rodrigues, Ricardo Iraguany, Dylan Rocha e DJ RG para somar seus ritmos e vozes, ampliando os sotaques negros da Amazônia em uma celebração coletiva, onde o tambor ecoa como herança e futuro. 🪘✨
📍 Centro Cultural Bienal das Amazônias (CCBA)
📅 Sábado (08/11), às 16h
🎟️ Entrada gratuita
Classificação Livre
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2ª Bienal das Amazônias | Até 30 de Novembro
Centro Cultural Bienal das Amazônias [CCBA]
Rua Manoel Barata, 400. Campina. Belém - Pará.
Entrada Gratuita.
📅 Horários de funcionamento:
SEG e TER – fechado
QUA e QUI – 9h às 17h
SEX e SÁB – 10h às 20h
DOM e FERIADOS – 10h às 15h
Última entrada até 1h antes do fechamento.
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Ministério da Cultura, Nubank, Shell e Vale apresentam Bienal das Amazônias.
Projeto realizado por meio da Lei de Incentivo Federal à Cultura Rouanet.
Patrocínio Master: @nubank @shell.brasil @valenobrasil
Patrocínio: @mercadolivre
Apoio Institucional: @francabrasil2025 @mincultura @icaa_oficial @fadesp_ufpa
Evento organizado no âmbito da Temporada França-Brasil 2025
Realização: Bienal das Amazônias, Ministério da Cultura, Governo Federal.
🎶 Os tambores do Marabaixo já estão chamando! 🎶
De 05 a 08 de novembro, o Coletivo Amazonizando (@amazonizando ) conduz a oficina “Mergulhando nos Sotaques do Marabaixo: o toque do tambor quilombola do Amapá”, uma vivência sonora e ancestral que celebra a força dos quilombos amazônicos. ✊🏾✨
A atividade propõe uma imersão nas linguagens da música, das artes visuais e da literatura, conduzida por Mestre Ivamar, Felipe Melhor e Suane Brazão, em uma experiência coletiva de escuta, ritmo e memória.
🔥 Restam poucas vagas!
Garanta sua participação nessa roda de saberes e resistência.
05 a 08 de novembro (quarta a sábado) | 14h
📍 Centro Cultural Bienal das Amazônias (CCBA) Rua Senador Manoel Barata, 400
Classificação: A partir de 14 anos (menores acompanhados de responsáveis)
Programação Gratuita. Inscrições pelo link na do @ccba.belem
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2ª Bienal das Amazônias | Até 30 de Novembro
Centro Cultural Bienal das Amazônias [CCBA]
Rua Manoel Barata, 400. Campina. Belém - Pará.
Entrada Gratuita.
📅 Horários de funcionamento:
SEG e TER – fechado
QUA e QUI – 9h às 17h
SEX e SÁB – 10h às 20h
DOM e FERIADOS – 10h às 15h
Última entrada até 1h antes do fechamento.
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Ministério da Cultura, Nubank, Shell e Vale apresentam Bienal das Amazônias.
Projeto realizado por meio da Lei de Incentivo Federal à Cultura Rouanet.
Patrocínio Master: @nubank @shell.brasil @valenobrasil
Patrocínio: @mercadolivre
Apoio Institucional: @francabrasil2025 @mincultura @icaa_oficial @fadesp_ufpa
Evento organizado no âmbito da Temporada França-Brasil 2025
Realização: Bienal das Amazônias, Ministério da Cultura, Governo Federal.
Estaremos realizando essa oficina de Marabaixo em Taubaté, na casa Iandê dia 15/08 do Amapá para Taubaté, fazendo as trocas acontecerem, não perca tempo faça logo a sua inscrição junto a produção @nat_maravilhosa , seguimos com nossas tecnologias ancestrais amazonizando o mundo.
Nos dias 1, 2 e 3 de agosto, no Quilombo do Campinho em Paraty (RJ) acontece a Flip Preta 2025. Com o tema “Memórias Ancestrais”, a programação conta com diversas mesas de debate e atrações artísticas.
No dia 01 de agosto, sexta-feira, às 17h30, será exibido o mini documentário “Minha arruda nasceu flor”, uma singela homenagem à Mestra Laura, uma grande referência cultural e política no sudeste.
“Minha arruda nasceu flor” é o registro de um encontro com Laura Maria dos Santos em um almoço em sua casa no Quilombo do Campinho, em Paraty, em maio de 2023, poucos meses antes de sua passagem para a kalunga. Foram entrevistados Mestre Ivamar e Suane Brazão, idealizadores do Coletivo Amazonizando. Também foram utilizados trechos de um painel realizado na Casa Poéticas Negras. Neste filme procuramos mostrar a complexidade poética e política de uma mulher negra e quilombola, que se tornou figura central de um território de (re)e(x)sistência.
Documentário | Brasil – Rio de Janeiro – São Paulo | 25 min
O registro é fruto da parceria entre Editora Miolo Mole e Coletivo Amazonizando, e contou com a edição e direção de Luana Vignon e Euripedes Magalhães.
📷 Parsa Filmes @parsafilmes@quilombo_do_campinho@editoramiolomole@amazonizando@euripedesm
#flippreta #quilombodocampinho #editoramiolomole #coletivoamazonizando
Conheça mais 4 artistas que integram a 2ª Bienal das Amazônias:
Coletivo Amazonizando (Brasil)
Une arte, oralidade e tecnologias para fortalecer saberes afro-amazônicos e práticas de cuidado em territórios comunitários.
Carla Duncan (Brasil)
Investiga a pintura em diálogo com o território urbano, criando cartografias afetivas da Amazônia contemporânea.
Carchíris (Brasil)
Mescla arte e arquitetura para tratar de ecologia, identidade e memória, a partir da
construção civil e da paisagem de São Luís.
Chico Ribeiro (Brasil)
Com pintura a óleo, aborda experiências periféricas urbanas e redesenha os
imaginários sobre a Amazônia.
Esses e outros 70 artistas estarão na mostra ‘Verde-Distância’, a 2ª Bienal das
Amazônias, que acontece de 29/08 a 30/11 em Belém (PA).
Acompanhe a série e conheça quem transforma a arte em território vivo.
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Ministério da Cultura, Nubank, Shell e Vale apresentam Bienal das Amazônias.
Projeto realizado por meio da Lei de Incentivo Federal à Cultura Rouanet.
Patrocínio Master: @nubank@brasil.shell@valenobrasil
Patrocínio: @mercadolivre
Apoio Institucional: @icaa_oficial@fadesp_ufpa
Realização: Bienal das Amazônias, Ministério da Cultura, Governo Federal.
Vivência de Marabaixo, @mestreivamar através do coletivo @amazonizando espalhando cultura com axé e carinho, na exposição de @negozafa no @memorialdaamericalatina
Com muita honra, estive presente nessa celebração, início de uma exposição singela chamada “Orixás” de @negozafa a convite do coletivo @amazonizando pude me expressar através da arte.
O Coletivo Amazonizando segue por meio da verdade co-criar e introduzir sua cultura ancestral no meio de caminhos antropológicos, traduzindo, reverberando.
Viva a cultura ancestral preta, viva nosso caminho além de resistência é sobre vivência e veracidade, que o dia de hoje possa ser o melhor para o dia de amanhã!
Gratidão imensa a confraternização @mestreivamar@suane_brazao@cecilio_henrique_oficial@nomartins_ e aliados, vamos marcar aqui quem faz parte dessa confra de afeto e ideias.
Roteiro de passeio pelo empreendimento Flor de sumaúma! ✨
Etapa 1 - Porto Mocambo: Navegação de catamarã com banheiro, coletes salva-vidas e recepcionistas. A experiência inclui uma subida tranquila pelo rio Curiaú até sua nascente, seguida pela descida até a foz no rio Amazonas. Duração: 1 hora.
Etapa 2 - Sítio Torrão Bonito: Visita à sede do Flor da Samaúma, com atividades relacionadas à bioeconomia amazônica, como a produção de açaí e meliponicultura (abelhas sem ferrão). Degustação de café de açaí (açafé) e biscoitos de castanha do Brasil. Duração: 1 hora.
Etapa 3 - Imersão na Floresta de Várzea: Caminhada de 660 metros pela trilha da Samaúma, com observação das árvores da floresta e da rainha da região, a Samaúma. Ao retornar, pausa para descanso com tigela de açaí batido, acompanhado de farinha de tapioca ou farinha d’água. Duração: 1 hora.
Clique no link da bio e agende o seu passeio! ✨