Façam o que vocês amam!
Ahhhh, gente!
Não posso dizer que era tudo mato quando cheguei, em 2012.
A marca já galgava seu caminho há algumas décadas. Mas eu entrei aqui com um BlackBerry na mão e hoje saio com a IA quase me substituindo 🤖 (ahahahah).
No meio disso tudo, vi muita transformação.
E vivi, junto de pessoas incríveis, momentos divertidos, tensos, intensos e transformadores.
Vi o digital tomar forma.
Vi o impresso virar nostalgia.
Vi a Brizza nascer.
Nosso maior legado é poder olhar pra trás e sentir orgulho:
do caminho que trilhamos,
do time que formamos,
do trabalho que deixamos.
Deixo um pouco da Aline, da Ali, da Alaine, da Li, da Aline do marketing, da Raimundo.
E levo muito do que aprendi. Sempre.
Porque, no fim, se tem reação emocional, tem história.
E sim, teve emoção na minha série Arezzo.
Minha temporada por aqui teve mais de 13 episódios (anos), com diversas nano, micro e macro histórias.
Uma série é feita de temporadas, capítulos e arcos - entre personagens principais e secundários.
Teve humor.
Teve drama.
Teve gente que foi, gente que chegou.
Novas tramas, novas abordagens.
Teve alegria e conexão do início ao fim.
Não foi aquela série chata que a gente abandona no meio.
Cada novo capítulo trouxe uma nova forma de construir território.
E eu vivi bem essa série.
Vi minha personagem crescer, aprender, somar, fazer e acontecer.
Feliz por ter contribuído com tudo o que pude, com vontade, entrega e verdade, e por participar da construção de uma marca que vai morar sempre no meu coração.
Fiz laços de amizade que levarei para a vida.
Construí parcerias que somaram profundamente à minha trajetória.
Ah… as pessoas.
Sem elas, nada somos.
Ninguém constrói uma série sozinho.
É conexão humana, apoio, parceria, muitos personagens para que a história valha a pena.
E assim encerro o storytelling dessa temporada.
A tese que fica, e que segue comigo, é:
Façam o que vocês amam. ✨
Obrigada por tudo,
@arezzo 🩵
@alebirman @danybilieiro
E bora para a nova série da minha vida!