Essas são algumas mulheres que passaram pelo meu corpo.
Nessa Aline que escreve aqui pra você, mora um pouco de cada uma delas. Porque viver um personagem é um encontro com uma visão de mundo…com uma maneira de estar e existir.
Wendy maternava os meninos perdidos do Peter Pan e enquanto eles não queriam crescer ela já sabia ser mãe. Gabriela von Kant é um criação do diretor alemão Fassbinder e ali aprendi com Petra sobre as relações burguesas de poder. Julieta me lembrou que se entregar pro amor e lutar por ele é uma das belezas da vida apesar de as vezes acabar mal. Já Lucy com seu coração em pedaços me mostrou que vingança não cura a dor de ninguém. Mia chegou na minha vida quando viram o potencial da mulher de negócios que eu era (antes mesmo de mim) e ali aprendi a ocupar esse lugar de inteligência e sensualidade. Renata não estava disposta a negociar seus valores e depois desse projeto, eu tbm não. Clara tinha plena certeza que nós temos que dar espaço pros nossos desejos…lembro que precisei puxar o freio de mão e dizer “calma aline, volta pra superfície”. Ainda bem que Selva foi um criação que sugeriu da palavra “arisca” e como um animal felino ela se movimentava pela ruas de Buenos Aires sem deixar ninguém se aproximar. Maureen, assim como Mia, é uma dessas personagens que a gente revisita a cada temporada do trabalho. Então eu tive a oportunidade de crescer e amadurecer junto com ela. Ver uma versão na primeira temporada, e um ano depois reviver sua mesma energia porém sentindo algo diferente…como se ela tbm tivesse vivido e amadurecido em um realidade fictícia e paralela a minha.
Nem todas as mulheres que vivi estão aqui mas sem duvida elas são versões que moram em mim e me ajudam a lidar com cada situação que vem aparecendo na minha vida ❤️ meu amor e gratidão a todos que me proporcionaram e ajudaram a construir essas mulheres e suas histórias. Vocês também moram em mim 🖤
Sair da plateia e subir no palco da sua vida com propriedade para bancar seu protagonismo.
Você pode trabalhar o necessário para que esse movimento aconteça e posso ajudar você a construir esse caminho.
Há 10 anos atrás, li um livro de um antropólogo chamado Castañeda, que passou anos como aprendiz de Don Juan, um xamã indígena mexicano. Na travessia trilhamos os ensinamentos deste mestre da tribo Yaqui e lembrei de uma jovem Aline se prometendo “não importa onde eu esteja e o que o futuro me reserva, o mais importante é trilhar um caminho que tenha coração”
Don Juan dizia que, antes de seguir na vida, a gente deveria se perguntar: esse caminho tem coração? Esse caminho faz eu me sentir vivo?
Porque existem caminhos que dão status, dinheiro, aprovação… mas vão matando a gente por dentro.
Um caminho com coração é um caminho em que:
🤍 você consegue colocar sua energia inteira
🤍 existe presença real
🤍 existe dignidade interna
🤍existe sentido mesmo no sofrimento e no esforço
🤍 o corpo não se sente morto enquanto o self performa
Eu me fiz essa pergunta inúmeras vezes ao longo dos mais de 30km deste deserto. Sugiro que vocês também se façam e “cavem profundamente” uma resposta:
Quando eu morrer um dia… valeu gastar minha vida nisso?
📸 @jordanacabral vc arrasou nessas fotos. Obrigada ❤️
Cenas da palestra no Digital Experience de 2026.
Comunicação, identidade e coragem para ocupar espaços.
@digitalexperience.br
#comunicaçao #self #digitalexperience
A terceira edição do Family Day está chegando! Resolvi compartilhar um pedacinho do conceito criativo desse evento que atravessa gerações!
Dia 15/05 das 16h às 22h na @linkschooledu 💙💛
Talvez o que esteja impedindo você de ser visto não seja falta de valor… mas o medo de deixar o outro enxergar quem você realmente é.
#comunicação #confiança #self
Esse feriado fiz uma travessia nos lençóis maranhenses com o @institutoalphabrasil
Não sei dizer se foi inesquecível ou a melhor viagem que eu fiz na minha vida. Em breve conto mais como foi.
📸 @jordanacabral