No brilho do capim dourado, a força da mulher quilombola. ✨
Entre mãos, olhares e histórias, cada gesto registrado aqui carrega mais do que palavras: carrega luta, resistência, e a beleza de um saber que atravessa gerações.
Nos, @jalapoeirapurada estamos na @feiranarosenbaum até sábado, dia 13 de dezembro, das 11h às 20h. Venha conhecer de perto esse projeto e comprar um presente com afeto, significado e apoiar a conservação do cerrado e das nossas famílias!
EDIÇÃO CÉU AZUL - FEIRA DE FIM DE ANO
Até 13 de dezembro
Das 10h às 20h
Na Casa Dexco, dentro do Conjunto Nacional, SP - Av. Paulista, 2073 - Acesso R. Padre João Manuel, 100
Pet friendly
ENTRADA GRATUITA
Apoio:
@wwfbrasil@agentetransforma
Fotos: @opedrorusso
#FeiraNaRosenbaum #DesignBrasileiro #EdiçãoFimDeAno#JalapoeiraApurada #CapimDourado #ArtesanatoBrasileiro #SaberQuilombola #FeiraNaRosenbaum #FeitoÀMão #DesignBrasileiro #EconomiaCriativa #ArtesanatoDoJalapão #TerritórioVivo #CulturaPopular #ArteBrasileira #ValorizaçãoDoArtesanato #MãosQueCriam #BrasilQueFaz #MemóriaEIdentidade #FazerComPropósito #TradiçãoEInovação #MulheresQueCriam #FeitoNoBrasil look
Nós, @jalapoeirapurada , estamos na @feiranarosenbaum na edição Céu Azul. Nosso coletivo de mulheres quilombolas do Jalapão transforma o capim dourado em autonomia, renda e continuidade cultural. Nossas peças carregam nossa história e nosso território. Esse trabalho começou com a Dona Miúda e tem continuidade nas nossas associações do Prata, Mumbuca e Mateiros, envolvendo as novas gerações.
Venha comprar um presente com significado, apoiar a conservação do cerrado e nossas famílias.
O capim dourado é o ouro do Jalapão.
Fotos: Pedro Russo
EDIÇÃO CÉU AZUL - FEIRA DE FIM DE ANO
Até 13 de dezembro
Das 10h às 20h
Na Casa Dexco, dentro do Conjunto Nacional, SP - Av. Paulista, 2073 - Acesso R. Padre João Manuel, 100
Pet friendly
ENTRADA GRATUITA
Apoio:
@wwfbrasil@agentetransforma
Fotos: @opedrorusso
#FeiraNaRosenbaum #DesignBrasileiro #EdiçãoFimDeAno
A @jalapoeirapurada está de volta à Feira na Rosenbaum na edição Céu Azul. Um coletivo de mulheres quilombolas do Jalapão que transforma o capim dourado em autonomia, renda e continuidade cultural. Para esta edição, as jalapoeiras desenvolveram todas as peças que carregam território, história e autoridade.
Criado em 2021 com apoio do @wwfbrasil e do @agentetransforma , o projeto uniu as comunidades Prata, Mumbuca e Mateiros com um propósito claro: criar a partir dos próprios saberes, desejos e tradições.
Dê play! Te esperamos por aqui. 💙
Vídeo: @valentin_studio
EDIÇÃO CÉU AZUL - FEIRA DE FIM DE ANO
De 8 a 13 de dezembro (não funcionamos aos domingos)
Das 10h às 20h
Na Casa Dexco, dentro do Conjunto Nacional, SP - Av. Paulista, 2073 - Acesso R. Padre João Manuel, 100
Pet friendly
ENTRADA GRATUITA
Patrocínio:
@casadexco.oficial
Apoio:
@heynude_@ecosimple.br
#FeiraNaRosenbaum #DesignBrasileiro #EdiçãoFimDeAno
Ontem participamos de uma homenagem ao parceiro Rosenbaum na última Esquina da Arquitetura do ano, com a Revista Projeto.
Uma parceria de longa data, com projetos memoráveis, como as “Moradas Infantis Canuanã no Tocantins”, vencedora do RIBA de 2018 e a “Casa Yawanawa”, importante projeto para o povo indígena Yawanawa, no Acre.
Parabenizamos o escritório pelo trabalho consistente e pelas parcerias que resultaram em projetos relevantes, desenvolvidos com integração entre arquitetura e engenharia.
fotografia: @estudiopalma , @zanin_fabi e @leonardofinotti
Já marcou na agenda? Hoje (04/12) começa a Feira na Rosenbaum de fim de ano e as artesãs da coleção Jalapoeira Apurada marcam presença com sua arte tecida em capim dourado.
Ao lado de diversas marcas que mostram a autenticidade do design brasileiro, você pode adquirir peças que levarão a força do Cerrado e do Jalapão para a sua casa.
Luzia Ribeiro, Marijani Fernandes e Laudeci Ribeiro estão na Feira, representando seus territórios (Quilombo do Prata, Mumbuca e Mateiros, respectivamente) e mostrando o talento das mulheres do Tocantins.
▪ Feira na Rosenbaum de fim de ano
▪ 04 a 06, 08 a 13/12
▪ 10h às 20h
📍Conjunto Nacional, São Paulo (SP)
Compartilhe este convite. Nós te esperamos por lá!
#JalapoeiraApurada #Cerrado #CapimDourado FeiraNaRosenbaum
A @jalapoeirapurada está de volta à Feira na Rosenbaum na edição Céu Azul. Um coletivo formado por mulheres quilombolas do Jalapão que transformam o capim dourado em autonomia, renda e continuidade cultural.
Criado em 2021 com apoio do @wwfbrasil e do @agentetransforma , o projeto uniu três comunidades - Prata, Mumbuca e Mateiros - em torno de um princípio essencial: criar a partir de seus próprios saberes, desejos e tradições.
Para edição Céu Azul, as jalapoeiras desenvolveram peças de design e acessórios que contam sobre território, história e autoridade.
Teremos também uma prosa com o projeto durante a Feira. Salve a data: 05 de dezembro, a partir das 17h, na Casa Dexco, dentro do Conjunto Nacional.
Receber as jalapoeiras novamente é reconhecer essa trajetória e celebrar um movimento que protege o cerrado, fortalece saberes e reafirma o protagonismo dessas mulheres.
Te esperamos! 💙
EDIÇÃO CÉU AZUL - FEIRA DE FIM DE ANO
De 4 a 6 de dezembro + 8 a 13 de dezembro
Das 10h às 20h
Na Casa Dexco, dentro do Conjunto Nacional, SP - Av. Paulista, 2073 - Acesso R. Padre João Manuel, 100
ENTRADA GRATUITA
Patrocínio:
@casadexco.oficial
Apoio:
@heynude_@ecosimple.br
#FeiraNaRosenbaum #DesignBrasileiro #EdiçãoFimDeAno
Jalapoeira Apurada na COP30: relembre a trajetória da coleção feita por mulheres quilombolas do Jalapão.
As esculturas de capim dourado, feitas por artesãs de conhecimento ancestral, chamam a atenção para a conservação do bioma que é a sua casa. O Cerrado é um casa para diversos povos tradicionais, assim como da biodiversidade manejada por eles.
Durante a passagem pela Casa da Sociobio, em programação apoiada pelo WWF-Brasil e em diálogo com Marcelo Rosenbaum, as jalapoeiras relembraram os lugares por onde a coleção passou, no Brasil e no exterior. De São Paulo (SP) a Brasília (DF), de Bogotá (Colômbia) a Madri (Espanha), as peças encantaram por onde passaram.
A união das três associações (Mumbuca, Quilombo do Prata e Mateiros) levou a tradição do capim dourado a novos territórios, conectando sabedorias, arte e conservação da natureza.
#JalapoeiraApurada #capimdourado #Cerrado #Jalapão #mulheresquilombolas #quilombolas #povosecomunidadestradicionais
Lançamento da Bienal de Arquitetura Indígena acabou de acontecer no pavilhão CAU na COP!
Os povos originários reivindicam uma outra forma de construir e de pensar o urbano: uma retomada ao bem viver! O planejamento, a arquitetura e o urbanismo perpassam pela sabedoria ancestral e, nela, ganham mais força e potência!
Arquitetura é corpo, gesto e escuta.
O Instituto A Gente Transforma acredita que desenhar espaços é também desenhar relações. Fundado pelos arquitetos Marcelo Rosenbaum e Adriana Benguela, o Instituto transforma design em ferramenta de autonomia e pertencimento, unindo saberes tradicionais e tecnologias sociais para criar futuros possíveis.
Em conversa com a Badauê, eles falam sobre a arquitetura como força viva da cultura, sobre o valor do trabalho coletivo e sobre como o gingado brasileiro se manifesta em cada projeto, do traço à convivência.
Arraste para o lado e confira a entrevista.
[Dobradinha: colaborações que enaltecem o gingado brasileiro]
BIENAL INDÍGENA DE ARQUITETURA E URBANISMO
Programação em Belém do Pará
ATIVIDADES ABERTAS E GRATUITAS
A Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo nasce como um espaço de construção coletiva, concebida e conduzida em diálogo direto com os povos indígenas. Mais que um evento expositivo, é um processo vivo de escuta e cocriação, que articula a rede de saberes ancestrais e promove seu encontro com a ciência e a academia.
A Bienal Indígena é um chamado à ação: ao reconhecer os mestres indígenas como referências, afirmamos que só a união entre memória e conhecimento pode redesenhar o futuro da vida no planeta. Por isso, a Bienal se afirma como uma iniciativa permanente, garantindo que cada edição amplie os frutos de aprendizagem, integração e transformação coletiva.
A COP30, sediada no Brasil, representa uma oportunidade histórica para evidenciar o protagonismo indígena nas discussões globais sobre clima e sustentabilidade. Nesse contexto, a Bienal será lançada oficialmente como um gesto político e simbólico, reunindo lideranças indígenas, universidades, coletivos culturais e parceiros institucionais em uma celebração de saberes.
De 3 a 10 de novembro, em Belém do Pará, acontecerão oficinas colaborativas para a elaboração e conceituação da 1ª Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo.
Ao longo de oito dias, realizaremos oficinas cocriativas, rodas de conversa e parcerias entre instituições com diferentes repertórios, com o objetivo de criar um movimento de construção coletiva que articule povos indígenas, arquitetos, urbanistas, artistas e pesquisadores em torno de formas de habitar que respeitam a terra, o clima e as relações entre os seres.
A partir do diálogo e do encontro entre diferentes saberes, construiremos conjuntamente os fundamentos que darão forma à Bienal. Essa construção coletiva se sustenta na escuta, na partilha e na valorização das múltiplas perspectivas que compõem nossas práticas espaciais, culturais e educativas.
Assim, a Bienal se afirma como um espaço vivo de aprendizado, autonomia e reflexão crítica sobre o mundo que habitamos.
Acompanhe nossa programação!
Após sua apresentação na SP–Arte, a Coleção Jalapoeira chega à La Lampe e pode ser contemplada de perto até o final de outubro.
Um projeto que nasce do Cerrado, a partir do trabalho minucioso das mulheres quilombolas do Jalapão, transformando o capim-dourado em peças esculturais que unem memória, identidade e design contemporâneo.
Venha conhecer na La Lampe.
Rua Fidalga, 407, Vila Madalena.