Código Vermelho
Editorial look 2
Criado em 1997 para a equipe de vela Luna Rossa, o America’s Cup nasceu como um tênis técnico de alta performance. Em 1999, o ano em que eu nasci, ele saiu do mar e chegou às ruas, tornando-se um dos
primeiros tênis de luxo e legitimou a fusão entre alta moda e streetwear, muito antes das colaborações entre grifes e marcas esportivas se tornarem comuns. Hoje, é símbolo e peça de culto. Colecionadores disputam versões raras, e sua silhueta continua viva.
Código Vermelho
Editorial look 1
Criado em 1997 para a equipe de vela Luna Rossa, o America’s Cup nasceu como um tênis técnico de alta performance. Em 1999, o ano em que eu nasci, ele saiu do mar e chegou às ruas, tornando-se um dos
primeiros tênis de luxo e legitimou a fusão entre alta moda e streetwear, muito antes das colaborações entre grifes e marcas esportivas se tornarem comuns.
Hoje, é símbolo e peça de culto. Colecionadores disputam versões raras, e sua silhueta continua viva.
O America’s Cup foi minha primeira peça da Prada e através do styling com o meu acervo pessoal, conto essa história.
Direção criativa, styling
e fotografia Amanda Adász @adaszz
Modelo Mina @ihmina
Beleza Mila Gomes @milagomesmakeup
Light assist Victor Cazuza @victor_cazuza
Agradecimentos @3t_locadora
“Walking Chair”
Amanda Adász
@adaszz@adaszstudios
2025
Neste projeto, nasce o encontro entre dois universos que moldam o olhar criativo de Amanda: a moda e o design.
A cadeira — símbolo do utilitário, da função, da estrutura — calça um tênis.
A protagonista é uma cadeira Monobloc, de plástico, modelo clássico do mobiliário popular. Presente em quintais, bares de esquina e festas de rua, essa cadeira carrega uma carga cultural. É democrática, funcional, empilhável e resistente. Um ícone do design.
O tênis não é apenas um acessório: ele representa movimento e carrega as narrativas de Amanda e seu estilo. Na primeira imagem, um clássico Prada. Na segunda, a colaboração da Nike com o artista Skepta.
Formas puras, criadas para o corpo — um para sustentar, outro para mover.
A fusão desses dois objetos cria um contraste poético entre a moda e o mobiliário, entre o desejo e a função.