Ao longo da Mostra Arte.On, Jorge Schneider conversou com o coletivo A Penca, idealizador do trabalho “Corpo-Árvore“, selecionado para integrar a programação do festival.
A Penca foi fundado em 2017 e é composto por três mulheres: Andréa Barbour, Bárbara Francesquine e Maria Carolina Oliveira, de formações múltiplas - artes visuais, gestão ambiental e ciências sociais. O coletivo atua na intersecção entre circo, estudos de gênero e natureza, e é um espaço para dar vazão a interesses que não cabem em gavetas únicas, tendo a pluralidade como impulso e a inquietação como experiencia performática.
Em Corpo-Árvore, A Penca propõe uma ressignificação das matérias naturais que seriam descartadas como lixo pela grande cidade de São Paulo. Utilizando pedaços de árvore como suporte para movimentação aérea e como objetos de manipulação malabarística, as três mulheres, em cena, propõem uma reflexão sobre a experiência do risco, que as aproxima da natureza. Inspiradas por autoras ligadas ao ecofeminismo, as criadoras constroem sua pesquisa cênica a partir da ideia de que tanto mulheres como natureza foram historicamente oprimidas por um processo de modernização profundamente patriarcal.
O bate-papo com Andréa, Bárbara e Maria Carolina (realizado em 17/02/2025) pode ser revisto aqui no Instagram e no canal YouTube da Bönisch Produções Culturais - /
@bpcproducoes , onde o vídeo “Corpo-Árvore“ e o restante da programação do festival seguem acessíveis.
Prestigie!
Lei Rouanet
Instituição Beneficiada: Hospital Pequeno Príncipe
Patrocínio: Adami, Grupo Incopostes, Ciapetro, Itambé, Agrosul Catarinense, Vianmaq e Dicomp.
Realização: Bönisch Produções Culturais, Ministério da Cultura e Governo do Brasil - Do lado do povo brasileiro
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