Máscara Solar — a estrela que rege o nosso delírio tropical. ☀️
Escultura vestível em técnica mista.
(Papel machê, tinta acrílica, verniz e resina epóxi)
Obra única.
Modelo @solar_morena
Foto @rm.renatamassetti
Beleza @vdargains
Direção artística @_unabrisa
De @unabrisatelie na @riofwoficial ❤️🔥
Entre corpo, ornamento e escultura, as tetas peroladas emergem como uma obra vestível impossível de passar despercebida.
Esculpida em papel machê e moldada sob medida a partir do seio, a peça nasce como uma extensão singular do corpo, tensionando os limites entre moda, objeto e performance.
Uma obra vestível onde feminilidade, arte e desejo se encontram em forma.
Feita à mão, sob encomenda. 🤍🌹
Sexta-feira 13.
As bruxas estão soltas.
🔮🧹❤️🔥
Depois que fiz essas fotos no Arco do Teles descobri uma história curiosa…
Dizem que ali viveu Bárbara dos Prazeres, conhecida como “A Bruxa do Arco do Teles”.
Uma figura lendária do Rio de Janeiro do século XIX prostitxta, acusada de feitiçaria e de sequestrar bebês da roda dos enjeitados da Santa Casa.
Reza a lenda que foi daí que surgiu a expressão:
“A bruxa tá solta.”
Mas sabemos como essas histórias costumam nascer…
muitas vezes são apenas invenções para perseguir mulheres livres.
📷 @pedro.barcellos
Um pouco do processo de criação do figurino e dos objetos cênicos para o clipe “Colombina” da @froesmari e bastidores. 🎭❤️🔥
Nesse projeto desenvolvi elementos de figurino inspirados no imaginário da Colombina e no universo do carnaval, explorando contraste, teatralidade e feminilidade lúdica.
Foi muito especial ver minhas peças ganhando vida em cena e fazendo parte da narrativa visual do clipe.
Além das máscaras, comecei a experimentar novos objetos escultóricos, criei essa headpiece de coração 🫶
Estou cada vez mais interessada em colaborar com música, moda, cinema e fotografia, criando peças autorais para cena, imagem e performance.
Vocês gostaram do resultado? 😊
Eu escolhi criar.
E isso, por si só, já é um gesto de desobediência.
Num mundo que mede valor em números, eu insisto no invisível.
Num mundo que tenta domesticar corpos, sobretudo os femininos, eu cultivo o que é indomável.
Trabalhar com as mãos é também trabalhar contra o adestramento.
É não aceitar ser produto quando se nasceu portal.
Ser artista, para mim, é ter coragem de existir fora da lógica que quer me pequena, dócil, vendável.
É transformar matéria em rito.
É permanecer selvagem, mesmo quando pedem que eu seja vitrine.