lançamento em 24.2, das 16h às 18h, na @descabeca_livros [@galeriametropole.sp ]
Por uma política cultural antirracista: as caminhadas indígenas, quilombolas e afro-diaspóricas diante das permanências coloniais e escravistas (1988-2020)
Para pensar sobre a construção de uma política cultural antirracista, este livro acompanha a caminhada de alguns sujeitos históricos, como os Guarani Mbyá, especialmente da Tekoá Ko'enju (São Miguel das Missões, RS), e as comunidades quilombolas de Ivaporunduva e Mandira, localizadas no corredor socioambiental do Vale do Ribeira (Eldorado e Cananéia, SP). Essas experiências se articulam também a dois museus europeus: o Museu Real da África Central (Tervuren, Bélgica) [@africamuseumbe ] e o Museu Internacional da Escravidão (Liverpool, Reino Unido) [@internationalslaverymuseum ].
É em torno das experiências históricas desses grupos e da forma como eles as comunicam que se dá uma reflexão sobre as políticas culturais, sobretudo as de Patrimônio e Museologia. A ideia central é entender a relevância dessas políticas para a conquista da cidadania nas últimas décadas.
A construção de uma política cultural antirracista é condição primordial para que emerjam narrativas plurais da História e para que sejam estabelecidas práticas que reabilitem a pluralidade da nossa humanidade cindida pelo colonialismo e pela escravidão.
Este livro é o resultado de uma pesquisa de doutorado desenvolvida no Programa de Pós-graduação em História Social da Universidade de São Paulo com a orientação de Maria Cristina Cortez Wissenbach [@wissenvach ]. A pesquisa contou com o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e o reconhecimento no 11º Prêmio Tese Destaque USP na categoria Inclusão social e cultural. A publicação foi financiada pela Capes e pelo PPGHS/USP. A ilustração da capa é do @pedrdrd .
[Está à venda online no site da editora. Link na bio!]
O David Ribeiro e eu convidamos VOCÊ profissional da área de história a apresentar seu trabalho direto ou indireto com museus, patrimônio e cultura material. PROFESSORAS E PROFESSORES DO ENSINO BÁSICO SÃO ESPECIALMENTE BEM-VINDAS E BEM VINDOS! E também quem trabalha em museus, órgãos de preservação, exposições, arquivos, serviços educativos, coleções, pinacotecas, história pública entre outros e, claro, pesquisadoras e pesquisadores dessa temática. As inscrições vão até o dia 21 de maio. Aguardamos a sua inscrição. Vai ser ótimo! Venha!
Exatos vinte anos depois do início da minha graduação, voltei para Assis, a convite da minha orientadora de iniciação científica, a Lúcia, para ministrar a Aula Inaugural do @ppghistoria_unesp !
Falei de História, Museus, Patrimônio e da importância de uma pesquisa histórica atenta aos enormes problemas do presente e às possibilidades de atuação no debate público sobre os usos do passado.
🚨 Inscrições abertas para o XXVIII Encontro Estadual* de História!!! 🚨
O tema deste ano é “Histórias e perspectivas de futuro: as tecnologias de comunicação e informação” e as inscrições para os STs, mini cursos e oficinas vão de 2 de fevereiro até 31 de março.
Não perca o prazo! 😄
Esse é o maior encontro de História e historiadores do estado de São Paulo, e acontecerá no Departamento de História da USP.
Todas as informações e links necessários sobre o evento estão nos posts fixados do feed, mas você também pode conferi-los clicando no link da nossa bio: @anpuh_sp
Junte-se a nós pela defesa da História! ✊
+História, +democracia!
🚨🚨🚨 INSCRIÇÕES ABERTAS HOJE!!! 🚨🚨🚨
Para os STs, minicursos, oficinas, ou para participar com o ouvinte!!!
XXVIII Encontro Estadual de História - ANPUH-SP
🗓️ 7 - 11 SETEMBRO 2026
📍 Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP)
Hoje, os efeitos das tecnologias de comunicação e informação sobre a produção e a difusão do conhecimento histórico são inegáveis e incontornáveis.
Serão palestras, mesas-redondas, simpósios temáticos, cursos e oficinas, em reflexões comuns e diversificadas, para promover o diálogo entre pesquisadoras e pesquisadores, docentes da rede pública e privada, universitárias e universitários, estudantes e o público em geral, estimulando o pensamento crítico e o intercâmbio de experiências.
Iremos discutir essas questões em toda a sua complexidade, situando-as em perspectiva histórica e analisando:
1. As contradições de um tempo em que a conectividade global convive com a desinformação;
2. Como a concentração tecnológica em grandes corporações privadas contrasta com a promessa democrática do acesso ampliado à informação;
3. Em que a crise das tradições democráticas se entrelaça com a retomada de grandes mobilizações coletivas.
Quer conferir o cronograma completo com os prazos de inscrições e todas as informações que você precisa?
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