Hoje, com o coração cheio de gratidão e emoção, entrego oficialmente a minha coleção “Entre a Pedra e o Vento”, finalizando um ciclo incrível na minha jornada acadêmica. Inspirada pela beleza e história de Fortaleza, cada peça desta coleção carrega a essência da nossa terra: a solidez da pedra e a liberdade do vento.
Foram meses de dedicação, estudos, inspirações e muito trabalho duro para chegar até aqui. Agradeço imensamente aos meus professores, familiares e colegas e a todos que me acompanharam nessa trajetória.
Agora, sigo com o coração aberto para novos desafios e criações! Obrigado Orientação @reginalmeida@f.farias@_studiofantasy_@designdemodauniateneu
Coleção Entre a Pedra e o Vento.
Prólogo – A Cidade
Fortaleza surge como cenário vivo.
Pedra, vento, luz e silêncio.
A cidade não é apenas espaço, é presença.
É história que observa.
ATO I – A BUSCA (Inocência e Desejo)
Ela caminha pela cidade.
Seu olhar é curioso, aberto, sensível.
Há inocência em seus gestos e uma sensualidade natural, leve, quase intuitiva.
Ela acredita que procura um amor, alguém que a complete.
A música “O Meu Grande Amor” começa como um sussurro.
Entre fachadas coloniais, vento no corpo e luz dourada, ela se perde e se encontra.
As roupas acompanham essa fase: tecidos leves, transparências sutis, fluidez.
Ela sente, mas ainda não entende.
ATO II – O DESPERTAR (Força e Consciência)
A cidade muda.
A pedra aparece mais forte.
Os movimentos se tornam mais firmes.
Ela amadurece.
Não procura mais, observa.
A arquitetura a envolve como memória e força ancestral.
Agora ela veste a cidade como armadura.
Silhuetas estruturadas, volumes marcantes, presença.
Ela não espera mais ser encontrada.
Ela se reconhece.
Fortaleza deixa de ser cenário e passa a ser espelho.
ATO III – A REVELAÇÃO (Liberdade)
O vento cresce.
O corpo se solta.
Ela corre, gira, se lança.
No clímax, ela veste o vestido balonê, que voa com ela.
Não é fuga, é libertação.
Ela entende:
O grande amor nunca esteve ausente.
Sempre esteve ao lado dela.
Sempre foi Fortaleza.
Sempre foi ela mesma.
EPÍLOGO – VOAR
Ela não caminha mais.
Ela flutua.
Entre a pedra que sustenta e o vento que liberta.
O amor é território.
O amor é identidade.
O amor é reconhecer-se.
Hoje celebro a vida do amor da minha vida. ❤️
Meu marido, meu melhor amigo, meu porto seguro… Desde o primeiro olhar, meu coração soube que era você. E, mesmo depois de todo esse tempo, eu continuo apaixonado como no primeiro dia.
Ao seu lado, o mundo fica mais bonito, a vida mais leve e o amor mais intenso. Você me protege, me guia e me completa de um jeito que só você sabe.
Feliz aniversário, meu amor! Te amo para sempre, com todo o meu coração. ❤️✨