TAKEOVER // Nuno Loureiro
No sábado, 7 de março, às 17h na Fábrica de Santo Thyrso, @lowraero apropria-se da instalação Prosthetic Feedback (de Daniel Martins e Ema Ferreira) através de uma performance audiovisual, que integra o dispositivo físico, sonoro e visual como parte de um outro sistema.
Instalação aberta a partir das 10h00.
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Produção: João Brojo
Design: AALTAR
Apoio à criação: Fundação Calouste Gulbenkian
Residência Artística: Fábrica de Santo Thyrso
Exposição patente até 10 de março de 2026.
Sneak peek aos meses em Prosthetic Feedback.
Exposição patente na Fábrica de Santo Thyrso – Loja D, de 7 de fevereiro a 10 de março de 2026.
Produção: João Brojo
Design: AALTAR
Apoio à criação: @fcgulbenkian
Residência Artística: Fábrica de Santo Thyrso
𝘗𝘳𝘰𝘴𝘵𝘩𝘦𝘵𝘪𝘤 𝘍𝘦𝘦𝘥𝘣𝘢𝘤𝘬 é uma instalação interativa que reflete sobre a relação transumanista humano-tecnologia como uma extensão inerente do ser coletivo e individual, onde o sujeito-visitante é expandido no tempo e no espaço, utilizando os elementos presentes como token de consciencialização da matéria tecnológica e interativa.
Exposição patente na Fábrica de Santo Thyrso – Loja D, de 7 de fevereiro a 10 de março de 2026.
Segunda a sexta-feira: 9h30 – 17h30.
Sábados: por marcação.
Produção: João Brojo
Design: AALTAR
Apoio à criação: Fundação Calouste Gulbenkian
Residência Artística: Fábrica de Santo Thyrso
Agradecimentos: Álvaro Moreira, Centro de Produção e Recursos ESMAD, Horácio Tomé Marques, Helena Gomes, António Moreira de Sousa, Carlos Martins, Cândida Martins e Carlota Silva.
𝐹𝒜𝒩𝒯𝒜𝒮𝒴 𝒟𝐸𝒜𝒯𝐻𝒮𝒞𝒜𝒫𝐸 (2024) 19.06 — 22.06.2024
Inauguração 19 junho, das 17h às 19h
Instalação patente até dia 22 de junho
Fantasy Deathscape explora a relação do ser humano com o luto e morte de entidades artificiais enquanto foco de desenvolvimento artístico. Assente em práticas animistas e rituais japoneses de separação (kuyō), a instalação considera a possibilidade dessas entidades possuírem anima/espírito e serem percepcionadas como ‘mortas’ (ou ‘vivas’), enquanto destaca a complexidade das práticas memoriais associadas.
O Honda Civic VI Fastback (1999-2022) surge como token de entidade artificial, um objeto de culto que incorpora em si um reflexo dos vínculos emocionais e afetivos que surgem pela interação humano-tecnologia. Assim, propõe-se um espaço de contemplação e reflexão através de uma instalação audiovisual construída por sistemas de Inteligência Artificial (IA) de geração de texto, text-to-speech, text-to-image e image-to-image. A obra apresenta quatro camadas distintas: um díptico de vídeo de composição generativa, um monólogo escrito e declamado em tempo real, uma paisagem sonora generativa, e uma estrutura formal reminiscente de simuladores de corrida e racing cages.
O sujeito-visitante é convidado a colocar-se na posição de condutor e a testemunhar a morte desta entidade não-fictícia (carregada de memórias e experiências pessoais), integrando o espaço expositivo como parte de uma narrativa interativa que levanta questões sobre morte artificial, ritualidade e espiritualidade, com um fluxo contínuo de colisões e monólogo solene.
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Som em colaboração com Luís Kasprzykowski
Acolhimento: Quarteto Contratempus / Serviço Educativo
Estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direção Geral das Artes
Horário regular: 14h—18h
Rua Chaves de Oliveira, 132
4350-102 Porto, Portugal