Começou a chover, choveu durante toda a noite. A janela de verão aberta. Não se esperava tanta chuva. O quadro de Cristo na cruz, debaixo da humidade; o vento leve, os lenços brancos atravessados pelo cheiro a terra molhada. Os sinos, os tambores e os trombones em andamento lento. Cada rosto com a sua vela, arrastado pelas ruas de pedra. O fim de semana na aldeia, encurralada pelos carvalhos, rodeada de primos.