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Escritório de inteligência em arte. Pesquisa, livros e projetos curatoriais de impacto. Fazemos a arte circular e criamos legado. ↘︎ Saiba mais
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Seis décadas de cerâmica em livro. O novo lançamento da Act é dedicado a Shoko Suzuki, ceramista nipo-brasileira responsável por introduzir o forno noborigama no Brasil. Organizado pelo pesquisador Eduardo Vasconcellos, o livro reúne pela primeira vez as séries fundamentais de uma obraconstruída no diálogo entre o tempo, a terra e o fogo. 224 páginas, edição bilíngue. Co-realização Gomide&Co e Salon 94. Saiba mais através do link na bio. #ShokoSuzuki #Cerâmica #CerâmicaJaponesa
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1 day ago
Hoje, em Nova York, a @gomide.co e @salon94 recebem o lançamento internacional do livro Shoko Suzuki (@shokosuzuki_ceramica ), publicado pela Act Arte 🤍 Dedicado à ceramista nipo-brasileira responsável por introduzir o forno noborigama no Brasil, o livro reúne pela primeira vez as séries fundamentais de uma obra construída ao longo de seis décadas. Organizado pelo pesquisador @eduardovscn , traz ensaio crítico de Tie Jojima (@tiejojima ), curadora da The Phillips Collection em Washington, e entrevista inédita conduzida por Rachel Hoshino (@rachelhoshino ), curadora e pesquisadora das cerâmicas nipo-diaspóricas no Brasil. O livro situa a produção de Shoko no cruzamento entre prática cerâmica e experiência diaspórica, evidenciando como deslocamento, técnica, tempo e matéria moldam uma linguagem construída em décadas de diálogo com a terra e o fogo. A publicação acompanha a primeira individual de Shoko Suzuki nos Estados Unidos. Mais sobre o livro no link dos stories 🔗. #ShokoSuzuki #Cerâmica #ArteNipoBrasileira
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4 days ago
De exposições imersivas com pinturas murais gigantescas a composições minúsculas e tranquilas, “Vitamin P4: Novas Perspectivas na Pintura”, publicado pela @phaidonpress , reúne 108 artistas de 44 países, apresentando os melhores pintores contemporâneos de todo o mundo. Fernando Ticoulat (@fticoulat ), Diretor Executivo da Act Arte é autor de um dos perfis, onde se debruça sobre a prática de @manuelacantuaria
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7 days ago
Você conhece aquela sensação estranha em que os sentidos parecem atravessar uns aos outros? Já enxergou cores ao ouvir sons, ouviu sons ao olhar imagens? A obra de Chiara Banfi (@chiarabanfi_ ) investiga essas relações sinestésicas entre som, frequência e forma. Confira destaques do perfil da artista, assinado por @marina.diasteixeira , no livro “Máquina de Ritmo – Som e Música na Arte Brasileira”! Acesse actarte.com para garantir seu exemplar: as unidades são limitadas 🫟 📸 3: “Pausas de Bach 11”, 2014-2016. Foto: Edouard Fraipont 5: “Vazio vermelho”, da série “Coleção Albers”, 2019. Foto: Edouard Fraipont 9: Still do vídeo “Abalo single”. Foto: cortesia da artista e @galeriavermelho Fotos do livro: @estudioemobra
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9 days ago
Você ama música, artes, e tudo que une esses dois universos ? Conheça "Máquina de Ritmo – Som e Música na Arte Brasileira", a publicação mais recente da Act Arte, que celebra a riqueza dessa intersecção no Brasil 🇧🇷 A tiragem é limitada – garanta seu exemplar em actarte.com 👀
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10 days ago
O artista paraense PV Dias – @p.v.d.i.a.s –, nascido em uma Amazônia urbana, com fortes ligações à cena musical do carimbó, aprendeu diversos instrumentos e criou sua própria relação com a música. Em seu perfil no livro "Máquina de Ritmo – Som e Música na Arte Brasileira", a autora Yasmin Abdalla – @yasminabdalla – demonstra como, em sua prática artística, PV Dias interpreta, visualmente, memórias auditivas de espaços como a Amazônia, suas trocas estéticas, sonoras e visuais. 🕺 Ele nos conta: "Gosto de olhar para esses fenômenos superfuturistas de Belém, essas esculturas de som, as cores, os figurinos ousados do tecnobrega. Isso me arrepia." Leia destaques no carrossel, e acesse actarte.com para saber mais! 📸 1: Detalhe da obra "Fim de festa, rabo-de-arraia, cabeçada na polícia e furdunço no carimbó", 2024. Da série "Noite de pau e corda". 2: "O cardeal da Amazônia. O apaixonado", 2023 4: "O crocodilo. A fauna futurista das aparelhagens", 2021 6: "Aparelhagem azulada e violácea", 2022 8: "Tecnobrega, a dança", 2019
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12 days ago
Zéh Palito integra a nova publicação Máquina de Ritmo – Som e Música na Arte Brasileira, pela Act Art, com a obra Bares da Cidade (2023). A edição investiga as relações entre música e artes visuais no país e reúne um texto inédito do curador Renato Menezes sobre Heitor dos Prazeres, além de um ensaio visual com 30 artistas e sete perfis dedicados a práticas contemporâneas. O livro propõe uma leitura da brasilidade como uma vibração contínua, presente em diferentes corpos, territórios e gerações, e conta com organização de Fernando Ticoulat, Marina Dias Teixeira e Yasmin Abdalla. ___ Zéh Palito (@zehpalito ) is featured in the new publication Máquina de Ritmo – Som e Música na Arte Brasileira, published by Act Arte (@_actarte ), with the work Bares da Cidade (2023). The publication examines the relationship between music and the visual arts in Brazil and includes an original text by curator Renato Menezes (@remenezes9 ) on Heitor dos Prazeres, alongside a visual essay featuring 30 artists and seven profiles dedicated to contemporary practices. The book proposes a reading of Brazilianness as a continuous vibration, present across different bodies, territories, and generations, and is organized by Fernando Ticoulat (@fticoulat ), Marina Dias Teixeira (@marina.diasteixeira ), and Yasmin Abdalla (@yasminabdalla ). Imagens/Images: Bares da Cidade, 2023 Publicação Máquina de Ritmo - Som e Música na Arte Brasileira via Act Art
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13 days ago
“Música, para mim, sempre foi sobre conexão, liberdade e diversão”. A frase é de Vivian Caccuri, artista paulistana dona de um corpo de trabalho que engloba instalações em larga escala, bordados minuciosos, performances coletivas e festas catárticas mundo afora. 🎻 Atualmente com uma exposição em cartaz no @ccbbsp , Caccuri é um dos artistas em destaque no livro “Máquina de Ritmo – Som e Música na Arte Brasileira”, com perfil assinado por Marina Dias Teixeira. Passe pelo carrossel e leia detalhes do texto presente na publicação – e acesse actarte.com para saber mais! 📸 1: “TabomBass”, 2016. Foto: Luiza Sigulem 5: “His Opens Wounds”, 2025. Foto: Julia Thompson 7: “I Hear My Blood Singing”, 2025. Instalação na Mattress Factory, em Pittsburgh (EUA). Foto: Tom Little Fotos do livro: @estudioemobra | Cortesia Act Arte
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16 days ago
Bárbara Wagner e Benjamin de Burca (@barbarawagner__ e @benjamindeburca ) investigam o que a música carrega — política, identidade, resistência — quando produzida fora do eixo hegemônico. Do frevo de Recife ao spoken word de Toronto, a dupla passa meses imersa nos contextos que documenta, construindo um método em que artistas e câmera trabalham juntos. Seu perfil, escrito por Yasmin Abdalla, integra “Máquina de Ritmo — Som e Música na Arte Brasileira”, publicação da Act Arte. Link na bio para saber mais e conhecer o livro. #BárbaraWagner #BenjaminDeBurca #MáquinadeRitmo #ActArte 📸 3: “Fala da terra”, 2022 7: “Faz que vai”, 2015 9: “Estás vendo coisas”, 2016 11: “Fala da terra”, 2022 Fotos do livro: Estúdio em Obra Fotos de obras: Cortesia dos artistas e Fortes D’Aloia & Gabriel
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19 days ago
Para o Movimento dos Artistas Huni Kuin, povo originário do coração da Amazônia, cantar e pintar são o mesmo gesto. As telas do MAHKU (@mahkumovimento ) atuam como partituras vivas, e seus membros, como artistas espirituais. Através de uma simbologia tão histórica quanto original, guiam seu público visualmente pelas mirações do Nixi pae — nome dado pelos Huni Kuin à bebida sagrada também conhecida como ayahuasca —, preservando e divulgando um modo de pensar que sobreviveu a séculos de apagamento e que, hoje, abre caminhos e constrói futuros. O perfil sobre os artistas, escrito por Paula Nunes (@paulanunes.p ) integra “Máquina de Ritmo — Som e Música na Arte Brasileira”, publicação da Act Arte. 🖼️ Acesse o link na bio para saber mais sobre o movimento e conhecer o livro! #MAHKU #HuniKuin #ArteIndígena #ArteAmazônica
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22 days ago
Paulo Nenflidio não faz escultura sobre o som. Faz escultura com o som – e também com o silêncio. Seus objetos transformam energia eólica em música, ondas cerebrais em monocórdios, um pêndulo quase imóvel em campo de escuta. A fronteira entre arte e ciência, em seu trabalho, simplesmente não existe. O perfil de Nenflidio, escrito por Yasmin Abdalla, integra “Máquina de Ritmo — Som e Música na Arte Brasileira”, publicação da Act Arte. Conheça o livro pelo carrossel e garanta seu exemplar em actarte.com! #PauloNenflidio #ArteSonora #MáquinadeRitmo 📸 1: Vivian Caccuri & Paulo Neflidio, "Espalda", 2024. Foto: Edouard Fraipont 4: "Grilo solar n4", 2024 6: "Neurocórdio", 2019. Foto: Renato Mangolin 8: "4x33", 2017 10: "4x33", 2017. Foto: Edouard Fraipont Fotos do livro: Estúdio em Obra
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24 days ago
J. Cunha nunca tratou a forma como ornamento. Tratou como posição. Por 25 anos, ele assinou a identidade visual do Ilê Aiyê — da criação do logotipo em 1980 às roupagens de nações africanas que desfilaram na ladeira do Curuzu. Seu perfil, escrito por Marina Dias Teixeira, integra “Máquina de Ritmo – Som e Música na Arte Brasileira”, publicação mais recente da Act Arte. Acesse o link na bio para saber mais sobre o artista e conhecer o livro. A tiragem é limitada, adquira o seu! #JCunha #IlêAiyê #MáquinadeRitmo #ActArte #AfroBrasileiro 📸 1, 2 e 13: Foto: Estúdio em Obra 5: “Meu CD Deuza Rosa linda ninfa”, 2012, Foto: Márcio Lima 7: “Arrocha”, 2014-2015. Foto: Sora Maia 9: Capa e contracapa do disco “Canto Negro”, 1984, Ilê Ayê. Foto: Cortesia do artista e Ilê Ayê 12: Estampa desenvolvida para Ilê Aiyê, 1992. Foto: Cortesia do artista e Ilê Ayê
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1 month ago