Áurea tem 62 anos e é atleta.
Joga vôlei, corre na rua e atravessa obstáculos.
É campeã mundial e já levou suas habilidades por países como Croácia, Grécia, França e Estados Unidos.
Treino faz parte da rotina. Movimento também.
Na bolsa, carrega o essencial: joelheira, toalha, bola, água e tudo que precisa no dia a dia.
Funcional. Versátil. Direta.
Bolsa Sheila. Disponível em cacto e soja, nas cores vermelho e preto.
Leoniê na Europa.
Nossas peças passam a integrar a curadoria do Studio Nairí, onde parte da coleção agora está disponível em pronta entrega na Suíça. Entre elas, Bolsa Leonia, Bolsa Mika, Mini Leonia e Bolsa Ray.
A presença local permite envios para outros países da Europa com mais agilidade, além de oferecer maior flexibilidade de pagamento e logística dentro do continente.
Studio Nairí
Telefone: +41 76 504 94 61
Site: studionairi.com
Umbu.
Trançado em trecê manual, estruturado em cacto e também apresentado em sua versão em soja.
Uma peça que nasce da matéria, do tempo e do gesto — onde textura e forma se encontram com silêncio e permanência.
Disponível agora.
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Março.
A matéria muda de estado.
A Leoniê expande sua própria linguagem —
novas silhuetas, novas arquiteturas, novos códigos.
Estruturas mais precisas.
Texturas mais incisivas.
Design que provoca permanência.
Não é anúncio.
É afirmação.
A aposta mais contundente da marca até aqui.
05/03
A nova era se materializa.
A Leoniê expande sua narrativa para dentro de casa.
Nesta collab, memória, artesania e design se encontram para criar peças que acolhem, contam histórias e transformam o cotidiano em arte.
Cada detalhe carrega o toque humano, o silêncio do tempo e a força do nosso Nordeste.
Bem-vindo à Leoniê Morada.
A moda só existe de verdade quando consegue carregar mais do que uma peça: ela precisa preservar histórias que o tempo tenta apagar.
Por isso voltamos a Poção, no agreste pernambucano, uma cidade de 11.308 habitantes que já foi referência da renda renascença. Fomos ouvir quem realmente sustentou essa tradição: as rendeiras.
No nosso mini-documentário, são elas que conduzem o fio. Contam como começaram ainda meninas, dividindo estudo e responsabilidade para ajudar no sustento da casa. Pontos que nasceram da necessidade, da paciência e de um saber passado de mãe para filha.
E, com a mesma honestidade, falam da realidade de hoje: a falta de público, o desinteresse do mercado e o risco de uma arte inteira desaparecer por falta de quem a valorize.
Registrar Poção é registrar a urgência de manter viva uma técnica que moldou o agreste pernambucano e que continua resistindo na memória e nas mãos dessas mulheres.
Uma produção @___leonie e @atelierafaelleite
A Leoniê integrou a programação da COP30 com duas peças desenvolvidas em colaboração com a @labb4.bio , produzidas a partir da serigueira do Pará. A participação no manifesto Vestir Amazônia, Reflorestar o Clima, na Ilha do Combu, reforça o papel da moda como agente de transformação socioambiental.
A COP30 é um dos principais fóruns globais sobre mudanças climáticas, reunindo governos, cientistas e organizações para discutir caminhos de mitigação, adaptação e economia regenerativa. Estar presente nesse contexto representa a inserção da Leoniê em um debate estratégico onde inovação, território e sustentabilidade se encontram.
As peças apresentadas traduzem a visão da marca sobre futuro: design alinhado à sociobioeconomia brasileira, uso responsável de matérias-primas e valorização de processos que respeitam a floresta e suas comunidades.
Realização: @assobioeconomia e @riachuelo
Parceiros: VEJA, Linus, Sistema B, Casa Combio.
Foto e vídeo: @nandopinheiro_ e Rafael Soares
Modelo @fernandamalli
No sertão de Pernambuco, em São José do Belmonte, ergue-se a Pedra do Reino — um dos lugares mais misteriosos e simbólicos do Brasil.
Em 1838, um homem chamado João Ferreira, tomado por visões e crenças messiânicas, reuniu centenas de sertanejos acreditando que ali surgiria o “Reino Encantado do Sertão”. Eles esperavam o retorno do rei D. Sebastião, desaparecido em batalha séculos antes, para inaugurar uma nova era de pureza e justiça.
O movimento terminou em tragédia, com a morte de muitos seguidores e a destruição do sonho coletivo. Mas o mito resistiu — e a Pedra do Reino nunca mais foi apenas um conjunto de formações rochosas. Tornou-se território de fé, loucura, mistério e arte.
Décadas depois, Ariano Suassuna transformou essa história em literatura com O Romance d’A Pedra do Reino, recriando o episódio em tom de epopeia sertaneja. Ali, o sertão se confunde com o sagrado, e o delírio ganha forma de poesia.
Hoje, o local segue como um símbolo da cultura nordestina — um espaço onde o real e o imaginário se misturam, onde a terra e a crença continuam dialogando.
Na imagem: Bolsa Mini Leonia Cacto Verde e Azul-Marinho, disponível amanhã em leonie.com.br
No Marco Zero, Recife se revela em silêncio e movimento. Entre pedras e água, o instante ganha vida: risos, respingos, corpos que se refletem no rio e na memória da cidade.
Cada sombra e cada brilho em preto e branco contam histórias de verões efêmeros, de liberdade e leveza que parecem flutuar no tempo. Como flores que desabrocham em silêncio, esses momentos transformam o cotidiano em lembrança, lembrando que a beleza da cidade está nos detalhes, nas pequenas revoluções do dia a dia e na poesia que habita o ordinário.
Fotografia @brenocorporate