Amanha, 19hs na @galeriafotoponto em Campinas: 3ª Obra: Câmera com o Homem a Limite. #freeimprovisation #spontaneousmusic #paisagenssonoras #soundtrack
Especialista em criar paisagens sonoras em tempo real, Hartmann realiza ao vivo uma "terceira obra" a partir de instrumentos modificados e projeção de imagens dos filmes "Limite" (1931), de Mário Peixoto, e "O Homem com a Câmera" (1929), de Dziga Vertov. Neste sábado (16/5) na galeria Foto Ponto, em Campinas.
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3ª Tela: Câmera com o homem a Limite
O artista transdisciplinar Paulo Hartmann, pioneiro da guitarra preparada no Brasil, apresenta uma performance inédita que funde música experimental e live cinema. Especialista em criar paisagens sonoras em tempo real, Hartmann utiliza sua técnica de desconstrução instrumental para estabelecer um diálogo profundo entre a performance sonora e a imagem em movimento. Nesta apresentação, o artista atua como um mediador entre a matéria física das cordas e a luz projetada, transformando o palco em um laboratório de invenção.
O ponto central da performance é a geração de uma “terceira obra”, fundamentada na dialética da Montagem de Atrações de Sergei Eisenstein. Ao tensionar dois pilares fundamentais do cinema de vanguarda — Limite (1931), de Mário Peixoto, e O Homem com a Câmera (1929), de Dziga Vertov —, Hartmann promove uma colisão estética onde a justaposição de imagens e sons não é meramente somatória, mas gera um novo conceito artístico. Através de um processo de manipulação ao vivo, o artista funde a subjetividade introspectiva de Peixoto ao dinamismo mecânico do Cine-Olho de Vertov, resultando em uma síntese audiovisual que recontextualiza o cinema mudo sob uma ótica contemporânea.
A apresentação reafirma a trajetória de Hartmann na vanguarda da arte sonora internacional, integrando sua vasta experiência em teleperformance somadas aos 20 anos de organização do Improfest – Festival Internacional de Improvisação e Arte Sonora, que se aproxima em 2027. Ao utilizar instrumentos modificados e interfaces customizadas, o artista convida o público a testemunhar a criação de uma obra efêmera e potente, onde a fronteira entre o músico, a máquina e a imagem se dissolve. É um convite à escuta atenta e ao olhar expandido, celebrando a capacidade da arte de regenerar memórias históricas por meio de tecnologias atuais e processos de improvisação livre.
3ª Tela: Câmera com o homem a Limite - show sábado 16/05. ingressos R$20,00
O artista transdisciplinar Paulo Hartmann, pioneiro da guitarra preparada no Brasil, apresenta uma performance inédita que funde música experimental e live cinema. Especialista em criar paisagens sonoras em tempo real, Hartmann utiliza sua técnica de desconstrução instrumental para estabelecer um diálogo profundo entre a performance sonora e a imagem em movimento. Nesta apresentação, o artista atua como um mediador entre a matéria física das cordas e a luz projetada, transformando o palco em um laboratório de invenção.
O ponto central da performance é a geração de uma "terceira obra", fundamentada na dialética da Montagem de Atrações de Sergei Eisenstein. Ao tensionar dois pilares fundamentais do cinema de vanguarda — Limite (1931), de Mário Peixoto, e O Homem com a Câmera (1929), de Dziga Vertov —, Hartmann promove uma colisão estética onde a justaposição de imagens e sons não é meramente somatória, mas gera um novo conceito artístico. Através de um processo de manipulação ao vivo, o artista funde a subjetividade introspectiva de Peixoto ao dinamismo mecânico do Cine-Olho de Vertov, resultando em uma síntese audiovisual que recontextualiza o cinema mudo sob uma ótica contemporânea.
A apresentação reafirma a trajetória de Hartmann na vanguarda da arte sonora internacional, integrando sua vasta experiência em teleperformance somadas aos 20 anos de organização do Improfest – Festival Internacional de Improvisação e Arte Sonora, que se aproxima em 2027. Ao utilizar instrumentos modificados e interfaces customizadas, o artista convida o público a testemunhar a criação de uma obra efêmera e potente, onde a fronteira entre o músico, a máquina e a imagem se dissolve. É um convite à escuta atenta e ao olhar expandido, celebrando a capacidade da arte de regenerar memórias históricas por meio de tecnologias atuais e processos de improvisação livre.
Galeria Foto Ponto
R. Gen. Osório, 1631 - Cambuí, Campinas - SP, 13010-111
20 anos de improfest! da para acreditar? nessa quarta dia 6 de maio, na UNICAMp/nics. Conto essa história que ja teve de tudo second life, maratona de improvisação de 5hs sem parar, edições internacionais em Londres, Moscou e Tóquio!
Momentos da edição deste ano do Improfest com Gylez Batista e Ivan Barasnevicius.
#rodrigochenta #ivanbarasnevicius #gylez #improfest #improvisaçãolivre
Momentos da edição deste ano do Improfest com Gylez Batista e Ivan Barasnevicius.
#rodrigochenta #ivanbarasnevicius #gylez #improfest #improvisaçãolivre
“Der Student von Prag” (1913) é um filme seminal do cinema expressionista alemão. Um dos primeiros filmes de arte do país, ele mergulha em temas sombrios de duplos e pactos demoníacos, tornando-se um marco narrativo e visual em sua época.
Nessa apresentação de trilha sonora criada ao vivo em tempo real, a improvisação de Hartmann amplifica o suspense do Doppelgänger do filme, ressoando com o terror dos duplos da pós-verdade. A experiência sonora, moldada no momento, evoca não apenas o pavor do sósia que assombra a psique, mas também a angústia contemporânea de realidades e identidades replicadas ou distorcidas, onde o autêntico se confunde com sua cópia manipulada, gerando uma nova e profunda perturbação sobre a natureza da verdade.