Rodrigo Marques já defendeu a ideia de que, no stand-up, a piada não deve ser tratada com limites rígidos.
O público que vai a um show de comédia entra em um contexto específico e já sabe o tipo de linguagem que pode encontrar, especialmente quando há indicação de conteúdo e classificação etária.
Da mesma forma, obras fictícias não seguem parâmetros da realidade e não precisam ser interpretadas como se fossem representações literais do mundo.
No humor, o princípio central é a liberdade criativa dentro de um contexto assumido previamente pelo espectador.