Maternidade não cabe em uma única definição, ela mora no colo que acolhe sem pedir nada em troca, no coração que escolhe amar, mesmo quando a vida não seguiu o caminho que havia sido sonhado, nos braços que seguram filhos que vieram pelo afeto, pela adoção, pela escolha, todos com amor incondicional.
Ela mora também na dor silenciosa de quem amou antes mesmo de conhecer, de quem gerou mas não pôde ficar, de quem perdeu e carrega essa ausência com uma delicadeza que poucos compreendem. Perder um filho não apaga a maternidade, ela transforma, ela marca, ela permanece.
Ela mora na mulher que criou sobrinhos, que foi mãe de coração de crianças que precisavam de um lar. Na amiga que esteve presente nas noites mais difíceis. Na avó, na tia, na madrinha, na vizinha que foi o porto seguro de alguém pequeno que precisava de cuidado.
Ela mora também naquelas que escolheram não ser mães e que, ainda assim, nutrem o mundo com um amor imenso, de formas que nem sempre têm nome.
Hoje é um dia para exaltar a maternidade, o cuidado, o amor incondicional. Para quem sente falta, para quem tenta, para quem perdeu, para quem nunca teve a chance. Todos esses sentimentos têm lugar aqui. Que este dia seja gentil com você, seja qual for a sua história.
Agradecimento àquela que é minha inspiração todos os dias, Gioconda, minha mãe. Não poderia deixar de perder algumas lágrimas por você Renata, que não está mais aqui conosco e foi minha segunda mãe. Aos dois filhos que perdi e amo incondicionalmente e rezo por eles. E a vocês, Valentina e Lucas, que são filhos exemplares.
Feliz Dia das Mães para todas as que amam com a alma!